Eis que você chega em casa em um domingo final de tarde, primeiro dia de horário de verão (seu relógio biológico está uma zona), seu time ganhou uma partida que tinha um juiz tentando atrapalhar tudo e você esquece de algo – o Jantar….
Passa na padaria atrás da sua casa, compra alguns pães e torce para ter algo na geladeira. Surgiu então o sanduiche dessa foto abaixo, com um pão francês de padaria de bairro, um pedaço ressecado de camembert um pouco ressacado, uma sobrinha de gorgonzola e vários camarões
Obviamente esse sanduiche em um pão ciabatta, com uma pasta de camembert com roquefort ficaria muito mais requintado, mas confesso que a simplicidade do pãozinho e os ingredientes jogados da geladeira deixaram o sanduiche maravilhosamente bom.
Recebi alguns amigos em casa para assistir a uma partida de futebol. Depois de preparar todos os petiscos – todos fritos – a limpeza de toda a sujeira da cozinha sobrou para quem? Isso, para mim mesmo.
Essa foi uma excelente oportunidade de testar o CIF Cremoso. Confira como foi o teste.
E que tal preparar uma das receitas que fiz no dia do jogo para depois limpar tudo com CIF Cremoso?
Bolinho de arroz
Ingredientes
3 xícaras de arroz cozido
1 xícara de parmesão
3 ovos
1 xícara de farinha de trigo
1 talo de alho poró fatiado fininho
1 linguiça calabresa cortada em cubinhos
Modo de preparo
Misture todos os ingredientes até dar “liga”. Caso os bolinhos não fiquem firmes acrescente mais um ovo e um pouco mais de farinha.
Esquente o óleo e faça queneles (juntando duas colheres de sobremesa) e frite até dourar, vire os bolinhos e frite do outro lado até dourar também.
Tire da frigideira e coloque em papel toalha para secar.
Você pode substituir a calabresa por presunto, bacon, peito de peru defumado e o alho poró por tomate seco, abobrinha ou cebola roxa.
Imagina a cena: Domingão, seu time ganhou (a propósito, parei de acompanhar futebol – quando eu assisto, o time perde, quando eu não assisto, ganha…), um baita calor e você precisa jantar. Na geladeira, muito pouca coisa – não deu tempo de ir ao CEAGESP fazer feira e o dia bom do sacolão é terça – e você tem a certeza que morrerá de fome hora ou outra. Começa aqui então mais uma edição de cozinhando com o que tem na geladeira.
Após uma breve inspeção, localizamos:
1 cenoura
1 salsão
cebolas
1 carambola de 3 semanas atrás
1 pera de 1 semana atrás
Ervilha em vagem (preparada)
Uns 20 camarões médios que sobraram do almoço
Ovos
Cream cheese
Requeijão
Pensei em fazer camarão com molho de queijos, mas requeijão com parmesão ralado seria muito pesado para o jantar.
Pensei em um omelete, mas São Benedito me puniria por “estragar os gambas” em um simples omelete.
Fui para a despensa procurar algo diferente, como um macarrão ou molho, que seria uma opção mais leve, porém encontrei a sêmola (o couscous marroquino instantâneo) e me veio a idéia dessa receita.
Optei pela carambola em detrimento à pera, pois ela estava mais passada e logo logo precisaria teria de jogar fora.
Gostou? Vai testar? Conta para nós nos comentários e compartilhe com seus amigos pelas redes sociais aqui ao lado.
Você sabia que hoje é comemorado o Dia da Cachaça no Brasil? Pois é, essa bebida genuinamente brasileira tem um dia só para ela!
Antes de falarmos do dia da cachaça, você sabe exatamente o que é cachaça? Você sabe qual a diferença entre aguardente e cachaça?
O dia da cachaça
Durante a ExpoCachaça de 2009, na cidade de Belo Horizonte, o IBRAC (Instituto Brasileiro da Cachaça) sugeriu a data e em outubro de 2011 o projeto de lei foi aprovado na Câmara dos Deputados. A data escolhida, 13 de setembro é uma lembrança de um dos episódios mais marcantes da história dessa bebida brasileira.
No século XVII Portugal proibiu a produção e comercialização da cachaça pois atrapalharia a comercialização da Bagaceira Portuguesa. Foi então que o dia 13 de setembro de 1660 se transformou no marco da luta dos senhores de engenho pela liberação da produção da cachaça.
Finalmente em 1661, a regente Luísa de Gusmão liberou a produção de cachaça, ficando apenas o comércio impedido até 1695.
Comemoração do dia da Cachaça
E para que você possa comemorar com a gente, a cachaça Reserva 51 está com frete grátis para todo o Brasil e você ainda personaliza o presente, somente durante o mês de Setembro.
Para você que ainda não conhece, a Reserva 51 é uma cachaça Extra Premium, de qualidade internacional, totalmente produzida em solos tupiniquins. A bebida, que começou apenas como parte do acervo pessoal do Sr. Guilherme Müller Filho – o Seu Ézio, dono da Cia. Müller de Bebidas -, hoje é uma das mais admiradas do país! Não é à toa que a tradição da marca 51 também está presente nesse produto.
As etapas do processo de produção são diferenciadas e a cachaça Reserva 51 repousa em barris de carvalho por cerca de 4 anos (pode acreditar, 4 anos!) até atingir a maturidade e sabor ideais.
E este mês você compra a sua Reserva 51 e personaliza uma foto que será enviada junto com a sua cachaça, sua nova obra de arte. Ideal para presentear os amigos, parentes e todos que apreciam essa bebida tão brasileira!
Está pronto para degustar cada detalhe da sua Reserva 51? Aproveite e comemore o Mês da Cachaça em grande estilo. Compre agora!
Como Comprar a Reserva 51?
A Reserva 51 está a venda em um site especialmente feito para ela. Basta você acessar o site e realizar a compra.
Segunda-feira é dia de virado à paulista. Esse prato tradicional da culinária caipira, é tradicionalmente vendido no primeiro dia da semana – mas você sabe porque? A resposta está neste post na fan page do Homem na Cozinha.
Voltando ao prato, o virado é composto de Arroz, Tutu de feijão, Bisteca, couve, linguiça, torresmo, banana e ovo fritos. Aqui vão dicas de como preparar o melhor virado à paulista que todos os seus amigos já comeram.
Em uma panela funda, com o fogo baixo, derrata a gordura da barriga (e consequentemente já obtenha o torresmo). Frite o bacon nessa gordura.
Adicone os grãos cozidos de feijão à gordura e refogue.
Adicione então o caldo de feijão (reserve sempre um pouco, caso precise corrigir o tutu) e deixe cozinhar mais um pouco, para que os grãos fiquem mais macios. Corrija os temperos.
Para finalizar o tutu, adicione a farinha de mandioca e mexa. Repare que a farinha de mandioca formará uma “liga” no tutu, deixando-o cremoso. Adicione aos poucos a farinha de milho, sempre mexendo até atingir a consistência desejada.
Linguiça
Ferva 200 ml de água e ferva a linguiça até que fique cozida. Finalize-a grelhando-a ou passando em uma frigideira.
Bisteca
Prepare uma marinada com o vinho, a cebola e o alho. Caso deseje aromatizar um pouco mais, utilize um pouco de tomilho. Deixe na geladeira por 1 hora.
Em uma grelha ou frigideira, sele cada um dos lados da bisteca e tempere com sal.
Couve
Higienize a couve a corte-a em tiras finas.
Refogue um dente de alho no azeite e “assuste” a couve por 30 segundos.
(assutar a couve é apenas aquecê-la no refogado de alho, para dar sabor).
Adicione o sal.
Banana frita
Corte a banana em 2 pedaços e empane na seguinte ordem:
farinha de trigo
ovo batido ou leite
Farinha de rosca
Frite em óleo quente.
Montagem
Aqueça todos os alimentos preparados anteriormente e monte seguindo apenas a regra do ovo frito (tradicionamento com gema mole), que deve estar sobre a bisteca.
Rendimento – 1 porção (para mais porções, basta aumentar as quantidades dos ingredientes propocionalmente).
Foi assim que após fazer uma cara de lembrança de infância que a minha amiga Dani Koetz definiu essa receita de bolinho de batata.
Essa receita foi passada para minha mãe muito tempo atrás por uma grande amiga da família em uma das visitas que fizemos à fazenda da família e tem sabor bem característico da comida de interior.
Preparei a receita para a Dani em um almoço onde tratamos de um possível projeto que faremos aqui no blog e considerando que a guria é gaúcha, preparei um almoço regado à carne e com esse bolinho de batata para acompanhar foi resgatado de uma receita originalmente postada em 5 de agosto de 2009.
Bolinho de Batata
Ingredientes
100 g. margarina
2/3 (180 ml) xícara de água
1 xícara de chá farinha de trigo
4 ovos
3 colheres de sopa queijo ralado
½ kg batatas cozidas
Modo de preparo
Derreta a margarina na água de água.
Junte a farinha de trigo, fazendo uma “bola” dentro da panela. Acrescente os quatro ovos inteiros, um de cada vez, mexendo bem, o queijo ralaldo e as batatas cozidas e espremidas ainda quente.
Faça bolinhas (Queneles) com duas colheres de sobremesa fritando em óleo bem quente.
Foi assim que recebi, semana passada um convite para uma reunião de negócios em uma Agência de Publicidade, que costuma trazer alguns projetos dos mais interessantes para o Homem na Cozinha. A semana para esse convite não podia ser mais propícia – dia dos pais, receita da Wickbold para desenvolver, duas harmonizações para criar e enviar para aprovação. Adiei a reunião para semana seguinte a tarde e pude ir para a cozinha de manhã. Eu tinha 1 hora para deixar o bolo pronto a ponto de esfriar, afinal: “Bolo quente dá dor de barriga”.
Pré aquece o forno, separa liquidificador, forma redonda, colher, xícara, faca, tábua.. e em exatos 45 minutos temos um bolo pronto.
Recentemente tomei conhecimento da abertura de uma Churreria em São Paulo. Confesso que a moda dos “erias” me assusta um pouco, mas me agradou muito saber que poderíamos ter uma opção gourmet (argh) ou melhor, tradicional de churros na capital mundial da Gastronomia.
Utilizando receita tradicional do churros espanhol, a La Churreria chega com uma promessa de ser a melhor opção de churros na capita paulista.
Estive lá em uma tarde de sábado (durante o rigoroso inverno que assolou o Brasil em julho/13) e pude conferir a casa.
La Churreria
Ambiente
No térreo de um edifício, o salão e a cozinha dividem meio a meio a área útil do estabelecimento. Um caixa, produção on demand e alguns bancos e balcões nas paredes laterais, já mostra que não é um lugar para “ficar” e sim para comer e deixar espaço para o próximo.
Cardápio
Pequeno e perfeito. Churros espanhóis (R$ 7,00), churros recheados de doce de leite (R$ 7,00), dip de chocolate para acompanhar (R$ 3,00), Cafés, Capuccinos e só, ficam dispostos na parede atrás do caixa.
Comida
Provei os churros espanhóis. Fininhos e sequinhos. Os churros vem servidos em saquinhos e são 4 unidades. O dip de chocolate (amargo) é servido em porção individual e em quantidade suficiente para os 4 churros. A massa, é um pouco salgada para o padrão brasileiro, afinal segue a receita espanhola.
Atendimento
Apesar de toda simpatia, o atendimento foi confuso, mas acredito que seja única e exclusivamente pelo início das atividades. A visita ocorreu em um sábado e mesmo “dando a sorte”de chegar em um momento calmo, demorei a ser atendido, em muito pouco tempo a fila tomou conta de todo o salão.
SERVIÇO – La Churreria
Av. São Gabriel, 549, Itaim
Tel.: 2619-2054
Horário de funcionamento: 13h/20h (Sáb. 16h/21h. Fecha dom.)
São Paulo – Campos do Jordão – Santo Antônio do Pinhal – São Bento do Sapucaí – Campos do Jordão – São Paulo. UFA… Esse foi meu roteiro na semana passada. A convite da Ford, estivemos na deliciosa Serra da Mantiqueira para conhecer o New Fiesta Sedan 2014.
A união da serra com inverno foi escolhido a dedo pela montadora para apresentar uma das novidades tecnológicas do carro – O “Ford Easy-Start”, um sistema de partida a frio que dispensa o tanquinho de gasolina para partida de carros flex – sim, o carro liga fácil sem a necessidade de gasolina na frente do carro (TODO inverno eu fico preso na garagem por que esqueço de abastecer esse tanquinho).
Um aspecto do carro que me agradou muito é o aspecto de cupê esportivo que o New Fiesta Sedan tem.. Apesar de ser um Sedan, ter um porta malas razoável (465 litros) , ele tem um visual bem esportivo, o que o torna muito mais atrativo que seus concorrentes. Diferentemente do test drive do Fusion, que tínhamos poucos carros, esse test drive foi realizado com 20 carros e tivemos a oportunidade de ver todas as cores (Califórnia, vermelho Arizona, vermelho Vermont, branco Ártico, preto Bristol, prata Dublin e cinza Berlim ) e modelos (versões SE e Titanium, ambas com motor Sigma 1.6 TiVCT). Apesar de ser defensor do fim da ditadura dos carros pretos e pratas (sim, eu tenho um preto e um prata em casa), escolhi com meus parceiros de test drive (Bia e Gui) um Titanum Prata Automático. Esse carro, que sai por R$ 58.990,00, vem com equipado com direção elétrica, vidros elétricos com abertura e fechamento global, freio ABS, duplo airbag, sistema AdvanceTrac com controle eletrônico de estabilidade e tração e assistente de partida em rampa, ar-condicionado digital e sistema SYNC com comandos de voz em português (como o SE) e 7 airbags, bancos e volante em couro, rodas de liga leve de 16 polegadas, controle automático de velocidade, sensor de estacionamento traseiro, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, espelho retrovisor interno eletrocrômico e pacote de acabamento Titanium (painel central em “black piano” e grade dianteira cromada).
O Test Drive
Saímos do Grand Hotel Campos do Jordão em direção à Santo Antônio do Pinhal. Essa cidade é um dos doze municípios do estado de São Paulo que ostenta do título de Estância Climática – o que lhe garante uma verba específica para turismo. O Guilherme foi dirigindo nesse primeiro trecho, quando fizemos uma parada – não prevista – no Mirante do Belvedere . Só aí lembrei da função SYNC e que meu celular estava conectado ao carro por ela. Música, ligações e em celular Android até mensagens de texto são “lidas” pelo carro.
Na entrada da cidade, me lembrei porque me apaixonei por Santo Antônio do Pinhal na única vez que passei por lá:
Fizemos a parada para troca de motorista e dona Beatriz assumiu o volante. Após cruzarmos a cidade sob meus comandos, fomos parados por um comando da PM \o/ .. 20 carros iguais e os PM`s tinham de parar JUSTO O MEU?? Formalidades cumpridas, óbvio que o PM perguntou porque tanto carro junto (tenho certeza que ele parou o carro mais devagar e por curiosidade).
Seguimos pelas curvas em direção à Monteiro Lobato, sul de Minas e São Bento do Sapucaí. Como passageiro do banco traseiro nesse trecho, encontrei o único ponto que me desagradou no carro – com meus quase 2 metros de altura, fiquei um pouco desconfortável sentado atrás do banco da motorista, mas o carro se comportou lindamente bem no caminho do sul de Minas.
Dirigindo
Em São Bento do Sapucaí – a cidade da Pedra do Baú e do Paiol Grande – fizemos a última parada para um pequeno banquete típico de interior com bolos, salgadinhos e pães de queijo e a troca de motorista. Finalmente assumi o volante.
A posição de dirigir de um carro esportivo, bancos que abraçam e volante com regulagem de altura e proximidade (é assim que fala?) com o motorista. Ponto muito positivo do carro – Sem pontos cegos. Bem regulados, os espelhos propiciam visão de 180o da traseira do veículo, algo muito complicado de se conseguir em um Sedan.
Acabei ficando com o trecho de volta total e com uma missão especial – chegar em tempo ao hotel, para que a Bia pudesse fazer o checkout e voltar a tempo de não perder o voo em Guarulhos – sem ultrapassar as velocidades máximas das rodovias e principalmente sem deixar os outros ocupantes do veículo enjoados, como aconteceu com o Richard.
Se você quiser uma análise mais técnica do carro, sugiro os posts do meus amigos Rene e Jorge. Se quiserem fotos do test drive, vejam a hashtag #newfiestasedan2014 no Instagram.