Festas regionais e temáticas são sempre uma grande atração cultural de um país, seja por parte da população nacional seja por parte dos turistas. Estes encontros são sempre grandes festas e celebrações das mais diversas categorias, desde religião, música e até mesmo culinária. Dois dos maiores festivais brasileiros são o Carnaval e as Festas Juninas, sendo que o Carnaval é uma festividade conhecida internacionalmente e popular em outros países. O Carnaval marca um período antes da Páscoa, precedendo a quarta-feira de cinzas, e é reconhecida como o “Maior Espetáculo na Terra” por parte dos brasileiros.
Qualquer que seja o festival que visite no Brasil, pode sempre encontrar algumas das comidas mais tradicionais! As pratadas fazem sempre qualquer um sentir em casa, mas e se pudesse recriar os seus pratos preferidos das épocas festivas a partir de casa? Aqui ficam algumas sugestões de receitas que deve de experimentar em casa para trazer o sabor das festividades para toda a família.
Comidas
Bolinhos de bacalhau: Uma mistura de batata e bacalhau frito é uma verdadeira delícia portuguesa. Com um exterior crocante e um interior cremoso, bolinhos de bacalhau são um snack que pode encontrar em bares, restaurantes e em carrinhos de comida.
Aipim/mandioca frito: Sendo que a planta da cassava é um dos ingredientes mais populares do Brasil, faz sentido que seja um elemento típico das comidas de rua. Uma substituição de batatas fritas, a cassava frita é cortada em tiras e frita, sendo um snack crocante bastante simples de fazer.
Coxinha: Uma opção de carne para um petisco parecido com o bolinho de bacalhau, a coxinha de frango é frita mantendo uma textura cremosa no interior. Recheios da coxinha variam desde vegetais como cenoura e ervilha ou outras variedades de queijo.
Pão de Queijo: Uma adição excelente para o café da manhã ou simplesmente um snack para durante o dia, o pai de queijo é um clássico originado nas Minas Gerais. Este pão pode ser combinado com outros queijos ou até mesmo marmeladas e recheios, mas muito preferem esta variedade de pão fofa simples e na sua forma natural.
Caldinho de feijão: Pode parecer um pouco surpresa para estrangeiros que uma sopa seja uma refeição tradicional dos carrinhos de comida na rua. A sopa de feijão é uma das comidas mais populares das ruas do Brasil, e é adaptada em cada região do país dependendo do feijão mais típico da zona. Apesar do ingrediente principal ser o feijão, outro importante aditivo para extremo sabor é variados cortes de carne de porco.
Continuando com as dicas para receber os amigos durante a copa, nenhuma recepção é uma recepção, sem termos algumas bebidas para acompanhar os petiscos. Separamos então uma seleção de bebidas para ver os jogos da copa.
Cerveja, caipirinha e afins são básicas. Aqui pretendo mostrar algumas bebidas que podem ser feitos em volume e assim não atrapalham a sua comemoração.
A Itália está fora da copa, mas podemos lembrar dos amigos Italianos com esse famoso coquetel. A facilidade da receita, ajuda que você faça em grandes volumes e sirva em jarras, assim seus convidados podem se servir sozinhos.
Agora são os espanhóis que nos ajudarão aqui. A mistura de frutas e vinho em potes fará muito sucesso nos jogos do final da manhã e nos jogos da tarde, facilitando assim esticar as comemorações.
3) Clericot
Já que estamos passeando pela Europa, chegamos na França com a “versão clara” da Sangria.
4) Mimosa
A combinação suco de laranja e champagne funciona para todos os horários, inclusive para o café da manhã nos jogos as 9 da manhã.
Os Mexicanos são um povo bem alegre. Muito disso se deve à tequila e às margaritas. Outro coquetel que pode ser feito em maior volume e permitem a facilidade de cada um se servir.
A Copa cai no meio de junho. Friozinho e mês das festas juninas. Porque não fazemos essa união na nossa comemoração?
Ainda por cima é fácil…. preparamos e novamente nossos convidados se servem.
Adoro fazer coletâneas, músicas, jogos sensacionais, lugares visitados e lugares a visitar… mas confesso que coletâneas que envolvem comida, são as melhores. Nessa relação, trago para vocês alguns molhos de churrasco que vão deixar seu assado ainda melhor.
Não é um ranking de molhos para churrasco e sim uma concentração de molhos, cada um com a sua função e seu objetivo.
O Aioli é um molho a base de ovos e alho. Relativamente fácil de preparar, funciona maravilhosamente com carnes bovinas e porco.
Dificuldade – Fácil
Acompanha – corte bovinos e corte suínos
2. Molho de Hortelã
Cada vez a carne de cordeiro está presente em nossos churrasco. Carrè, paleta, costela… o brasileiro cada vez mais busca essa carne saborosíssima e enriquece sua grelha.
Dificuldade – fácil
Acompanha – cordeiro e alguns corte suínos
3. Béarnaise
Apesar de não ser um ranking, esse talvez seja meu molho preferido em um churrasco, principalmente com carnes como a fraldinha. Passaria muito bem uma tarde de domingo com uma churrasqueiras, peças de fraldinha em tiras e um belo Molho Bearnaise. O ponto negativo é que esse pode ser considerado o molho mais difícil dessa lista.
Dificuldade – Difícil
Acompanha – carnes bovinas
4. Chimichurri
Nada mais argentino que um belo bife ancho com o mais argentino dos molhos de churrasco. Os uruguaios irão reclamar a origem do molho, mas ele é excelente independente de sua origem.
Dificuldade – fácil
Acompanha – cortes gordurosos
Já que estamos fazendo um tour por outras culturas, o BBQ é o molho mais americano de todos. Presente em 100% dos churrascos de hambúrguer do Texas (ok, esse dado não é cientificamente comprovado– não usem em seus trabalhos escolares), esse molho do churrasco
Dificuldade – média
Acompanha – hambúrgueres e costelas suínas
6. Molho a Campanha ou Vinagrete
Quando comecei essa lista, brinquei com alguns amigos que colocaria a farofa de cebola como uns dos molhos, pois ela é indispensável em churrascos, mas depois pensei melhor e coloquei o molho a campanha (ou vinagrete em muitos lugares do Brasil) para representa-la. Ele é simples de fazer, mas dá um certo trabalho. O resultado, vale muito a pena.
Dificuldade – média
Acompanha – TUDO, inclusive a farofa
E para carnes mais gordurosas? O que usar?
Essa salva verde é uma das respostas. Saborosa e aromática, fará um ótimo contraste.
Dificuldade – fácil
Acompanha – carnes com mais gordura
8. Chutney de damasco
Esse chutney é um coringa para mim. Ele funcionará para aquela carne de porco e funcionará também para algumas aves como peru ou até peito de frango.
Dificuldade – média
Acompanha – suínos e aves
9. Molho de tomate para pernil
Ao menos uma vez por ano eu compro pernil, faço uma bela marinada de 48 horas e preparo esse molho de tomate e cebola. A boa notícia é que ele funciona muito bem também com costelas.
Dificuldade – fácil
Acompanha – Pernil de porco e costela bovina
10. Maionese de ervas
Essa lista não seria uma coletânea se não tivesse minha receita de maionese verde de ervas.
E finalmente saiu a lista dos restaurantes premiados com estrelas Michelin no Brasil nesse ano de 2018. São Paulo foi agraciada com 17 estrelas (em 15 restaurantes) e o Rio ficou com as outras 5 estrelas (em 4 restaurantes) dessa edição.
Mais uma vez, Alex Atala e sem D.O.M. é o único com 2 estrelas (Atala ainda recebeu uma terceira estrela com o Dalva e Dito.
Estrelados Michelin 2018
D.O.M. – São Paulo
Seguindo sua missão de representar a gastronomia brasileira, o D.O.M. é soberano na avaliação do famoso guia com suas duas estrelas desde sua primeira versão.
Suas duas opções de menu degustação segue mantendo os comensais ávidos pelas estrelas reservando as mesas muito bem arrumadas da rua Barão de Capanema.
D.O.M.
R, Barão de Capanema, 549, Cerqueira César (11) 3088-0761. 12h/15h e 19h/23h (sex. e sáb., 19h/0h; fecha dom.). $$$$$
Tuju – São Paulo
Mais uma casa que serve apenas menu degustação nos dois turnos foi agraciada com as duas estrelas do guia mais famoso do mundo. O chef Ivan Ralston, conquistou duas estrelas em 2018 criando menus de acordo com a estação do ano.
Em seu menu mais recente, de outono, lançado em abril deste ano, Ralston serve itens como a torta de tupinambo com pasta de yuzu e o pombo com curry e banana. O menu-degustação de 12 etapas sai por R$ 350; e o de cinco etapas, R$ 160 (sem bebidas).
Tuju R.Fradique Coutinho, 1.248, Pinheiros. (11)2691-5548. 12h/15h e 19h30/23h (sex. 12h/15h e 19h30/0h; sáb. 13h/16h e 19h30/0h). $$$$$
Oro – Rio de Janeiro
Demonstrando porque tem se destacado tanto, o chef Felipe Bronze e seu restaurante Oro conquistaram duas estrelas no Guia Michelin 2018. Desde a reformulação em 2016, a cozinha coloca em destaque a brasa (assim como no seu programa Perto do Fogo
O menu criatividade, com 12 snacks, três pratos principais e uma sobremesa.
Oro R. General San Martin, 889, Leblon (21) 2540-8768. 19h30/23h (sáb., 13h/15h e 19h30/0h). $$$$$
Dalva e Dito – São Paulo
A terceira estrela de Alex Atala também é oriunda da culinária brasileira, porém com uma cozinha mais simples que a do D.O.M. Figura entre os restaurantes estrelados pelo Michelin
Atala também integra a lista 50 Best, dos 50 melhores restaurantes do mundo, na 16ª posição.
Dalva e Dito R. Padre João Manuel, 1.115, Cerqueira César. (11) 3068-4444. 12h/15h e 19h/0h (sex., 12h/15h e 19h/1h; sáb., 12h/16h30 e 19h/1h; dom., 12h/17h) $$$
Esquina Mocotó – São Paulo
Do chef Rodrigo Oliveira, que comanda também o tradicional Mocotó e o novo Balaio (na Av. Paulista), o Esquina Mocotó entrou no Michelin como Bib Gourmand (bom e barato, ao lado do Mocotó), mas em 2016 conquistou sua primeira estrela, que manteve. A casa oferece culinária paulistana contemporânea, focada no produto e com receitas autorais. Na foto, o nhoca, uma combinação delicada de nhoque de mandioca com tucupi, cogumelos, quiabo e queijo de cabra (R$ 48,90).
Esquina Mocotó Av. Nossa Sra do Loreto, 1100, Vila Medeiros. (11) 2949-7049. 12h/15h e 19h30/23h (sáb. 12h/17h e 19h30/23h; dom.12h/17h) $$$
Fasano – São Paulo
Sob o comando do chef italiano Luca Gozzani, o Fasano é um legítimo representante da gastronomia italiana em São Paulo seja com as opções do menu-desgutação, seja no menu a la carte do almoço
Fasano R.Vittorio Fasano, 88, Jardim Paulista. (11) 3896-4000. 19h/0h30 (sex. e séb.,19h/1h; fecha dom.). $$$$$
Huto – São Paulo
Comandado por Fábio Honda, está presente no guia Michelin com uma estrela desde a primeira edição, em 2015 apresentando uma gastronomia japonesa atual e moderna). Fica fora do circuito conhecido de restaurantes de São Paulo.
Huto Av. Jandira, 677, Moema. (11) 5052-6804. 19h/0h (fecha dom.).
Jun Sakamoto – São Paulo
O famoso chef “que não permite que o cliente se sirva livremente de Shoyu”, Jun Sakamoto conquista a estrela Michelin em 2018 no restaurante que leva seu nome. Sentados no balcão de frente para Jun, oito clientes por noite tem a chance de comer o menu-degustação com 16 peças de sushi, dois pratos e uma sobremesa
Jun Sakamoto R.Lisboa, 55, Pinheiros. (11) 3088-6019. 19h/0h (sáb. 19h/1h; fecha dom.) $$$$$
Kan Suke – São Paulo
Sob o comando do chef japonês Egashira Keisuke o restaurante de apenas 20 metros quadrados, figura na lista de 2018
O menu degustação com 12 sashimis, 8 sushi e 3 pratos quentes só pode ser degustado com reserva antecipada.
Kan Suke Av. Brigadeiro Luís Antônio, 2.367, Bela Vista. (11) 3266-3819. 11h30/14h e 18h/22h (fecha dom.)
Kinoshita – São Paulo
Mesmo com a saída de Tsuyoshi Murakami o Kinoshita manteve-se impecável. O também japonês Satoshi Kaneko trouxe sua inovação ao Kinohsita. Tem menu-degustação, com nove.
Kinoshita R. Jacques Félix, 405, V. Nova Conceição. (11) 3849-6940. 12h/15h e 19h/0h (sáb. 12h/16h e 19h/0h; fecha dom.) $$$$$
Kosushi – São Paulo
Aos 30 anos, a casa segue na lista do Michelin desde que esse chegou ao Brasil, Carlos Carvalho e o chef George Koshoji seguem à frente do restaurante que preza pela sazonalidade.
Helena Rizzo assumiu o voo solo na cozinha do Maní e fez muito bonito, como era de se esperar. Eleita a melhor chef mulher do mundo em 2014 reformulou o menu do Maní após a saída do chef catalão Daniel Redondo. São dois menus-degustaçãod de 5 ou 12 etapas, além do menu-executivo no almoço e pratos à la carte no jantar
Maní R,Joaquim Antunes, 210, Jardim Paulistano. (11) 3085-4148. 12h/15h e 20h/23h30 (sex. 12h/15h e 20h30/0h; sáb. 13h/16h e 20h30/0h; dom. 13h/16h; fecha seg.). $$$$$
Picchi – São Paulo
Repetidno seu desempenho de 2017, Pier Paolo Picchi exibe novamente a estrela do guia. Pratos da culinária italiana.. Picchi R. Oscar Freire, 533, Jardins (11) 3065-5560. 12h/15h e 19h/0h (sáb., 12h/16h e 19h/0h; dom., 12h/17h; fecha seg.) $$$
Ryo – São Paulo
Com o kaiseki – um menu-degustação com pratos frios e quentes baseado nas estações do ano, o chef Edson Yamashita fez o Ryo figurar na lista de estrelados. . O preço do menu varia conforme o número de pratos escolhidos: cinco, sete ou nove. Além da degustação a casa conta com menu executivo e opções a la carte no balcão
Ryo R. Pedroso Alvarenga, 665, Itaim Bibi. (11) 3881-8110. 12h/15h e 18h30/23h (qui. e sex., 12h/15h e 19h/23h; sáb., 12h30/16h e 19h/23h; fecha seg. e dom.).
Tangará – São Paulo
Em pleno Panamby o hotel Palácio Tangará emprestou o nome ao restaurante que já estréia com uma estrela. Tocada pelo Chef Felipe Rodrigues a cozinha serve o menu chef francês Jean-Georges Vongerichten misturando a cozinha europeia com o tempero asiático
Tangará R, Dep. Laércio Corte, 1.501, Panamby. (11) 4904-4040. 12h/15h e 19h/23 (sáb. e dom., 12h/16h e 19h/23h30) $$$$
Tête-à-Tête – São Paulo
Estabelecimentos fechados também são agraciados com a famosa estrela. Após ganhar sua primeira estrela em 2016 e repetir o feito o feito enquanto esteve aberta, a casa comandada pelo chef Gabriel Matteuzzi levou a honraria após o anuncio do seu fechamento no atual endereço. .
Com grande parte dos preparos a base de vegetais, o chef Rafael Costa e Silva serve dois menus-degustação em um imóvel de 1920 em Botafogo
Lasai R, Conde de Irajá, 191, Botafogo. (21) 3449-1834. 19h30/22h (fecha dom. e seg.). $$$$$
Mee – Rio de Janeiro
De dentro do Copacabana Palace, avisamos mais uma estrela carioca, em uma verdadeira viagem por sabores de vários países asiáticos
Mee
Copacabana Palace. Av. Atlântica, 1702, Copacabana. (21) 2545-8987. 19h/0h (qui. a sáb., 19h/1h). $$$$$
Olympe – Rio de Janeiro
A família Troisgros mantém a estrela desde a primeira conquista em 2015. No Olympe, podemos confrontar as técnicas tradicionais da gastronomia francesa com os ingredientes brasileiros. A quatro mãos, Claude e Thiago Troisgros apresentam menu degustação, opções a la carte e menu executivo no almoç.
Olympe R. Custódio Serrão, 62, Lagoa. (21) 2539-4542. 19h30/0h. $$$$$
Carne é carne, vegetais são vegetais. O uso de nomes associando preparos essencialmente vegetarianos à comidas vegetarianas que tradicionalmente utilizam proteínas de origem animais está proibido na França.
Após votação dos parlamentares franceses, o uso dessa nomenclatura passou a ser proibido no país da manteiga.
Entre os termos proibido estão : “hambúrguer”, “bife”, “salsicha” ou “filé” para descrever alimentos que não contêm carne, como fatias de “presunto” ou tortas de “frango” feitas de soja ou trigo.
Produtos lácteos também se incluem na proibição
Logo, hambuguer vegetariano, leite vegano, carne moída de soja, entre outros termos estão proibidos de serem usados. A alegação do parlamento é de que a utilização desses termos enganam os consumidores.
Ressalta-se que a a proibição também se aplicará às alternativas lácteas,
Essa proibição não é uma novidade. Em 2017, o Tribunal de Justiça Europeu julgou que produtos de soja e tofu não poderiam ser comercializados como “leite” “queijo” ou “manteiga”.
Caso os produtores de alimentos insistam na utilização de tais termos, as multas previstas podem chegar até € 300.000.
As Reações
Wendy Higgins, da Humane Society International, disse: “É uma pena que, em vez de abraçar comida vegana e vegetariana, a França tenha adotado uma posição de paranoia defensiva. Mas, no fim das contas, isso não impedirá a ascensão da comida compassiva.” Os benefícios éticos e ecológicos prevalecerão independentemente do que você chamar de produtos ”.
Já na Grã-Bretanha, a reação foi dividida entre a dúvida de a indústria de carne francesa estava se sentindo ameaçada pelo aumento da popularidade da comida vegana; outros duvidavam que os consumidores fossem confundidos.
Um deles disse: “Isso é ridículo. Agora posso dizer que nenhum carnívoro comprou salsichas veganas pensando que estavam comprando carne.”
Nosso enviado especial em Miami visitou o famoso Nusr-Et, restaurante do Salt Bae. Confira a opinião do Alexandre Jungermann lá de Miami.
O Nusr-Et
Eu confesso que não sabia que existia uma filial do Nusr-Et em Miami mas quando me convidaram, achei que seria um restaurante interessante de se conhecer.
Errei. É bem mais que interessante. O ambiente não foge muito ao padrão deste tipo de restaurante, mas a atmosfera – essa sim – é espetacular. A comida idem.
A razão disto tem um nome: Nusret Gökçe, mais conhecido como “Salt Bae”.
Se você ainda não associou o nome à pessoa, trata-se do famoso chef e (web celebridade) que tempera suas carnes com um característico malabarismo, colocando sal do alto, passando pelo cotovelo, como se pode ver na foto abaixo e em diversos vídeos e fotos espalhados pela web.
Ele não estava lá, mas sua marca está impregnada e totalmente visível, já que os garçons se comportam à sua imagem e semelhança.
Os pratos servidos
Começamos com um Steak Tartar, feito com tenderloin (Filet Mignon no Brasil)
Completamente preparado na frente do cliente, é cortado na ponta da faca e leva cognac, tabasco, ketchup e mostarda dijon em seu preparo.
Após ser enformado, recebe uma generosa cobertura de batata palha, o que faz com que torradas sejam totalmente dispensáveis.
Em seguida, experimentei o NUSRET SPAGHETTI.
O prato recebe este nome porque as finas (mesmo!) lascas de carne, bem assadas e saborosas, podem ser enroladas no garfo.
Completamos a refeição com um belo rib eye, desossado à mesa por um bem treinado garçom, que repetindo os trejeitos do chefe (com e mesmo, porque falo aqui do dono do restaurante), fatiou a peça com precisão – e uma boa dose de show off.
Para acompanhar, aspargos assados, purê de batatas e espinafre. Todos saborosos mas devidamente restritos à posição que lhes cabe: meros acompanhamentos, que nem de longe ofuscam o brilho da estrela principal.
Para encerrar, chá turco (cortesia) e a melhor Baklava que já comi na vida.
Uma generosa fatia, aberta ao meio na nossa frente e recheada com uma bola de sorvete de baunilha, que agrada mais pela consistência do que pelo gosto (É um simples sorvete de baunilha, afinal).
Vale pela experiência embora – com o perdão do trocadilho – o preço seja extremamente salgado 😉
Antecipar tendências e movimentos da gastronomia talvez seja a tarefa mais difícil e ao mesmo tempo recompensadora das pessoas envolvidas diretamente com gastronomia, porém alguns desses movimentos parecem repetições de momentos anteriores. A Zitogastronomia é um desses casos, porém com um ingrediente (me perdoem o trocadilho) a mais.
Por definição, O prefixo ”ZITO” vem do latim “zythum” e do grego “zithos” e significa “bebida feita a partir da fermentação da cevada germinada, fabricada pelos antigos egípcios”, – a nossa cerveja. Logo, essa definição faz com que a Zitologia seja a ciência que estuda a produção e os aspectos relativos às cervejas.
Cerveja é o elemento principal da zitogastronomia
Inicialmente, zitogastronomia era considerada a arte da harmonização de alimentos e cervejas, que no inicio da década de 2010 começou a ganhar força inspirada na harmonização de vinhos.
Atualmente, muitos especialistas consideram a harmonização apenas um dos elementos do movimento e passaram a considerar que a utilização de sabores, aromas e até mesmo de matéria prima de cervejas nos preparos de alimentos, como zitogastronomia.
Harmonizando com cervejas
Quando harmonizamos pratos com bebidas, buscamos sempre ampliar sabores e sensações, tomando sempre o cuidado de não sobrepor um sabor ao outro. É muito comum, um dos dois elementos da harmonização ganhar sabores com a ajuda do outro.
Ancho com molho de pimenta, com cerveja MF na produção
Simplificando bastante o processo de harmonização, temos a harmonização por corte (quando o amargor da cerveja, por exemplo, quebra a gordura presente no alimento ou sua carbonatação diminui a cremosidade), por contraste (unindo características diferentes para favorecer alguma delas – amargor com doçura, refrescância com picância) e por semelhança (como o próprio nome diz, as características se unem para uma completa experiência sensorial).
5 DICAS SIMPLES DE HARMONIZAÇÃO
Cervejas leves acompanham comidas leves, enquanto cervejas mais intensas e encorpadas acompanham comidas pesadas e gordurosas
Se você já está acostumado a harmonizações com vinhos, uma comparação simplista que pode ser feita é pensar que cervejas ALE são como vinho tinto e LAGERS como vinho branco.
Cada estilo de cerveja possui um tipo de copo ou taça para melhor apreciação dos sabores. Uma taça coringa é a taça ISO (International Standards Organization), criada em 1970. Ela é uma espécie de taça coringa, pois serve para todos os tipos de vinho. É muito utilizada para degustações técnicas, para que possa ser mantida uma referência entre diversos tipos de fermentado.
Se está iniciando na harmonização de cervejas, comece por estilos mais leves.
A sequencia das cervejas a serem servidas é essencial para uma boa harmonização. Comece sempre pelas mais leves – tanto no sabor, no corpo e no teor alcóolico.
Gelato de lúpulo com malte
Quais ingredientes podemos usar na Zitogastronomia?
Como nem só de harmonização se faz uma boa Zitogastronomia, o uso de ingredientes e das próprias cervejas passaram a fazer parte do preparo.
Com base na lei da pureza alemã de 1516 (REINHEITSGEBOT), uma cerveja é feita por malte de cevada, lúpulo e água, logo, além da própria cerveja, usa-se o malte de cevada e o lúpulo na produção dos alimentos. Com isso, transferimos sabores, texturas, aromas, cores, sensações e principalmente combinações na harmonização dos pratos.
Sorvete de nata e caramelo de cerveja.
Eis que surge o questionamento: “Mas na minha família, usamos cerveja preta para fazer carne de panela, há muito tempo. Isso é Zitogastronomia?”
Sim, podemos considerar que muitos elementos da culinária se tornam base da Zitogastronomia e inspirando chefs na criação dos menus.
Onde consumir
Um exemplo disso, são as experiências que a Sociedade Líquida vem propiciando aos porto alegrenses desde o final de 2017. Na recém-inaugurada casa, 15 torneiras de chopp da marca MF – uma das mais respeitadas cervejas artesanais do Brasil, feitas pelas mãos do cervejeiro Elenilton Baretta, o “Mestre Pito”, de Gramado – RS, são combinadas e utilizadas em preparos.
De costeletas de cordeiro cozidas com o estilo Belgian Ale, passando pelo bife ancho com molho de pimenta e chegando ao sorvete de nata com malte e calda de caramelo com cerveja Latzenbier, todos os preparos unem cervejas e seus elementos à uma das variedades presentes nas 15 torneiras. Segundo Klaus Dinnebier “As cervejas MF são muito ricas em sabor e merecem protagonismo nas receitas e pratos. Por isso trabalhamos com o conceito de zitogastronomia. Não é raro ver nosso chef coletar direto das torneiras um ou mais estilos de cerveja para finalizar uma receita e dar a identidade da casa ao nosso cardápio”
Todos os anos eu repito algumas tarefas, sempre nas duas primeiras semanas. Analiso uma série de dados do site e comparo com os dados dos anos anteriores. As receitas mais vistas do ano, os termos de busca (a forma como vocês chegam até o Homem na Cozinha) no google, sites e redes sociais que mais enviam acesso, etc.
Esse ano resolvi dar uma inovada e contar algumas das coisas para vocês, como por exemplo as 10 receitas mais acessadas no ano.
Entra ano e sai ano, essa receita continua sendo a mais acessada do site. O sonho de ter as famosas batatas crocantes por fora e macias por dentro continua no topo das pesquisas.
Essa receita tem dois fatos muito interessantes ligados à ela:
A receita é a junção de algumas técnicas para chegar próximo ao resultado da lanchonete. Ninguém nunca disse que seria simples : )
Essa receita foi durante uns 5 anos o primeiro resultado para “massa de pastel de feira” no Google e ainda é muito acessada por quem vem de lá.
Nesse post eu conto alguns truques e segredos para ter aquele pastel sequinho e crocante, igualzinho aos da feira. Desde 2007, quando postei essa receita, tenho recebido agradecimentos de brasileiros que moram na Austrália, Estados Unidos, Canadá, Mônaco… pois finalmente conseguiram matar a saudade de casa.
Essa foto é do pastel que fizemos na minha conclusão de curso da faculdade.
Quem tem mais de 30/35 anos com certeza se lembram daqueles aniversários que tinham bolo que vinham embrulhados em papel alumínio. Essa foi minha proposta quando criei esse bolo.
Foram alguns testes antes de fechar essa receita que publiquei.
Use a abuse do bolo se você gosta de bolos molhados.
Adoro conservas. Essa explicação de como fazer conserva de pimenta foi dada na primeira grande campanha publicitária com blogueiros feita no youtube, lá bem no começo dessa onda de blogs 🙂
Sim, você pode mudar os tipos de pimenta, colocar cachaça, etc etc etc
Essa receita é o grande coringa da minha vida. Ela é rápida e ajuda muito quando chegam visitam inesperadamente. Ela ajuda na “limpa” da geladeira com as sobrinhas.
O legal dessa torta é a versatilidade, tanto que ele é replicada em vários sites de dicas práticas. Merece mesmo estar entre as receitas mais vistas de 2017.
Quando eu viajo de carro, sempre paro nos postos de gasolina da estrada para comer uma fatia de pão de semolina na Chapa. Até onde eu sei, esse pão começou a ser vendido na rede Frango Assado nas estradas de São Paulo.
Obviamente, comecei alguns (muitos na realidade) testes até chegar a uma receita que ficasse muito parecida para ser feita no forno residencial.
DICA – Se não sovar o suficiente (isto é, MUITO), a receita não dá certo.
Essa receita na realidade é uma técnica culinária. A calda de açúcar é um passo muito importante em grande parte da confeitaria. Eu resolvi escrever a receita da forma mais simplificada que consegui, pois eu vivia recebendo pedidos de ajuda sobre “como faz calda de açúcar”.
Por estar entre as receitas mais vistas de 2017, acho que não eram só meus amigos que tinham essa dúvida hehehhehe
Essa receita eu vi em um livro de receitas para crianças, em inglês, cheio de ingredientes que não temos por aqui. O que eu fiz??? TESTES… e mais TESTES… seguindo o formato proposto no livro. Eis que surgiu…. a pizza da Hut… Muito, mas muito parecida com a pizza de muçarela. Testa aí e me conta.
Esse foi o primeiro post de um projeto que eu tinha de criar receitas para serem feitas na Airfryer que foi suspenso por “não tenho mais airfryer”. Acho que o projeto seria bem promissor…
Se você gostou das receitas mais vistas de 2017, acredito que irá gostar do próximo post. As postagens mais vistas de 2017. Aguarde.
A Ford lançou hoje, dia 23 de novembro o New Fiesta 2018 com um evento em seu campo de provas em Tatuí. A atualização do veículo vem inspirada no no modelo que é hoje o maior ícone de tecnologia e inovação da marca: o Ford GT. As linhas usadas na criação do novo para-choque seguem o mesmo grafismo do superesportivo. Além disso, o New Fiesta agrega também elementos de sofisticação, trazendo referências da moda e joalheria em elementos que harmonizam brilhos e texturas para realçar a sua proposta esportiva e arrojada.
Segundo Fábio Sandrin – gerente de design da Ford América do Sul “O desenho da nova frente foi construído de baixo para cima, a partir de uma base larga e complementada por elementos verticais. Utilizamos a profundidade entre os elementos para aproveitar a reflexão de luz, criando percepção de volume e o efeito de escultura”.
Lançado em 1995 e com 1,8 milhões de unidades o Fiesta é um dos compactos mais vendidos do mundo e um dos principais produtos do portfólio da marca.
Tecnologia e segurança
A nova linha New Fiesta 2018 apostou muito em conforto, conectividade e segurança, agregando novas tecnologias que dão a oportunidade do primeiro contato com atributos disponíveis somente em produtos de categorias superiores.
A câmera de ré é uma novidade que aumenta a segurança e facilita as manobras, junto com o sensor de estacionamento. Integrada à tela do sistema SYNC 3, ela permite uma ampla visualização da parte traseira, com imagem de alta resolução apoiada por recursos gráficos.
O carro é o único na categoria com sete airbags e apresenta equipamentos como chave com sensor para acesso inteligente e botão de partida Ford Power, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis e bancos de couro na versão de topo.
Já o SYNC 3 permite fazer e receber ligações e mensagens de SMS, selecionar estações de rádio e músicas sem precisar tirar as mãos do volante e acessar vários aplicativos por meio da interface SYNC AppLink. A versão Titanium oferece, adicionalmente, sistema de navegação de última geração. Visando segurança, o SYNC 3 dispõe também da Assistência de Emergência, que faz uma ligação automática ao serviço de urgência, SAMU, através de um celular conectado em caso de acidente com acionamento dos airbags ou corte da bomba de combustível.
New Fiesta 2018 – Versões e preços
A linha New Fiesta 2018 é formada pelas versões 1.6 Sigma SE, SE Style, SE Plus AT, SEL manual e automática, Titanium AT e Titanium Plus AT, além da EcoBoost SEL Style AT.