250grs de manteiga
125grs de açucar
4 gemas
500grs de farinha de trigo
1 c.s. rasa de fermento Royal
Modo de preparo
Amassam-se todos os ingredientes. Fazer as bolinhas, achatadas com um furo no centro. Passa-se as bordas da caipirinha na clara e em amêndoas picadas e leva-se ao forno quente. Depois de assadas e frias põe-se geléia de morango em cima.
Primeiramente quero avisar que isto não é um prato, isto é só uma entrada, normalmente gosto de fazer isso quando tenho um jantar e sei que meus amigos vão chegar em horários diferentes, não gosto de ninguém esperando com fome ! Bom para petiscar, e é delicioso ! :p
Aí vai :
INGREDIENTES
-1 copo de queijo cheddar ralado
-1/2 copo de queijo suíço ralado
-1/2 copo de queijo parmesão granulado
-2/3 copo de maionese
-2/3 copo de cebola
-1/2 copo de leite
-1 colher de chá de sal
É muito simples, misture tudo, ponha em uma travessa de vidro e leve ao forno por 40min .(Misture a mão)
O forno tem que estar pre aquecido.
Serve duas pessoas, mas você pode aumentar de acordo com a sua necessidade .
Servir com crackers, ou com qualquer tipo de biscoito salgado que você queira.
Vivem me perguntando por que eu gosto de cozinhar. Pelo menos uma vez por semana eu escuto essa pergunta de alguém e não costumo dar a resposta mais verdadeira, eu sempre dou uma maquiada na realidade. Eu gosto de cozinhar, é claro. Realmente eu adoro criar pratos, testar sabores, ver transformações que acontecem com cada um dos alimentos quando temperados, cozidos e servidos, porém eu gosto muito mais de receber. Adoro receber amigos em casa ou receber amigos na casas deles e definitivamente a melhor forma de se receber e encontrar é com um belo e saboroso prato de comida à nossa frente.
Somado ao prazer em receber as pessoas e na transformação dos alimentos, temos a necessidade de o anfitrião em preparar o alimento que nutra não somente o corpo dos visitantes, como suas almas e é nesse momento que surge a Cozinha (sim, com letra maiúscula, pois ela é quase um ser humano de tanta vida que ela tem). É na cozinha que acontecem os melhores momentos desses encontros, enquanto cozinhamos para o batalhão – seja de uma, ou seja, de 30 pessoas, é sempre um batalhão – é que surgem as histórias, as confidências…. a figura isolada e solitária do(a) cozinheiro(a), hoje dá lugar ao agregador. Desde que iniciei o Homem na Cozinha 5 anos atrás e mostrei “ao mundo” essa minha face, passei a cada vez mais receber amigos e a cada dia, minha cozinha passou a ter mais vida, ter sua própria personalidade e é incrível, como esse ambiente tem o poder de crescer e a cada dia, receber mais e mais pessoas.
Minha cozinha, pequena e aconchegante já participou de histórias de amizades, problemas, comemorações ou simplesmente conversa jogada fora, as paredes e utensílios ouviam silenciosamente – ou não – e absorviam as coisas boas ou maturavam os problemas e devolviam soluções em formas de ….. comida. A parte mais legal desse movimento, são as amizades que surgem e se perpetuam. Poderia falar aqui dos meus amigos de toda vida, como o Alexandre e o Gabriel. Mas eles são figurinha carimbada desde o tempo que a cozinha não era minha. Mas posso incluir o casal de amigos Fê (a.k.a Mellancia) e Maestro Billy, de um happy hour em uma noite chuvosa em São Paulo, veio um convite para um jantar em sua residência em que eu seria o anfitrião e a partir daí vieram várias outras reuniões e uma grande amizade entre famílias e sempre agregando novas famílias à essa amizade, quase sempre, em cozinhas.
Pensando nessas e em outras histórias retomo um tempo que não vivi, mas que já ouvi muitas histórias e que está diretamente ligado à existência desse blog. Já contei aqui em vários momentos que há diversas gerações, sempre temos em minha família uma pessoa apaixonada pela Cozinha. Minha bisavó, criou os filhos em Ribeirão Preto (interior de SP), fazendo festas para toda a alta sociedade da cidade e passou todo esse costume para meu tio-avô Domingos, que fazia questão em cozinhar nas festas e almoços dominicais. Esse hábito, também foi passado a minha mãe, Teresa que sempre foi conhecida na família formada como uma excelente cozinheira e assim como faço de vez em quando, gastava horas ao telefone, para aprimorar as receitas com sua tia Coraci, que também pegara o hábito da minha bisavó em receber os parentes em casa. Existe uma história famosa na família, do dia em que a mesa de sobremesa tinha perto de 20 pratos diferentes, pois sobraram as claras, depois as gemas, depois o caramelo, as nozes… e por aí foi.
Existe uma cozinha ideal?
É óbvio que eu respondo que é aquela ampla, clara, ventilada, com várias posições para que todos possam sentar e curtir um bom papo, mas confesso também que como diria a Dorothy de “O Mágico de Oz”, “não existe Cozinha como a nossa” hehehehe
Confesso que adoro ser convidado por amigos para assumir seus fogões e panelas, mas a nossa cozinha, os nossos utensílios, hábitos e manias são únicos ….
Outro dia não tinha jantar em casa e a preguiça imperava. Porém a fome era maior, então abri a geladeira e trabalhei com o que tínhamos em casa:
Ingredientes
3 ovos inteiros
1 colher de sopa de palmito
1 colher de sopa de azeitonas
3 fatias de queijo prato
2 fatias de mortadela (Ceratti)
orégano
queijo ralado
sal
modo de preparo
Bata os ovos com um garfo até deixá-lo homogêneo.
Pique todos os ingredientes e misture ao ovo, leve ao fogo em frigideira alta, para não espirrar.
Um pão ciabatta ou galego
Queijo Manchego
Azeite de oliva
Pimenta do reino moída
Pepperoni
Mortadela
Modo de Preparo:
Pré-aqueça o forno a 270º enquanto monta a torrada.
Corte o pão ao meio, regue com um pouco de azeite e moa um pouco de
pimenta sobre ele.
Arrume as fatias de pepperoni, a de mortadela e cubra com o queijo manchego.
É interessante que o queijo recubra os embutidos e o pão. Isso e o
azeite impedirão que o miolo fique seco demais.
Com o forno a 180º, coloque o pão em uma assadeira apenas até o queijo derreter.
Sirva com um vinho encorpado ou sirva-se dele com um copo de café. Vai
bem das duas formas.
Havendo dificuldade de encontrar queijo manchego, prefira um de cabra
que seja consistente. Queijos de vaca podem ser ofuscados pelo tempero
dos embutidos. Queijos cremosos são má escolha, derretem rápido
demais.
Uma outra sugestão de preparo é cortar o pão em fatias e servir como
um aperitivo de mini bruschettas.
1 maço de aspargos frescos
1 e 1/2 xícara de arroz arboreo
1/2 cebola
3 colheres de sopa de manteiga
queijo parmesão ralado
caldo de carne dissolvido conforme instruções da embalagem ou feito em casa.*
1/2 xícara de vinho branco
Modo de Preparo
Lave os aspargos, corte em pedaços não muito pequenos.
Cozinhe os aspargos em água fervente até ficarem levemente macios.
Pique a cebola e refogue com um pouco de manteiga até ficarem ‘transparentes’, em seguida acrescente os aspargos refogando mais um pouco.
Acrescente o arroz, frite um pouco e acrescente o vinho e deixe evaporar. Acrescente uma concha de sopa de caldo, mexa e deixe ferver.
A medida em que for evaporando, acrescente outra concha do caldo, mexa novamente e repita a operação até o arroz ficar ‘al dente’.
Se preferir mais macio, coloque mais do caldo e deixe ferver mais um pouco.
Não deixe secar muito no final, o ideal é que ele fique cremoso.
Ao final acrescente um pouco de manteiga e queijo ralado, misturando antes de servir.
Eu gosto de colocar ainda um pedacinho de manteiga em cima do arroz já servido no prato e deixo o parmesão para as pessoas se servirem a gosto.
•algumas receitas sugerem caldo de legumes.
Obs: Na falta de aspargos frescos use aspargos em conserva aproveitando a água do vidro para cozinhar o arroz junto com o caldo de carne.
Caso queira decorar, separe as pontas do aspargo (depois de cozido) para decorar no final.
2 fatias de pão 7 grãos ou integral
4 colheres de sopa bem cheias de cottage
4 a 6 fatias de presunto di parma
2 damascos secos cortados em filetes
1/2 tomate em rodelas finas
3 folhas de alface roxa rasgadas em tiras
sal e azeite
lascas de amêndoas a gosto
Modo de preparo
cobrir as fatias de pão generosamente com o cottage.
colocar alface e o tomate, azeite e sal
depois colocar o presunto, as amendoas e o damasco.
e nhac!
Como já disse aqui anteriormente, estive em Porto de Galinhas no último final de semana, para participar da ação Porto cai na rede. Começo então a relatar a viagem, as comidas e os costumes aqui, em neste post com o Top 9.
Mas por que Top 9?
Por que Top 10 ou Top 5 é muito comum.
9) Café da manhã no Nannai
5 bases, chapa quente, diversidade de pães, bolos, frios e iogurtes…. além das famosas tapiocas e queijos coalho. Acordar era sempre uma diversão, como vocês podem ver nessa foto tirada as 7 da manhã.
Eu não gosto de sopas. Ou melhor, eu odeio sopas. Mas entrei nessa análise com a cara e a coragem e provei de tudo, inclusive Sarapatel, então, o que seria uma sopinha né? Pois bem, o creme de ervilha do Village é uma iguaria. Os sabores embutidos nesse creme incluiam bacon, que como diz minha amiga Ale Ferreira, é Vida.
Manga, Caju, Abacaxi, Pitanga e XXXX acompanhando um belíssimo camarão empanado, sequinho. É impressionante como os restaurante de Porto de Galinhas conseguem utilizar os recursos gastronômicos locais para enriquecer seus pratos. Indiscritível.
Na foto é o de manga.
3) Prato da Boa Lembrança do Munganga
Diego Jatobá, o secretário de esportes e turismo de Ipojuca me acompanhou em um tour gastronomico por Porto de Galinhas. Fomos em alguns lugares, mas o Munganga foi o primeiro e lá comemos uma lagosta grelhada em manteiga do Sertão com arroz de palmito e farofa de coco. Imperdível e ainda trouxe um prato de lembrança.
2) Carta de frutas frescas para Caipiroska do Beijupirá
sabe quando você vai em um bar/restaurante e pergunta “que frutas tem?” e o cara responde “limão, morango e maracujá”??? Então, quando Diego nos ofereceu um drink no Beijupirá e eu perguntei ao garçom ele declamou, como uma poesia 17 frutas, até que eu escolhesse tamarindo (NOTA: Ele tinha mais frutas no repertório). A idéia de tomar uma caipiroska de Tamarindo fresco, outra de caju mais fresco ainda e outra de coco, cajá e não tomar mais por não aguentar é priceless.
1) Bolo de Rolo
Que iguaria…. já tinha comido aqui em São Paulo em alguns cafés, mas vou voltar em todos eles e mandar mudar o cardápio. Precisam chamar-se ROCAMBOLE…. Comi tanto em Porto de Galinhas como em Recife, nenhum deles tinha mais do que 2 milimetros de massa. E eram milimetricamente enrolados, assim como a camada de goiabada era perfeita. O corte com o garfo não machucava o bolo e ao colocá-lo na boca, desmachava…. ó..parei aqui, vou alí comer uma fatia do bolo que eu trouxe e já venho escrever mais.