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Maria Mole

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originalmente postado dia 9 de agosto de 2007

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JAC T40 – levei um chinês passar calor no litoral

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Algum tempo atrás eu estava em uma roda de jornalistas e blogueiros do mundo do vinho em um bate papo com o Galvão Bueno, que além de locutor e jornalista é proprietário da Bueno Wines. Nessa conversa, ele nos disse que certa vez, quando estava entrando no mundo dos vinhos em uma reunião com Michel Rolland – enólogo francês especialista em vinho Bordeaux – e lhe perguntou qual seria o grande defeito do vinho brasileiro. Eis que ele ouviu:

“Galvão o problema do vinho brasileiro não é a qualidade, é o preconceito.”

Usando essa frase do Michel Rolland, eu permito uma breve adaptação do assunto e digo, depois de 3000 km a bordo de um JAC T40 eu posso dizer que o “problema dos carros chineses, é o preconceito”.

Nosso chinês recebendo uma brisa do mar gaúcho.

Porque levar um JAC para o Rio Grande do Sul?

Quando comentei com meu amigo Richard do Rmax que viria novamente para o sul de carro, ele me disse: “vou te apresentar à equipe da JAC para você e quem sabe você vai para lá com um carro deles”. Dito e feito, trouxe um SUV chinês para passear no litoral do Rio Grande do Sul, em mais uma Road trip com a família.

A JAC Motors me ofereceu através desse contato do Richard um T40 CVT. O Crossover chinês seria um desafio para 4 pessoas e um Scottish Terrier, mas missão dada é missão cumprida. Refiz alguns dos planos de bagagem e segui à risca as minhas dicas de montagem de porta malas . Tivemos de deixar algumas coisas, mas faz parte do processo de testar um carro urbano na estrada. E como meu spoiller do início do texto já dá entender, não me arrependi do teste.

O JAC T40 CVT

Eu poderia fazer uma análise técnica do carro, falando de cada um dos itens de série do carro, porém prefiro deixar isso para a ficha técnica no final do texto. Aqui eu prefiro falar do carro que dirigi de São Paulo à Tramandaí e pelo litoral gaúcho, do conforto interno à segurança

Componentes de Série do JAC T40

Saímos de São Paulo às 5 e meia da manhã de um sábado chuvoso e já de cara a primeira supresa com o limpador de para-brisa com regulagem automática de velocidade.

E a chuva persistiu de São Paulo até quase Curitiba, com trechos de intensidade maior, menor e pude sentir a influencia dos controles de Estabilidade (ESC) e o de Tração (TCS), além do ABS e do assistente de frenagem de emergência (BAS) que me salvou em uma situação complicadíssima na Serra do Cafezal – um caminhão vazio, passou ultrapassando diversos carros pela direita – SIM, PELA DIREITA – e mais à frente, quase torceu em uma curva.

Mesmo em um JAC T40, a tensão de uma estrada chuvosa na minha cara.

O conforto em dirigir foi ajudado pela suspensão dianteira independente e a suspensão traseira semi-indepentente, além dos freios à disco nas quatro rodas.

No quesito de dirigibilidade, o carro te coloca em uma posição mais alta, com um SUV, dando uma visibilidade excelente do que se tem à frente. Os bancos de couro de série são bastante anatômicos que juntamente com os comandos no volante (revestido de couro) e o piloto automático transformaram a viagem de 15 horas, algo bastante confortável .

Visão Interna do JAC T40

Entre Curitiba e Florianópolis a viagem seguiu com um clima bastante típico de áreas semitropicais alternando em sol e chuvas esparsas e isso permitiu a este motorista curitr um pouco mais os quatro alto falantes e dois tweeters ligados à central multimídia de 8” e minha playlist no Deezer.

Tela Multimídia do JAC T40 exibindo a temperatura do ar condicionado digital

Já as passageiras mais importantes do mundo que me acompanhavam (minha filha e minha enteada) estavam ligadas em seus dispositivos eletrônicos à porta USB traseira no console, revezando o cabo de energia durante a viagem. Ao centro, nossa pequena Bela usando seu cinto de segurança canino.

Bella posa presa em segurança no cinto de segurança para a cães

Nas paradas que fizemos, eu me lembrei da paixão que nutro por câmera de ré e por sensor de estacionamento. Tudo fica mais fácil com esses itens de série.

Porta malas

O porta malas do JAC T40 CVT em um primeiro momento parece menor do que o necessário, mas ao levantar a tampa que esconde o estepe encontramos porta objetos no porta malas que facilitam no demais no dia a dia e se transformaram em verdadeiros coringas na viagem. Todos os itens pequenos da bagagem foram delicadamente acomodados, liberando espaço para as malas .
Lembrando que o JAC T40 é um crossover, não podemos esperar um porta malas de um SUV.

Uso urbano

Passamos por Porto Alegre algumas vezes durante a viagem e pude testar alguns itens que sempre considerei desnecessários em carros – e revi diversos conceitos.

Parada para comer um Brownie no Charlie Brownie lá em Porto Alegre

Porto Alegre tem diversas ladeiras e o JAC T40 tem o Assistente de saída em rampas(HSA) e facilita muito no dia a dia.

No trânsito, o Sistema Start/Stop me deu alguns sustos, mas ajudou bastante no consumo do carro.

Consumo esse, aliás, que foi de 15km/l na estrada e 12,5 km/l no uso misto, sempre com o carro carregado.

Por fim, a viagem terminou e sentirei saudade do chinês que me guiou tão deliciosamente.

 

Veja a avaliação do carro em vídeo

 

Ficha técnica JAC T40 CVT

Preços: A partir de R$ 69.990
Motor: gasolina, dianteiro, transversal, 4 cilindros, 16V, aspirado, 1.590 cm3; 138 cv a 6.000, 17,1 mkgf a 4.000 rpm
Câmbio:automático CVT, 6 marchas, tração dianteira
Suspensão:McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.)
Freios:disco, vent. (diant.) disco sólido (tras.)
Direção:elétrica
Rodas e pneus:liga leve, 205/55 R16
Dimensões:comp., 413,5 cm; altura, 156,8 cm; largura, 175,0 cm; entre-eixos, 249 cm; peso, 1.220 kg;

Vista da Barra do Imbé, local que o JAC T40 CVT nos guiou.

 

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II Concurso Nacional de Rabo de Galo acontecerá em São Paulo

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coquetel Rabo de Galo completa seu 64o. aniversário e, assim como a Caipirinha, é um patrimônio cultural do Brasil. Sua fama começou nos anos de 1950, para atender os imigrantes italianos, que buscavam sabores mais próximos aos de seu país de origem, com a implantação de uma fábrica de bebidas alcoolicas em São Paulo. No entanto, estes consumidores encantados pela Cachaça não bebiam mais o Vermute, mas apreciavam muito o “ouro líquido brasileiro”.

O Rabo de Galo

Eis que surgiu o rabo de galo, misturando a nossa Cachaça com o vermute italiano. Esse coquetel ganhou um  copo exclusivo, que continha marcação das doses. Segundo relatos, o fundo do copo era mais grosso para aguentar a batida no balcão, na volta do gole. Seu nome, inclusive remete à palavra cocktail, mas a idéia foi rapidamente descartada e substituída pela tradução da palavra em inglês Cocktail, que, em português, significa Rabo de Galo.

O Rabo de Galo, que inicialmente tinha em sua proporção original 2/3 de Cachaça para 1/3 de Vermute, nos dias de hoje não tem uma receita exata e nem há uma técnica fixa de preparo: as bebidas podem ser misturadas num mixing glass com gelo ou no próprio copo de servir.

Para enaltecer o famoso Rabo de Galo, duas referências mundiais do segmento se juntaram para promover o II Concurso Nacional do Rabo de Galo. O primeiro é Derivan Ferreira de Souza, conhecido como Mestre Derivan, e o segundo o bartender Daniel Júlio.

Um concurso para todos

Em 2018, o Concurso Rabo de Galo, que está em sua segunda edição, acontecerá em 3 de dezembro, das 13h às 20h, no Leques Brasil Hotel Escola, na Liberdade.

 Este evento reunirá bartenders e mixologistas de todo país que prepararão receitas inéditas da bebida e o público poderá degustar gratuitamente as Cachaças expostas no encontro.

Em 2017, o evento atraiu centenas de pessoas interessadas em conhecer mais sobre a origem do drink e seus variados sabores, sendo um verdadeiro sucesso.

 

“Temos o propósito de promover a Cachaça e criar uma grande possibilidade de diversificação de seu uso em cocktails. Para isso, vamos reunir um grande número de bartenders para uma festa de criações diversas e receitas exclusivas do Rabo de Galo, despertando o interesse dos mais jovens profissionais, em relação ao sabor da bebida e sua história”comenta o Mestre Derivanum dos idealizadores do evento.  

 

Este movimento visa ainda levar o Rabo de Galo a alçar vôos mais altos. O objetivo é que este drink seja o segundo coquetel brasileiro à base de Cachaça a ser inserido na lista da IBA – International Bartenders Association, uma relação que atualmente conta com quase 100 coqueteis considerados como clássicos no mundo.

 

 

Serviço:

II Concurso Nacional do Rabo de Galo

Data: 3 de Dezembro de 2018 

Horário: das 13h às 20h

Local: Leques Brasil Hotel Escola – R. São Joaquim, 216 – Liberdade 

Entrada gratuita (proibido para menores de 18 anos)

 

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Coquetel de Camarão

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Essa receita de coquetel de camarão é a que minha avó usava para fazer essa maravilha. Bastante elegante é uma excelente entrada/salada para quaisquer refeições à mesa.

Para quem viveu nos anos de 1980, se lembrará que toda festa “chique”, tinha essa entrada, nas taças de martini, sempre enfeitadas com um camarão mais robusto na borda. Apresentação à parte, o coquetel de camarão (ou salada de camarão ao molho rose) pode ser uma grande lembrança de memória gustativa.

originalmente postada dia 22/08/2006

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Com Festival de camarão, All Seasons comemora 19 anos

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Estivemos no Restaurante All Seasons para conhecer o festival de camarões, alcachofras e ostras criado pelo chef Christophe Besse, em comemoração aos 19 anos da casa.

Até o dia 01 de dezembro, os clientes poderão degustar os pratos especialmente criados para a ocasião.

O restaurante All Seasons está completando 19 anos e, para comemorar, vai promover um festival que traz camarão, ostras e alcachofras como protagonistas das criações do chef Christophe Besse. O cardápio especial estará disponível até 01 de dezembro, sempre no jantar.

Buffet de saladas do All Seasons no festival de camarões

O restaurante oferece um buffet de entradas (R$ 49 ou incluso nos principais) que dispõe de camarões Calypso com molho rosé e pimenta dedo de moça, gaspacho de camarão com guacamole, terrine de alcachofra com champignons, coullis de tomate e pimenta biquinho, alcachofra barigoule entre outros.

Buffet de saladas do All Seasons no festival de camarões

As ostras frescas abertas na hora podem vir à mesa in natura ou com espuma de limão siciliano papaia e bacon (R$ 7 – unidade ou R$ 39 – 6 unidades) ou como creme com gorgonzola.

Pratos principais

Para esse festival, foram preparados diversos pratos em que o camarão é o protagonista e por vezes faz parceria com a Alcachofra e/ou o Porcini. Com valores que variam entre R$ 49 e e R$ 76, o menu apresenta o: Ravióli de camarão, salteado de alcachofra, molho champagne com ovos “Mujol” e manga, Risoto de camarão, alcachofra e porcini, Risoto de alcachofra e porcini, camarão provençal, purê de batata com champignons, variação de Suchi de camarão e alcachofra, camarão “Pôélé” ao molho Iemanjá (leite de coco, água de coco, óleo de palma e molho de pimenta) e uma Massas orgânicas com ovo caipira.

Festival de camarões do Restaurante All Seasons
Festival de camarões do Restaurante All Seasons

Sobremesa

O Grand Panaché (R$ 38), com uma seleção das principais sobremesas da casa para serem compartilhadas, foi escolhido para finalizar a experiência gastronômica. Nele, são combinadas versões mini da torta escândalo de chocolate, sablé de polenta (creme limão siciliano, azeitonas pretas cristalizadas), macaron doce de leite brigadeiro, eclair crocante de chocolate com bacuri e o tradicional mil folhas.

Serviço:

Festival de Camarão, Ostras e Alcachofra – Aniversário All Seasons
Data: de 30/10 a 01/12/2018
Horário: sempre no jantar, a partir das 19h

All Seasons Restaurant
Alameda Santos, 85 – Jardins – São Paulo – SP Informações e reservas pelo (11) 2627-1336
www.restauranteallseasons.com.br

 

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Camarão na Moranga

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Além de saboroso, o camarão na moranga é um prato bonito de se ver. Para essa receita, tentei preparar algo mais simples e rápido do que a receita tradicional.

Montagem:

Dentro da moranga coloque um queijo catupiry inteiro. Despeje os camarões e por último outro catupiry (que serve como tampa). Leve ao forno para assar em banho maria por mais ou menos 40 min até o queijo derreter e a moranga ficar macia. Sirva com arroz branco.

 

Originalmente postada dia 11/07/2007.

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Vinho chileno inspirado no Novembro Azul é lançado no Brasil

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A prevenção de qualquer doença é imprescindível para o incremento no sucesso do tratamento e as campanhas vêm se tornando cada vez mais populares. O Novembro Azul, não é diferente.
Para marcar essa campanha, uma das mais premiadas vinícolas do Chile, a Viña Ventisquero anunciou o lançamento de uma edição limitada do vinho Ventisquero Reserva Cabernet Sauvignon, desenvolvida exclusivamente em apoio ao ‘Novembro Azul’.

Novembro Azul

A campanha mundial de conscientização e prevenção do câncer de próstata recebe essa contribuição para divulgar aimportância de se realizar exames periódicos através de dois universos que se unem: vinho e saúde.

Esse rótulo será comercializado durante o mês de novembro e trará na capsula o desenho de um bigode, remetendo ao ícone da campanha novembro azul.

O Vinho

Elaborado com as uvas Cabernet Sauvignon e Syrah, na região do Valle del Maipo, no Chile, o vinho escolhido para apoiar essa importante causa mundial estagia por 10 meses em carvalho francês para garantir seu sabor característico, com acidez equilibrada, aroma frutado e toque de chocolate. Harmoniza perfeitamente com carnes vermelhas, queijos e massas com molhos vermelhos.

O preço sugerido é de R$ 65,00 nos supermercados do Brasil.

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Homenageando a cidade de São Paulo, Cerveja Paulistânia lança a cerveja Trem das Onze

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Seguindo sua tradição de homenagear o Brasil em seus rótulos, a Cervejaria Paulistânia lançou hoje sua nova cerveja – a Paulistânia Trem das Onze. Adicionando 11 lúpulos, essa American Pale Ale homenageia essa tradição da capital do estado de São Paulo.

Com aromas cítricos e florais, o resultado foi uma cerveja refrescante com 43 IBUs e 4,7% de teor alcoolico, a Trem das Onze harmoniza com pratos condimentados, apimentados, carnes vermelhas e hambúrgueres.

Vai ser comercializada em garrafas de 500ml e versão chope.

 “Nosso objetivo é resgatar registros importantes do Brasil que muitas vezes acabam sendo esquecidos, porém, de uma forma descontraída e que ninguém ousou fazer, que é utilizar rótulos de cerveja para contar histórias”, explica Marcelo Stein, diretor da Bier & Wein, importadora que criou a Paulistânia.

A Homenagem

Quem nunca cantarolou “Moro em Jaçanã, se eu perder esse trem que sai agora às 11 horas …”,  da música de 1964 do sambista Adoniran Barbosa? O “Trem das Onze” era a linha do Tramway.

O trem existiu a partir de 1894 e tinha como objetivo instalar e levar água para da região da Serra da Cantareira para o centro de São Paulo. No início do século 20, passou a conduzir passageiros até a região da Cantareira. Posteriormente foi expandido para Santana, Tremembé e o famoso Jaçanã. Em 1965, o trem foi extinto.

 “São locais que guardam histórias muitos importantes, e acabam trazendo memórias afetivas à tona, e é isso que queremos que nossos clientes tenham, uma experiência única tanto redescobrindo o passado como saboreando uma cerveja preparada com ingredientes selecionados e de alta qualidade”, finaliza Stein.

Veja outras cervejas

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Rótulos inspirados em crenças de indígenas Mapuche no Chile vinhos Kalfu chegam ao Brasil

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Reinterpretações das uvas Pinot Noir e Sauvignon Blanc de diferentes terroirs costeiros do Chile acabam de desembarcar no Brasil com o lançamento dos vinhos Kalfu, trazidos ao País pela Cantu Importadora.

Novidades no portifólio da Cantu Importadora, os vinhos da Kalfu são inspirados na cultura dos Mapuches e estão dificidos em três categorias:  Kalfu Molu, Kalfu Kuda e Kalfu Sumpai

Elaborados por Alejandro Galaz, o experiente enólogo conhecido pela elegância de seus vinhos e experiência em vinhedos costeiros, os vinhos têm como características principais o  frescor, versatilidade e acidez pronunciada, representando fielmente suas origens.

“Kalfu significa ‘Azul’ em Mapudungún — língua dos indígenas originários do Chile — e é a cor mais importante da cultura Mapuche, associada à origem da vida.

“A linha é resultado do que há de melhor nos vales costeiros mais extremos do Chile, como os mais desérticos ao norte. É um convite para percorrer 600 km da costa chilena através de diferentes terroirs”, resume Galaz.

Os Vinhos Kalfu

O Kalfu Sumpai é um tinto 100% Pinot Noir.

Foi  elaborado no Vale de Leyda, no vinhedo Las Terrazas, Lote 35, que está situado a apenas 7 km do Oceano Pacífico e perto do rio Maipo e possui a influência refrescante da brisa do mar e do nevoeiro matinal. No paladar apresenta toques de especiarias e baunilha. Harmoniza com carnes e queijos.

A linha Kalfu Kuda em suas versões de Sauvignon Blanc e Pinot Noir

Também é proveniente do Vale de Leyda, de parcelas com solo granítico de 1,5 m de profundidade e resultaram em um vinho branco cítrico e tropical  para harmonizar  com frutos do mar, peixes e comida japonesa, e um tinto com aromas de cereja e baunilha que acompanha perfeitamente carnes vermelhas, brancas e queijos.

Os rótulos Kalfu Molu são elaborados no Vale de Casablanca, onde as brisas costeiras do verão proporcionam as condições ideais para um lento amadurecimento.

São vinhos varietais puras. O Sauvignon Blanc apresenta aromas frutados e cítricos que o tronam companhia perfeita para diversos pratos com peixes. Já o Pinot Noir possui toques de baunilha e harmoniza com receitas compostas por carnes vermelhas e/ou queijos.

Os vinhos Kalfu já estão disponíveis em restaurantes em todo o Brasil. Os preços médios são: Kalfu Molu – R$ 65,89; Kalfu Kuda – R$ 101,20; Kalfu Sumpai – R$ 191,40.

 

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Cervejaria Edelbrau completa sétimo aniversário com lançamento da Edelbrau Wild Dark Raspberry – Oak Aged Series envelhecida em barril de madeira

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A Edelbrau Wild Dark Raspberry – Oak Aged Series vem coroar o aniversário da cervejaria que esde 2011 na ativa, quando o mercado de cervejas artesanais no Brasil ainda era pouco explorado, a Cervejaria Edelbrau, de Nova Petrópolis, região da Serra Gaúcha, já produzia suas primeiras cervejas.

“Em 2011 a ideia parecia uma loucura, mas competir com as grandes cervejarias nunca foi nossa intenção. Buscamos estabelecer uma cultura cervejeira, vender experiência, oferecer ao consumidor um copo no qual ele consiga sentir a diferença pelo sabor, pelo aroma, pela cor”, comenta Fernando Maldaner que, junto com o sócio Samuel Zang, comemora o sétimo aniversário da cervejaria agora em novembro.

Com 15 rótulos produzidos, a Edelbrau está cada vez mais estabelecida no mercado da Serra Gaúcha e sua rota cervejeira. Desses 15 rótulos, cervejas sazonais, colaborativas e de linha.
Sempre buscando proporcionar novidades aos clientes,lançou recentemente um novo projeto denominado Bierlab Edelbrau. Indo para a produção do terceiro estilo, são cervejas experimentais, com tiragem limitada e vendidas apenas na Cervejaria, junto a seus distribuidores e em alguns eventos.

Edição de Aniversário da Edelbrau

A Edelbrau lançou na primeira semana de novembro a Wild Dark Raspberry Ale, uma cerveja que foi envelhecida em barril de carvalho americano por quase um ano e meio e contou com adição de framboesa nos últimos meses de maturação.
É uma cerveja complexa, com uma acidez moderada, que traz no aroma e sabor frutas vermelhas, chocolate, madeira e notas vínicas.

foto: Bruno Lois

Edição Limitada

Com uma edição limitada de 700 garrafas, a cerveja é vendida num kit de madeira personalizado e apenas na cervejaria, localizada na estrada que liga Nova Petrópolis a Gramado e Canela.

Essa é a primeira cerveja envelhecida da série Oak Aged Series da Edelbrau.

Ficha Técnica:
Edelbrau Wild Dark Raspberry — Oak Aged Series
Garrafa: 750ml
Cerveja Forte Escura com Framboesa
8,8% vol.
IBU: 14

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