A 7ª edição da Grande Prova de Vinhos do Brasil premiou a Bueno Wines por três vezes, sendo Bueno Paralelo 31, na categoria tinto cortes, o Bueno Vin Cabernet Sauvignon, na categoria Cabernet Sauvignon e o Belllavista Estate Pinot Noir, Sendo este ainda considerado o melhor Pinot Noir do país, depois dos testes às cegas acontecidos com as amostras das maiores vinícolas do país.
O julgamento, contou com os maiores especialistas de vinhos e winemakers do mundo todo, conduzido por testes às cegas com os rótulos inscritos no concurso e, após as notas, regulamentaram os vencedores de cada categoria. A celebração de entrega dos prêmios e certificados aconteceu dia 28/09, em Bento Gonçalves, durante o Wine South América.
Para Letícia Galvão Bueno, CEO da Bueno WInes, os prêmios recebidos também são motivos de orgulho “Nos empenhamos muito em cada um dos rótulos que produzimos e, após esse reconhecimento, acreditamos que estamos no caminho certo. É muito orgulho e dedicação e aproveitamos para agradecer a todos do júri e também parabenizar a organização do evento”, finaliza.
A premiada vinícola Miolo anuncia o lançamento do espumante Seival by Miolo Brut Rosé, que chega ao mercado brasileiro compondo a democrática e versátil linha Seival by Miolo, composta pelo espumante Seival by Miolo Brut.
Elaborado com as variedades Pinot Noir e Pinot Gris, o Seival by Miolo Brut Rosé preserva todo o frescor e elegância das uvas que o compõem, provenientes da região da Campanha Meridional, no Rio Grande do Sul.
Características do Seival Brut Rosé
O novo rótulo possui acidez equilibrada, aromas delicados e frutados, lembrando cereja, morango e traços florais como rosas. É excelente escolha para acompanhar aperitivos e brindes comemorativos e harmoniza perfeitamente com comidas leves, saladas, frutos do mar, peixes, comida asiática, pizzas e massas com molhos delicados.
Seival (Eveythrina Cristagalli) é a árvore emblemática que originou o nome deste espumante e cresce livremente nas terras da Campanha, no Rio Grande do Sul. Também é o nome da localidade (Vila do Seival), onde está instalado o vinhedo e a vinícola Seival.
Longe do que acontecia anteriormente, a maconha começa a afastar-se do panorama ilícito, à medida que os seus usos medicinais se tornam mais conhecidos e aclamados internacionalmente. Nem todas as substâncias presentes na cannabis são legais mas, podendo ser usado para finalidades medicinais, o impacto do canabidiol é cada vez maior e a sua presença nas casas brasileiras também. Além dos chás e dos óleos, o uso de canabidiol na culinária também tem sido falado e existem, inclusive, várias receitas à base de canabidiol para fazer em casa. Estas receitas, das mais distintas iguarias, não só primam por serem deliciosas, mas também pela forma como o uso de CBD pode, efetivamente, dar o seu contributo para uma saúde melhor e para a prevenção de algumas das doenças mas temidas da atualidade. Evidentemente, antes de nos lançarmos nestas deliciosas receitas caseiras, é muito importante conhecer os principais motivos pelos quais o consumo de canabidiol pode ser efetivamente benéfico para a nossa saúde. Desta forma, poderemos estar muito mais tranquilos quanto à sua adição nos cozinhados que realizamos nas nossas casas. Assim sendo, vale a pena saber, em concreto, o que é o canabidiol e quais são os seus benefícios e propriedades benéficas para a saúde.
Canabidiol: o que é, afinal?
A Cannabis Sativa produz uma substância chamada canabidiol (ou CBD), um endocanabinoide já existente no corpo mas produzido em quantidades mínimas. No corpo humano, este composto serve fundamentalmente para a promoção do relaxamento, embora existam várias outras propriedades associadas ao seu consumo. O CBD é muito diferente do THC. Ao contrário dos efeitos psicoativos associados ao THC, o canabidiol consiste num óleo retirado da cannabis e que pode ser usado para finalidades diversas.
Quais os usos do canabidiol?
O consumo de canabidiol está associado ao alívio de dores, à redução da ansiedade; ao alívio de náuseas e à redução de inflamações orgânicas. O canabidiol tem ainda efeitos relaxantes sobre o sistema muscular, ajuda a evitar convulsões, melhora o sistema coronário e o seu funcionamento e pode ajudar a aumentar o apetite. Assim, este produto é utilizado frequentemente por pessoas com problemas como epilepsia, fibromialgia, doença de Crohn e esclerose múltipla, entre outras.
Quais os benefícios e propriedades do canabidiol?
Têm sido realizados muitos estudos em torno das propriedades e dos benefícios do canabidiol, havendo um grande interesse, por parte da comunidade científica, sobre a forma como este extrato pode contribuir para a melhoria da saúde humana. As múltiplas propriedades encontradas neste elemento têm, aos poucos, apontado para a necessidade de liberação do mesmo, o que ainda não acontece em muitos países do mundo. Entre os principais benefícios e propriedades que pode encontrar no CBD encontra-se a sua propriedade anti-cancerígena, a sua ação anti-inflamatória; a sua ação analgésica; o seu poder no tratamento de quadros clínicos psicóticos, depressivos e epiléticos. Além disso, o canabidiol tem ainda uma ação ansiolótica; no combate aos vómitos e às náuseas e na prevenção e tratamento da diabetes.
Esse Ragu de Fraldinha surgiu de um hábito que tenho de fazer com frequência – verificar as datas de validade dos produtos que tenho na despensa e no freezer.
Criei esse hábito depois de perceber o quanto estávamos desperdiçando alimentos em casa.
Eis que nessa rotina descobri uma peça de fraldinha que tinha comprado para churrasco e estava perto de vencer e eu não teria tempo de preparar um churrasco. Procurei na despensa e tinha algumas latas de tomate pelado.
Trago a receita simples, lembrando que podem ser usadas carnes não tão “nobres”, até as chamadas de “segunda” (que particularmente eu prefiro para esse tipo de molho).
Quando faço esse tipo de molho, eu costumo usar a panela de pressão desde o início para já manter os aromas em todo o preparo.
Se eu te dissesse que tomates recheados podem ser um prato principal em uma refeição, você acreditaria?
Ao tirarmos as sementes do tomate, criamos um mundo de oportunidades para recheios e assim, variedade nas nossas refeições.
O Tomate recheado proposto nessa receita, é apenas uma das opções.
Festas regionais e temáticas são sempre uma grande atração cultural de um país, seja por parte da população nacional seja por parte dos turistas. Estes encontros são sempre grandes festas e celebrações das mais diversas categorias, desde religião, música e até mesmo culinária. Dois dos maiores festivais brasileiros são o Carnaval e as Festas Juninas, sendo que o Carnaval é uma festividade conhecida internacionalmente e popular em outros países. O Carnaval marca um período antes da Páscoa, precedendo a quarta-feira de cinzas, e é reconhecida como o “Maior Espetáculo na Terra” por parte dos brasileiros.
Qualquer que seja o festival que visite no Brasil, pode sempre encontrar algumas das comidas mais tradicionais! As pratadas fazem sempre qualquer um sentir em casa, mas e se pudesse recriar os seus pratos preferidos das épocas festivas a partir de casa? Aqui ficam algumas sugestões de receitas que deve de experimentar em casa para trazer o sabor das festividades para toda a família.
Comidas
Bolinhos de bacalhau: Uma mistura de batata e bacalhau frito é uma verdadeira delícia portuguesa. Com um exterior crocante e um interior cremoso, bolinhos de bacalhau são um snack que pode encontrar em bares, restaurantes e em carrinhos de comida.
Aipim/mandioca frito: Sendo que a planta da cassava é um dos ingredientes mais populares do Brasil, faz sentido que seja um elemento típico das comidas de rua. Uma substituição de batatas fritas, a cassava frita é cortada em tiras e frita, sendo um snack crocante bastante simples de fazer.
Coxinha: Uma opção de carne para um petisco parecido com o bolinho de bacalhau, a coxinha de frango é frita mantendo uma textura cremosa no interior. Recheios da coxinha variam desde vegetais como cenoura e ervilha ou outras variedades de queijo.
Pão de Queijo: Uma adição excelente para o café da manhã ou simplesmente um snack para durante o dia, o pai de queijo é um clássico originado nas Minas Gerais. Este pão pode ser combinado com outros queijos ou até mesmo marmeladas e recheios, mas muito preferem esta variedade de pão fofa simples e na sua forma natural.
Caldinho de feijão: Pode parecer um pouco surpresa para estrangeiros que uma sopa seja uma refeição tradicional dos carrinhos de comida na rua. A sopa de feijão é uma das comidas mais populares das ruas do Brasil, e é adaptada em cada região do país dependendo do feijão mais típico da zona. Apesar do ingrediente principal ser o feijão, outro importante aditivo para extremo sabor é variados cortes de carne de porco.
Continuando com as dicas para receber os amigos durante a copa, nenhuma recepção é uma recepção, sem termos algumas bebidas para acompanhar os petiscos. Separamos então uma seleção de bebidas para ver os jogos da copa.
Cerveja, caipirinha e afins são básicas. Aqui pretendo mostrar algumas bebidas que podem ser feitos em volume e assim não atrapalham a sua comemoração.
A Itália está fora da copa, mas podemos lembrar dos amigos Italianos com esse famoso coquetel. A facilidade da receita, ajuda que você faça em grandes volumes e sirva em jarras, assim seus convidados podem se servir sozinhos.
Agora são os espanhóis que nos ajudarão aqui. A mistura de frutas e vinho em potes fará muito sucesso nos jogos do final da manhã e nos jogos da tarde, facilitando assim esticar as comemorações.
3) Clericot
Já que estamos passeando pela Europa, chegamos na França com a “versão clara” da Sangria.
4) Mimosa
A combinação suco de laranja e champagne funciona para todos os horários, inclusive para o café da manhã nos jogos as 9 da manhã.
Os Mexicanos são um povo bem alegre. Muito disso se deve à tequila e às margaritas. Outro coquetel que pode ser feito em maior volume e permitem a facilidade de cada um se servir.
A Copa cai no meio de junho. Friozinho e mês das festas juninas. Porque não fazemos essa união na nossa comemoração?
Ainda por cima é fácil…. preparamos e novamente nossos convidados se servem.
Adoro fazer coletâneas, músicas, jogos sensacionais, lugares visitados e lugares a visitar… mas confesso que coletâneas que envolvem comida, são as melhores. Nessa relação, trago para vocês alguns molhos de churrasco que vão deixar seu assado ainda melhor.
Não é um ranking de molhos para churrasco e sim uma concentração de molhos, cada um com a sua função e seu objetivo.
O Aioli é um molho a base de ovos e alho. Relativamente fácil de preparar, funciona maravilhosamente com carnes bovinas e porco.
Dificuldade – Fácil
Acompanha – corte bovinos e corte suínos
2. Molho de Hortelã
Cada vez a carne de cordeiro está presente em nossos churrasco. Carrè, paleta, costela… o brasileiro cada vez mais busca essa carne saborosíssima e enriquece sua grelha.
Dificuldade – fácil
Acompanha – cordeiro e alguns corte suínos
3. Béarnaise
Apesar de não ser um ranking, esse talvez seja meu molho preferido em um churrasco, principalmente com carnes como a fraldinha. Passaria muito bem uma tarde de domingo com uma churrasqueiras, peças de fraldinha em tiras e um belo Molho Bearnaise. O ponto negativo é que esse pode ser considerado o molho mais difícil dessa lista.
Dificuldade – Difícil
Acompanha – carnes bovinas
4. Chimichurri
Nada mais argentino que um belo bife ancho com o mais argentino dos molhos de churrasco. Os uruguaios irão reclamar a origem do molho, mas ele é excelente independente de sua origem.
Dificuldade – fácil
Acompanha – cortes gordurosos
Já que estamos fazendo um tour por outras culturas, o BBQ é o molho mais americano de todos. Presente em 100% dos churrascos de hambúrguer do Texas (ok, esse dado não é cientificamente comprovado– não usem em seus trabalhos escolares), esse molho do churrasco
Dificuldade – média
Acompanha – hambúrgueres e costelas suínas
6. Molho a Campanha ou Vinagrete
Quando comecei essa lista, brinquei com alguns amigos que colocaria a farofa de cebola como uns dos molhos, pois ela é indispensável em churrascos, mas depois pensei melhor e coloquei o molho a campanha (ou vinagrete em muitos lugares do Brasil) para representa-la. Ele é simples de fazer, mas dá um certo trabalho. O resultado, vale muito a pena.
Dificuldade – média
Acompanha – TUDO, inclusive a farofa
E para carnes mais gordurosas? O que usar?
Essa salva verde é uma das respostas. Saborosa e aromática, fará um ótimo contraste.
Dificuldade – fácil
Acompanha – carnes com mais gordura
8. Chutney de damasco
Esse chutney é um coringa para mim. Ele funcionará para aquela carne de porco e funcionará também para algumas aves como peru ou até peito de frango.
Dificuldade – média
Acompanha – suínos e aves
9. Molho de tomate para pernil
Ao menos uma vez por ano eu compro pernil, faço uma bela marinada de 48 horas e preparo esse molho de tomate e cebola. A boa notícia é que ele funciona muito bem também com costelas.
Dificuldade – fácil
Acompanha – Pernil de porco e costela bovina
10. Maionese de ervas
Essa lista não seria uma coletânea se não tivesse minha receita de maionese verde de ervas.
E finalmente saiu a lista dos restaurantes premiados com estrelas Michelin no Brasil nesse ano de 2018. São Paulo foi agraciada com 17 estrelas (em 15 restaurantes) e o Rio ficou com as outras 5 estrelas (em 4 restaurantes) dessa edição.
Mais uma vez, Alex Atala e sem D.O.M. é o único com 2 estrelas (Atala ainda recebeu uma terceira estrela com o Dalva e Dito.
Estrelados Michelin 2018
D.O.M. – São Paulo
Seguindo sua missão de representar a gastronomia brasileira, o D.O.M. é soberano na avaliação do famoso guia com suas duas estrelas desde sua primeira versão.
Suas duas opções de menu degustação segue mantendo os comensais ávidos pelas estrelas reservando as mesas muito bem arrumadas da rua Barão de Capanema.
D.O.M.
R, Barão de Capanema, 549, Cerqueira César (11) 3088-0761. 12h/15h e 19h/23h (sex. e sáb., 19h/0h; fecha dom.). $$$$$
Tuju – São Paulo
Mais uma casa que serve apenas menu degustação nos dois turnos foi agraciada com as duas estrelas do guia mais famoso do mundo. O chef Ivan Ralston, conquistou duas estrelas em 2018 criando menus de acordo com a estação do ano.
Em seu menu mais recente, de outono, lançado em abril deste ano, Ralston serve itens como a torta de tupinambo com pasta de yuzu e o pombo com curry e banana. O menu-degustação de 12 etapas sai por R$ 350; e o de cinco etapas, R$ 160 (sem bebidas).
Tuju R.Fradique Coutinho, 1.248, Pinheiros. (11)2691-5548. 12h/15h e 19h30/23h (sex. 12h/15h e 19h30/0h; sáb. 13h/16h e 19h30/0h). $$$$$
Oro – Rio de Janeiro
Demonstrando porque tem se destacado tanto, o chef Felipe Bronze e seu restaurante Oro conquistaram duas estrelas no Guia Michelin 2018. Desde a reformulação em 2016, a cozinha coloca em destaque a brasa (assim como no seu programa Perto do Fogo
O menu criatividade, com 12 snacks, três pratos principais e uma sobremesa.
Oro R. General San Martin, 889, Leblon (21) 2540-8768. 19h30/23h (sáb., 13h/15h e 19h30/0h). $$$$$
Dalva e Dito – São Paulo
A terceira estrela de Alex Atala também é oriunda da culinária brasileira, porém com uma cozinha mais simples que a do D.O.M. Figura entre os restaurantes estrelados pelo Michelin
Atala também integra a lista 50 Best, dos 50 melhores restaurantes do mundo, na 16ª posição.
Dalva e Dito R. Padre João Manuel, 1.115, Cerqueira César. (11) 3068-4444. 12h/15h e 19h/0h (sex., 12h/15h e 19h/1h; sáb., 12h/16h30 e 19h/1h; dom., 12h/17h) $$$
Esquina Mocotó – São Paulo
Do chef Rodrigo Oliveira, que comanda também o tradicional Mocotó e o novo Balaio (na Av. Paulista), o Esquina Mocotó entrou no Michelin como Bib Gourmand (bom e barato, ao lado do Mocotó), mas em 2016 conquistou sua primeira estrela, que manteve. A casa oferece culinária paulistana contemporânea, focada no produto e com receitas autorais. Na foto, o nhoca, uma combinação delicada de nhoque de mandioca com tucupi, cogumelos, quiabo e queijo de cabra (R$ 48,90).
Esquina Mocotó Av. Nossa Sra do Loreto, 1100, Vila Medeiros. (11) 2949-7049. 12h/15h e 19h30/23h (sáb. 12h/17h e 19h30/23h; dom.12h/17h) $$$
Fasano – São Paulo
Sob o comando do chef italiano Luca Gozzani, o Fasano é um legítimo representante da gastronomia italiana em São Paulo seja com as opções do menu-desgutação, seja no menu a la carte do almoço
Fasano R.Vittorio Fasano, 88, Jardim Paulista. (11) 3896-4000. 19h/0h30 (sex. e séb.,19h/1h; fecha dom.). $$$$$
Huto – São Paulo
Comandado por Fábio Honda, está presente no guia Michelin com uma estrela desde a primeira edição, em 2015 apresentando uma gastronomia japonesa atual e moderna). Fica fora do circuito conhecido de restaurantes de São Paulo.
Huto Av. Jandira, 677, Moema. (11) 5052-6804. 19h/0h (fecha dom.).
Jun Sakamoto – São Paulo
O famoso chef “que não permite que o cliente se sirva livremente de Shoyu”, Jun Sakamoto conquista a estrela Michelin em 2018 no restaurante que leva seu nome. Sentados no balcão de frente para Jun, oito clientes por noite tem a chance de comer o menu-degustação com 16 peças de sushi, dois pratos e uma sobremesa
Jun Sakamoto R.Lisboa, 55, Pinheiros. (11) 3088-6019. 19h/0h (sáb. 19h/1h; fecha dom.) $$$$$
Kan Suke – São Paulo
Sob o comando do chef japonês Egashira Keisuke o restaurante de apenas 20 metros quadrados, figura na lista de 2018
O menu degustação com 12 sashimis, 8 sushi e 3 pratos quentes só pode ser degustado com reserva antecipada.
Kan Suke Av. Brigadeiro Luís Antônio, 2.367, Bela Vista. (11) 3266-3819. 11h30/14h e 18h/22h (fecha dom.)
Kinoshita – São Paulo
Mesmo com a saída de Tsuyoshi Murakami o Kinoshita manteve-se impecável. O também japonês Satoshi Kaneko trouxe sua inovação ao Kinohsita. Tem menu-degustação, com nove.
Kinoshita R. Jacques Félix, 405, V. Nova Conceição. (11) 3849-6940. 12h/15h e 19h/0h (sáb. 12h/16h e 19h/0h; fecha dom.) $$$$$
Kosushi – São Paulo
Aos 30 anos, a casa segue na lista do Michelin desde que esse chegou ao Brasil, Carlos Carvalho e o chef George Koshoji seguem à frente do restaurante que preza pela sazonalidade.
Helena Rizzo assumiu o voo solo na cozinha do Maní e fez muito bonito, como era de se esperar. Eleita a melhor chef mulher do mundo em 2014 reformulou o menu do Maní após a saída do chef catalão Daniel Redondo. São dois menus-degustaçãod de 5 ou 12 etapas, além do menu-executivo no almoço e pratos à la carte no jantar
Maní R,Joaquim Antunes, 210, Jardim Paulistano. (11) 3085-4148. 12h/15h e 20h/23h30 (sex. 12h/15h e 20h30/0h; sáb. 13h/16h e 20h30/0h; dom. 13h/16h; fecha seg.). $$$$$
Picchi – São Paulo
Repetidno seu desempenho de 2017, Pier Paolo Picchi exibe novamente a estrela do guia. Pratos da culinária italiana.. Picchi R. Oscar Freire, 533, Jardins (11) 3065-5560. 12h/15h e 19h/0h (sáb., 12h/16h e 19h/0h; dom., 12h/17h; fecha seg.) $$$
Ryo – São Paulo
Com o kaiseki – um menu-degustação com pratos frios e quentes baseado nas estações do ano, o chef Edson Yamashita fez o Ryo figurar na lista de estrelados. . O preço do menu varia conforme o número de pratos escolhidos: cinco, sete ou nove. Além da degustação a casa conta com menu executivo e opções a la carte no balcão
Ryo R. Pedroso Alvarenga, 665, Itaim Bibi. (11) 3881-8110. 12h/15h e 18h30/23h (qui. e sex., 12h/15h e 19h/23h; sáb., 12h30/16h e 19h/23h; fecha seg. e dom.).
Tangará – São Paulo
Em pleno Panamby o hotel Palácio Tangará emprestou o nome ao restaurante que já estréia com uma estrela. Tocada pelo Chef Felipe Rodrigues a cozinha serve o menu chef francês Jean-Georges Vongerichten misturando a cozinha europeia com o tempero asiático
Tangará R, Dep. Laércio Corte, 1.501, Panamby. (11) 4904-4040. 12h/15h e 19h/23 (sáb. e dom., 12h/16h e 19h/23h30) $$$$
Tête-à-Tête – São Paulo
Estabelecimentos fechados também são agraciados com a famosa estrela. Após ganhar sua primeira estrela em 2016 e repetir o feito o feito enquanto esteve aberta, a casa comandada pelo chef Gabriel Matteuzzi levou a honraria após o anuncio do seu fechamento no atual endereço. .
Com grande parte dos preparos a base de vegetais, o chef Rafael Costa e Silva serve dois menus-degustação em um imóvel de 1920 em Botafogo
Lasai R, Conde de Irajá, 191, Botafogo. (21) 3449-1834. 19h30/22h (fecha dom. e seg.). $$$$$
Mee – Rio de Janeiro
De dentro do Copacabana Palace, avisamos mais uma estrela carioca, em uma verdadeira viagem por sabores de vários países asiáticos
Mee
Copacabana Palace. Av. Atlântica, 1702, Copacabana. (21) 2545-8987. 19h/0h (qui. a sáb., 19h/1h). $$$$$
Olympe – Rio de Janeiro
A família Troisgros mantém a estrela desde a primeira conquista em 2015. No Olympe, podemos confrontar as técnicas tradicionais da gastronomia francesa com os ingredientes brasileiros. A quatro mãos, Claude e Thiago Troisgros apresentam menu degustação, opções a la carte e menu executivo no almoç.
Olympe R. Custódio Serrão, 62, Lagoa. (21) 2539-4542. 19h30/0h. $$$$$
Carne é carne, vegetais são vegetais. O uso de nomes associando preparos essencialmente vegetarianos à comidas vegetarianas que tradicionalmente utilizam proteínas de origem animais está proibido na França.
Após votação dos parlamentares franceses, o uso dessa nomenclatura passou a ser proibido no país da manteiga.
Entre os termos proibido estão : “hambúrguer”, “bife”, “salsicha” ou “filé” para descrever alimentos que não contêm carne, como fatias de “presunto” ou tortas de “frango” feitas de soja ou trigo.
Produtos lácteos também se incluem na proibição
Logo, hambuguer vegetariano, leite vegano, carne moída de soja, entre outros termos estão proibidos de serem usados. A alegação do parlamento é de que a utilização desses termos enganam os consumidores.
Ressalta-se que a a proibição também se aplicará às alternativas lácteas,
Essa proibição não é uma novidade. Em 2017, o Tribunal de Justiça Europeu julgou que produtos de soja e tofu não poderiam ser comercializados como “leite” “queijo” ou “manteiga”.
Caso os produtores de alimentos insistam na utilização de tais termos, as multas previstas podem chegar até € 300.000.
As Reações
Wendy Higgins, da Humane Society International, disse: “É uma pena que, em vez de abraçar comida vegana e vegetariana, a França tenha adotado uma posição de paranoia defensiva. Mas, no fim das contas, isso não impedirá a ascensão da comida compassiva.” Os benefícios éticos e ecológicos prevalecerão independentemente do que você chamar de produtos ”.
Já na Grã-Bretanha, a reação foi dividida entre a dúvida de a indústria de carne francesa estava se sentindo ameaçada pelo aumento da popularidade da comida vegana; outros duvidavam que os consumidores fossem confundidos.
Um deles disse: “Isso é ridículo. Agora posso dizer que nenhum carnívoro comprou salsichas veganas pensando que estavam comprando carne.”