Receita super tradicional na culinária do sertão nordestino, essa paçoca de carne de sol é bastante fácil de fazer.

Lava derretida chega alcançar temperaturas de 700o C, tornando-se uma fonte de calor sólido – Exatamente o que tipo de calor que usamos no churrasco.
Pensando nisso, geólogos e estudantes da Universidade de Syracuse fizeram isso – usaram Lava para assar algumas peças de T-Bone, postas de salmão e salsichas do famoso cachorro quente americano.
Obviamente, tudo isso em poucos segundos.
Confira o resultado no vídeo abaixo.
082114 Lava Steak from robert wysocki on Vimeo.
Quem nunca passou por aquela situação de ter que presentear um amigo ou um parente e não fazer a menor ideia do que comprar? Quase sempre o presente acaba sendo uma camiseta genérica. Alguns compram um vinho bacana pra dar uma variada. Mas sabe o que rende bons presentes também? Cervejas!
Isso mesmo. Cervejas. E por que é um bom presente?
Claro, estamos falando aqui de cervejas especiais e não as comerciais tradicionais do supermercado. Você dificilmente compraria um vinho de R$ 9,00 para presentear alguém também. Aliás, já que entramos na comparação com vinhos, boas cervejas podem ser até mais baratas que bons vinhos e até serem presentes mais memoráveis. A experiência é muito mais marcante justamente por ser mais inusitada.
Como descobrir qual cerveja dar?
“Ah, no post passado você disse que há cervejas para todos os gostos, muitos estilos e rótulos diferentes. Como saber qual devo comprar?”. Aqui eu dou uma dica que toda hora uso, e toda hora eu mesmo caio nela. Quando surgir uma oportunidade, puxe um papo despretensioso sobre cervejas. Por exemplo, no meio do trabalho solte um “Pessoal, site tal está com promoção de cervejas. Olha essa aqui, alguém conhece? Você conhece? Ó que legal! Quais os estilos que você acha bacana? Já tomou algumas dessas?”. E assim, você vai anotando como se fosse pra você, mas vai descobrindo o estilo que agrada o presenteado. Meu aniversário foi no início desse mês. E adivinha se eu não caí exatamente nesse diálogo? Duas vezes! E os amigos acertaram no presente. Ou seja, a dica funciona!
Outra dica: dê uma cerveja junto a uma taça, copo ou cálice
Você já deve ter visto algumas coleções prontas à venda, com uma ou duas garrafas e um copo estilizado, que são excelentes presentes, mas nada impede que você também monte seu próprio kit. Pode até pedir ajuda aos vendedores nas casas especializadas que eles sabem qual copo combina com qual cerveja (aliás, a forma de servir cada cerveja rende até outro post só sobre isso). E o legal de ganhar uma taça de presente é que ela é uma lembrança até mais “eterna”, já que a cerveja é consumida e a garrafa pode ir pro lixo. Já a taça ou copo ou cálice viram item de colecionador. E você sempre pode arrumar uma desculpa pra ir beber de novo com seu amigo!
E aí? Quem já deu ou ganhou cervejas de presente? Compartilha aí qual rótulo e qual a reação de ganhar ou do presenteado. Dos presentes que ganhei na foto acima já posso contar: tudo fantástico! Uma clássica de trigo (um dos meus estilos preferidos), uma tcheca não conhecida, mas que já queria experimentar por ser do mesmo estilo das excelentes Pilsner Urquell e Budweiser Budvar/Czechvare e uma belga do mesmo estilo das Chimay Bleu e Rochefort 8, que estão seguramente entre as melhores cervejas que já tomei. Além de um cálice (que foi dado junto à Carolus, exatamente o formato que o estilo pede) que eu não tinha e já está exposto na coleção!
Comer, Comprar, Aprender. Essa tríade pode definir o famoso Eataly que abre suas portas em São Paulo nessa terça-feira dia 19 de maio. Mas para as pessoas que não conhecem o “tal do Eataly” fica sempre a pergunta:

Um misto de mercado, praça de alimentação e escola baseado em produtos artesanais e de origem italiana é uma definição simplificada do que é o Eataly, mas como a comida torna tudo simples, é essa definição que adotarei aqui. Que fique claro, que ao entrar lá, você verá que realmente essa definição é bastante simplista.
Produtos artesanais, importados em sua grande maioria da Itália (e os que não são importados, são adquiridos de produtores selecionados e treinados pela própria empresa em suas outras 28 lojas pelo mundo) fazem a visita uma verdadeira viagem à mais festiva gastronomia do mundo.

São 18 pontos de alimentação e um restaurante (que é único em cada uma das filiais ao redor do mundo. Esses restaurantes sempre contam com um chef executivo que cria o cardápio baseado nas características locais.).

Dentre os destaques da área de alimentação do Eataly, temos a fábrica de Muçarela. Com grande destaque na área de queijos e salames, a Fábrica de Muçarela produz diariamente o queijo que será vendido e consumido nos 19 pontos de alimentação do Eataly.






Um projeto que nasceu no Brasil e poderá ser seguido em outras lojas pelo mundo. O Bar Della Frutta oferecerá sucos feitos na hora com as frutas mais frescas vindas do Hortifrutti.
Você pode comprar produtos prontos, industrializados, artesanais, utensílios, livros, bebidas, cafés, doces, além de produtos para consumo em casa.




E para finalizar, na La Scoula di Eataly, você poderá aprender e/ou participar de degustações com os produtores. Essa escola possui 18 vagas a cada curso. Você pode conferir quais os cursos no site do Eataly.
E aí? Convenceu-se que vale a visita?
Os fãs da trilogia Indiana Jones podem se animar. Quando o outono chegar no hemisfério norte, será inaugurado em Downtown Disney o Jock Lindsey`s Hangar Bar.

Quem realmente é fã de Indiana Jones, já associou o nome do bar ao filme. Jock Lindsey é o piloto que aparece em alguns momentos dos filmes. Não lembrou dele? E da cena em que Jones está no avião e surge Reggie – a cobra de estimação do piloto – deixando o arqueólogo em pânico?

O bar terá uma excelente localização em Lake Buena Vista, capacidade para 150 pessoas e a temática, como previsto pelo nome, será aviação. No salao principal terá um bar com pôsteres das viagens, correspondências entre Jock e Indy, além de hélices de avião funcionando como as pás dos ventiladores de teto.
Programando uma viagem para Orlando? Não esqueça de incluir o Jock Lindsey`s Hangar Bar no seu planejamento.
Vi no Blog da Disney
Um prato Napolitano típico da páscoa, O Casatiello d`A Pizza da Mooca foi criado pelo chef Fellipe Zanuto, para comemorar a data. O pão é feito com massa de pizza, farinha italiana e fermentação lenta, recheado de calabresa artesanal, linguiça Diavolleti, pancetta, parmesão, provolone, erva doce, pimenta preta e azeite extra virgem.
O pão pode ser pedido por encomenda e retirado no restaurante até cinco dias antes da Páscoa, pesa em torno de 1,5 kgs e custa R$ 65, ou se você tiver com vontade de colocar a mão na massa (literalmente), pode seguir a receita e mandar as fotos para nós.
Serviço:
A Pizza da Mooca
Rua Guaimbé, 439 – Mooca
Tel.: 2601-4653
Horário: de terça à quinta, das 18h às 23h30. Sexta e sábado, das 18h à 0h. Domingo, das 18h às 23h
Siga o painel Pães – Receitas e Dicas de Homem na Cozinha no Pinterest.
Vivem me questionando onde tudo começou, porque gostar de cozinha ou porque largar tudo para
lutar e viver de cozinha. Sempre respondo essa pergunta de um ponto de vista prá lá de simplista e
até mesmo egoísta. Tudo começou uns cem anos atrás.
Na realidade, tudo começou em Ribeirão Preto com uma senhora, mãe de cinco filhos, Dona Cora. Dona Cora criou os quatro filhos preparando verdadeiros banquetes para a sociedade de Ribeirão Preto. Minha avó Edith, era um dos quarto filhos de Dona Cora (que passarei a chamar aqui de vó Cora, mesmo ela sendo minha bisavó). Edith (minha avó), Jenny, Ruth, Coraci e Domingos acabavam ajudando onde fosse a Vó Cora.
Puxando na memória, meu primeiro contato com um Homem na Cozinha foi com o Tio Domingos, preparando uma das festas na sua casa no Morumbi, já aqui em São Paulo.
O fato é que hábito, dom ou o prazer de cozinhar está presente em todas as gerações de Toledo Piza (ou não mais Toledo Piza, já que dos cinco filhos, quatro eram mulheres e o sobrenome “se perdeu”) desde a vó Cora. Além dos filhos, temos minha mãe, a prima Corinha (de Ribeirão), este ogro que vos escreve e essa semana tive a notícia que a geração abaixo da minha já tem uma representante na cozinha, a Camila, que acaba de se matricular na Anhembi Morumbi.
Toda essa introdução, é uma tentativa de expressar o quão fiquei feliz com o convite da meninas do A Feira Ribeirão para uma palestra (que depois virou aula show) nas ações Pré evento no próximo dia 4 de março. As queridas Bia Amorim e Sabrina Galli me proporcionaram a oportunidade de devolver um pouco do conhecimento que tenho para a cidade que originou tudo e estou realmente feliz com isso.
Quando: No dia 4 de março às 19 horas. (evento no Facebook)
Onde: No Ribeirão Shopping –praça de eventos da 8a. Expansão
O que: Aula show de Hamburguer – se rolar com bate papo depois
No dia seguinte, o Jimmy McManis do Ogrostonomia fará uma aula show também. Não sei se posso falar, mas a aula dele será uma carne de panela no estilo Ogro.
Vamos????
Em uma garrafa artisanal de cerâmica, com o brasão da marca banhando a ouro, com tampa swing top foi lançada a Baden Baden Tripel, uma cerveja do estilo Tripel com teor alcóolico de 14%.
Produzida tal qual nos monastérios da Bélgica e da Holanda, a cerveja produzida em Campos do Jordão, recebe por tripla fermentação e passa por um período de 8 meses de maturação nos tanques, garantido assim o tom ouro avermelhado, textura licorosa, aroma de frutas e avelã e um corpo denso.
Essa edição histórica, para colecionador será vendida embalada à mão em latas especiais, numeradas, totalizando 2580 garrafas de 600ml.
Produzida sob um cuidado especial pelo mestre cervejeiro de Baden Baden, Sidney Telles Belchior De Oliveira Filho a Baden baden Tripel apresenta boa carbonatação e produz uma espuma densa, cremosa e persistente. A adição de açúcar na fermentação e o fato de ser refermentada na garrafa ajudam a tornar a Baden Baden Tripel mais leve e doce.
Como sugestão de harmonização para a Baden Baden Tripel, temos aves em preparações condimentadas ou com sabores cítricos, como laranja ou limão, queijos azuis, semi duros e sobremesas com frutas flambadas.
Ela será comercializada em empórios e mercados especiais e tem preço sugerido de R$ 150,00.

Dica: Sei que tem no Empório Alto de Pinheiros em São Paulo.
Semana passada recebi um convite para viajar à Belo Horizonte para um almoço na cervejaria Wäls. Seria apresentada uma novidade. Adorador de cerveja, seria uma oportunidade única de conhecer algo em primeira mão e conhecer a fábrica da única cerveja brasileira que já ganhou a medalha de ouro na World Beer Cup. O que eu não esperava era encontrar o Food Truck da Cervejaria Bohemia estacionado na porta da fábrica.
Isso era apenas um spoiller do que estava para ser anunciado. Compra? Fusão? Joint Venture? Todas essas palavras foram citadas entre os convidados na tentativa de entender o que a maior cervejaria do mundo estaria fazendo em uma das mais expressivas cervejarias artesanais do Brasil.
Muito se falou nas redes sociais durante o anuncio. À medida que as fotos eram postadas, os comentários criticando o anúncio, lamentando o fim de uma melhores cervejarias brasileira”, reclamando do capitalismo que estraga tudo.
O anúncio feito foi a união dos ativos das duas empresas Cervejaria Bohemia e a Wäls e a criação de uma terceira empresa que tem como sócios Ambev e a Wäls.
Há algum tempo – desde 2013 – a Cervejaria Bohemia já mostrou que estava de olho no mercado de cervejas especiais, com o lançamento das especiais Escura, Weiss, Confraria, Imperial, Chocolatier, Reservaquem quem além da trinca Bela Rosa, Jabutipa e Caá-yari.
Por estratégia de mercado, não será anunciada a participação de cada uma das empresas e a administração será conjunta.
As plantas de Belo Horizonte e de Petrópolis continuam com suas produções de cervejas especiais da forma como já trabalhavam antes da união, com a troca de experiências para o fomento do mercado. As experiências da Cervejaria Bohemia com a gigante Ambev por trás e a criatividade e a vocação para o diferente e ousado da Wäls, como disse Thiago Carneiro, um dos sócios da Wãls.
A união já rende um fruto. A Saison d’Alliance, uma cerveja do estilo Saison/Farmhouse Ale que nasce com o acesso às matérias-primas globais da Bohemia e a criatividade da Wáls.
Com um corpo leve e macio, a Saison d’Alliance receberá especiarias de sálvia, gengibre e hortelã, usando levedura da região da Valônia na Bélgica – usada pela cervejaria Leffe.
Ela chegará ao mercado a partir de março, com uma edição limitada à 2000 litros com garrafas arrolhadas de 375 ml.
Vejam um pouco do que rolou ontem.
Cerveja é bom e eu gosto! Eu sei, não estou sozinho nessa. Praticamente todo mundo gosta de cerveja. É a terceira bebida mais consumida no mundo. Só perde para água e chá.
E já faz um tempo que cada vez mais pessoas têm gostado de novas marcas e estilos de cerveja. Ela não é mais só a loura gelada. Se ficarmos apenas aqui no Brasil, ela já recebe até mesmo outros nomes como ruiva, negra, índia. Tem de fato cerveja pra todos os gostos.
Mas como descobrir qual a cerveja do seu gosto? Por já ter me iniciado em diferentes estilos há um tempo, muitos de meus amigos e familiares acabam sempre me perguntando: “Quero experimentar cervejas novas, mas por qual começo? Qual vale a pena comprar? Qual a diferença entre Stout e Ale?”. Se você também tem essas dúvidas, dia desses conheci um serviço que pode ajudar.
Na Cervejaria Devassa estão disponíveis 5 diferentes chopps: Loura, Sarará, Ruiva, Índia e Negra. E além das versões de 200ml e 300ml, é vendido um combo, em cinco copos de 60ml (aqueles de dose de tequila), cada um com um estilo de chopp da casa. A intenção é justamente essa: provar todos e descobrir qual te agrada mais.
Ao estar diante de tantos estilos diferentes, algumas dicas podem ser úteis para encontrar seu tipo de cerveja preferido. Repare nas cores. Perceba os aromas. Tente sentir as diferenças de gosto ao tocar a cerveja na boca, dentro da boca e após engolir. Não se preocupe em tentar identificar isso tudo logo na primeira vez que estiver experimentando uma bebida diferente. Isso é apenas pra tentar criar o hábito. Com o tempo, você acabará fazendo isso de uma forma até automática e nem perceberá. A partir daí, é memorizar – ou até anotar – o que percebeu de cada cerveja. No dia que fui à Cervejaria Devassa, fiz isso e compartilho algumas percepções para você entender do que falo.
Loura (Pilsen) – A cor é muito bonita. Clarinha e translúcida. No sabor, nem tão ruim, nem tão gostosa. É ok.
Sarará (Weiss) – A cor não estava bonita. Ainda que cervejas de trigo sejam mais turvas, estava turva demais. E apesar de dizer que tem aromas de cravo e banana, nenhum dos dois foi perceptível. Estava até um pouco azeda. Devo ter dado azar de algum problema de armazenamento do chope.
Ruiva (Pale Ale) – É cheirosinha, mas a cor não muito agradável. Pelo sabor, claramente percebe-se que é uma do tipo Ale, mas é bem simples.
Índia (IPA) – É a mais bonita das cores. E saborosa! Deu pra notar que é mais alcoólica. Bem gostosa, mas não sei como se compara em relação a outras IPAs (não conheço muitas IPAs).
Negra (Dark Ale) – Gostei. É puro café e caramelo, no cheiro e no sabor. Por causa disso, me lembrou um pouco a Eisenbahn Dunkel, que é de outro estilo, mas também gosto muito.
Veja, não segui nenhum padrão nas anotações sobre elas. Nem fui tão a fundo falando de processos de fermentação, se mais malte ou mais lúpulo, região ou safra e o caramba. Nem mesmo sou expert para chegar nesse ponto de análise, e sinceramente, nem acho que a gente precise. E se você provar cada uma delas, pode ser que suas percepções sejam completamente diferentes das minhas. Fique tranquilo, pois a única regra para descobrir qual seu tipo de cerveja é: não existe regra. Você só precisa beber.
Aos poucos, você identifica qual delas gosta mais. São mais de 80 estilos para experimentar. Isso segundo apenas um dos diversos critérios de classificação. E por favor, sem essa de ser pedante com “sua cerveja é ruim, a minha é que é boa”, combinado? O simples “gosto / não gosto” também é critério válido, e alguém sempre irá gostar de algo que você não goste e vice-versa. Não há nada de errado em alguém que diz gostar daquela cerveja de R$ 1,50 no mercado. Lembre-se, tem cerveja pra todos os gostos.
Este foi apenas o meu primeiro post no Homem na Cozinha sobre o universo das cervejas, a convite do meu grande amigo Ricardo Cobra, editor deste blog. Em breve, escreverei mais aqui sobre nossa adorada bebida.
“Você pensa que homem precisa de regras; ele precisa é de cerveja.”
Henry Miller, escritor norte-americano