O Bistrot de Paris é um restaurante que fica na Villa San Pietro, escondida no meio da agitação dos Jardins. Além do restaurante, essa vila abriga lojas e livrarias.
O Bistrot de Paris foi repensado em todos os detalhes para se tornar um autêntico bistorta francês, sob o comando do sócio-chef Alain Poletto que apresenta um cardápio de clássicos incontornáveis da cozinha francesa.
A origem e a sazonalidade dos produtos, a seleção das receitas seguindo as técnicas clássicas, o serviço atencioso e a completa carta de vinhos são as principais diretrizes do chef para o atendimento do seu público.
Agora no inverno, o Chef Alain Poletto apresenta um menu degustação, servido somente para o jantar, é válido para reserva a partir de quatro pessoas e é composto por quatro etapas. Para grupos a partir de oito pessoas é possível contar com a presença do chef, conforme disponibilidade, que contará a história e o modo de preparo dos pratos. O menu custa R$ 150 por pessoa.
Fondue Originale -Alain Poletto
Mini Fondue au fromage originale arrosée au Kirsch (clássica fondue suave dos queijo Appenzeller, Emmenthal, Gruyere, vinho branco e Kirsch), Mini Tartiflette du Savoyard (reblochon derretido e gratinado, batatas cozidas, cebola e bacon caseiro), Raclette traditionnelle (tradicional queijo raclette derretido acompanhado de batatas cozidas, tábua de frios selecionados como viande des grisons, presunto cru, lombo defumado e salsichão com cebolinha, cornichons e baguette) e para encerrar a Fondue au chocolate, fruits de saison et madeleines (fondue de chococlate meio amargo com frutas da estação e madeleines) ou uma sobremesa do cardápio fixo da casa como o Crème Brûlée (creme de baunilha caramelizado) e o Fondant de Chocolat soupe de fruits rouges (bolo cremosos de chocolate e sopa de frutas vermelhas).
Serviço
Rua Augusta, 2542 – Jardim Paulista – São Paulo – SP
Telefone: (11) 3063 1675
Para incrementar ainda mais nosso festival de fondue, o chef Felipe Mirasierras do Praça São Lourenço nos cedeu uma receita de Fondue Queijos Suíços.
O restaurante Praça São Lourenço dá início a sua 4ª edição do Festival de Fondue. Servido somente no jantar, a casa apresenta cinco sugestões de fondues salgados com seis seleções de guarnições adicionais e quatro opções de fondues doces, todas elaboradas pelo chef Felipe Mirasierras.
Dentre as propostas salgadas, há três pedidas com queijo: o Fondue Clássico de Queijos Suíços (R$119); o Fondue de Queijo Suiço com Bacon (R$119) e o Fondue de Queijo Cremoso e Cogumelos (R$129), todos eles acompanhados por uma cesta de pães, torradinhas, picles de maçã, presunto de parma e cornichon. Com destaque nas carnes, há o Fondue de Carnes ao Vinho (R$159) e o Fondue de Carne ao Óleo (R$159), ambos servidos com filé mignon, lombinho de leitoa, peito de frango e linguiça artesanal.
O Festival conta ainda com diversas opções de fondues doces.
Quem desejar, pode optar pela Degustação de Fondue servida para no mínimo duas pessoas (R$134 valor individual) que dá direito a uma opção dentre as Fondues de queijo, uma dentre as de carne e para encerrar, uma das sugestões de Fondues doce. Menu válido até o final de agosto.
Fondue Queijos Suíços – Praça São Lourenço
Serviço
Praça São Lourenço – Vila Olimpia
Rua Casa do Ator, 608, Vila Olímpia.
Tel. (11) 3053-9300.
Que os vinhos franceses estão entre os melhores do mundo, todo mundo sabe. Mas a grande novidade é que foi inaugurada a “Disney do vinho”. “La Cité du vin” foi inaugurada em Bordeaux.
Na tradução literal, A Cidade do Vinho, é um mega complexo que envolve diversas experiências sensoriais e interativas ao visitantes.
De degustação à compra em uma boutique conceito de 250m2 o complexo conta com áreas de degustação de vinho, espaço multi-sensorial, sala de leitura, auditório para eventos, entre diversas outras atividades.
Hoje eu voltei lá para o meio dos anos 80, lembrando de umas férias que tivemos. Mais precisamente as férias de julho de 88… quando a segurança no transito e o código de transito permitam atrocidades (ou como eu prefiro ilustrar, formava caráter) e meus pais alugaram uma casa em Campos do Jordão e convidamos diversos amigos para a casa e o casal de amigos do meu pai tinham uma F-1000. Aquela F-1000 clássica, azul com o teto branco (se não me engano 1981) que não era nem 4X4, não tinha Advancetrac (controle de tração, estabilidade, assistente de partida em rampa, luzes de emergência em frenagem brusca, etc), não tinha Ssitema Isofix para fixar cadeirinhas infantis, nem o cinto de segurança era três pontos.
Nessa F-1000, colocamos um colchão de casal na caçamba e fizemos todos os passeios por Campos, confortavelmente instalados nesse “motor-home”, pois a capota era daquelas de lona.
O tempo passou, meu “tio” comprou outra F-1000 (marrom metálica) e sempre segui nutrindo minha paixão por caminhonetes tendo a F-1000 como modelo de força e robustez. Mas fiquei órfão quando em 1998 ela deixou de ser produzida e a recém lançada Ranger, era mais moderna, porém não era tão imponente como a F-1000.
Cheguei a dirigir um tempo depois essas caminhotes deliciosamente robustas e sem os confortos de hoje em dia, como cambio automático, acionamento da tração 4X4 com botões, câmera de ré com sensores de estacionamento, muito menos AirBags e sistema multimídia integrado (olhe lá, tinha uma fita cassete pois meu tio era mão de vaca).
Nova Ranger – O teste
Agora voltamos para 2016, saímos de Campos do Jordão e pousamos em Foz do Iguaçu para corrermos até Puerto Iguazu, na Província de Misiones em plena reserva florestal onde, na última semana, pude conhecer a Nova Ranger 2017. Eu adoraria dizer que foi uma volta ao passado, mas isso seria impossível. Foi uma viagem ao futuro.
Desde o primeiro contato com a Nova Ranger, eu pude afirmar que finalmente temos uma caminhonete parruda e imponente. Ela cresceu (eu sempre tive preconceito com a Ranger, porque ela não era nem uma Pampa, nem uma F-1000) e ficou mais próxima das picapes da série F, as grades e os faróis interligados dão vida àquela frente e as rodas de 18 polegadas (na versão Limited) dão a altura que uma caminhonete precisa ter.
Dentre as 6 opções de cores (perolizadas: vermelho Toscana, preto Gales, cinza Moscou, azul Aurora, metálicas: prata Geada e prata Viena e a sólida: branco Ártico) escolhi a preta e eu minha equipe composta pelos amigos Nick Ellis, Marcelo Julião, Karina e Bruna partimos para uma trilha preparada dentro de uma base militar próxima à tríplice fronteira, como você pode acompanhar no vídeo.
A Nova Ranger conseguiu virar uma picape forte e bruta mas como um carro de luxo.
Dentre os componentes de segurança e conforto presentes no carro, estão itens como o AdvanceTrac, sete Airbags, chave programável MyKey com possibilidade de limitar velocidade máxima, volume máximo do sistema de áudio e inclusive impedir o desligamento do sensor de estacionamento ou do controle de estabilidade (esses dois últimos testamos durante o test drive, com os apitos a cada galho de árvore fora do lugar).
Mas como ex-proprietário de caminhonete (tivemos uma da concorrência lá para 1992-1996), a maior novidade é a garantia de 5 anos sem limites de quilometragem (para pessoas físicas) com revisões a cada 12 meses e preços já definidos a cada uma das revisões.
Os proprietários de Ranger, já podem ir até a rede de concessionárias para garantir a sua Nova Ranger 2017 com desconto de fidelidade.
Viajamos para Puerto Iguazu a convite da Ford do Brasil.
E sigo na saga de criar receitas para saciar a minha fome durante a reeducação alimentar. A novidade de hoje é velhinha, mas é saborosa. É um “sorvete de mamão”, feito sem leite, apenas usando água.
Estar em dieta é chato, nem sempre o resultado vem e certamente geram algum tipo de insatisfação e sempre surgem aqueles amigos com “aquelas palavras” e comentários de apoio. Se você tem algum amigo em dia, veja o que você NÃO deve dizer/fazer com ele.
1. Não conte história de dieta que deu certo no começo e depois deu errado
Quem precisa de dieta, geralmente não quer fazer dieta. Enquanto a pessoa que está mudando o hábito alimentar não incorporar a nova forma de se alimentar, ela irá sofrer.
Quando você conta histórias da pessoa X que emagreceu um quadrilhão de quilos em uma semana e depois parou de emagrecer e até engordou, seu amigo vai perder a vontade de continuar a dieta.
2. Não ofereça comida – e se oferecer e o amigo recusar, não insista…
E se você resolver insistir, não faça chantagem emocional do tipo “você não gosta da minha comida?” ou “só um pouquinho não faz mal”.
Dietas, reeducações alimentares ou regimes são mudanças de hábitos que levam tempo e além de ser chato bagarai você ter de recusar 10 vezes a mesma oferta, você precisa incorporar os novos hábitos … e convenhamos… é difícil “prá k7” você recusar um bombom de trufa uma vez, duas é mais complicado, três é impossível e lá se foram 3 meses de mudança de hábito para a casa do chapéu…
3. Não, o seu método de dieta NÃO é melhor do que o do seu amigo.
Essa eu vou pedir um pouco de bom senso para vocês. Quando se está conversando sobre o assunto, óbvio que podemos falar sobre nossos médicos, nutricionistas, fórmulas mágicas, shakes, sucos detox, etc, mas quando entrar em qualquer papo sobre dietas e afins, lembre-se que esse método funcionou com VOCÊ e não necessariamente vai funcionar ou agradar seu amigo.
Quem já fez dieta sabe quantas tentativas e metodologias já foram tentadas. Converse, mas não tente convencer. Ao menor sinal de recusa, mude de assunto.
4. Ele precisa de exercício? SIM, precisa. Mas não seja o chato que fica insistindo
Mais uma vez caímos na questão da insistência e na mudança de hábito. TODO médico que fomos, desde que saímos do pediatra nos disse: “você precisa fazer exercício”. Acontece que depois de uma vida de sedentarismo, não vai ser porque você está enchendo o saco, que a pessoa em dieta vai decidir ou não por fazer academia, exercício, correr, jogar futebol ou praticar o pentatlo moderno para competir nas olimpiadas de 2102.
Tudo relacionado a uma dieta é uma questão de tempo e hábito e não é o hábito de ter um amigo pentelhando sua cabeça, que vai fazer a mudança “para o bem”.
5. Não ofereça ou tente vender seus shakes e fórmulas milagrosas
Toma esse suco detox de água cristalina da Tanzania e couve colhida por anjos virgens da horta do São Pedro.
Eu vendo esse shake e você não vai comer a noite e ó…
Como disse na dica de “ o meu método é melhor que o seu”, a decisão da dieta já foi tomada e já está caminhando.
Bônus: Se a dieta está sendo feita com acompanhamento profissional, respeito não só o seu amigo, como o profissional que ele confiou.
6. Não corrija os pratos que ele fez e/ou comeu
Não existe coisa mais chata do que você estar todo orgulhoso (ok, você não está orgulhoso) com o prato que você conseguiu comer e vem um amigo e fala:
“- ainnnn, troca essa batata por batata doce.”
“Porque você não troca esse bife por frango? “
“nossa, massa? Porque você não faz um espaghetti de nabo jamaicano? “
Na boa, o “regimento” já está trocando a batata frita, o hambúrguer, o bacon, o raio que o parta por “saladinha com bife” , deixa o coitado comer o bife, ou a picanha sem gordura dele. Ele já mudou o hábito, ele está fazendo o regime/dieta/morrendo por dentro/reeducação alimentar no tempo dele, não precisa ser no seu.
7. NUNCA diga “Você está muito magro, pode parar”
Essa (como se as outras não fossem) é um desabafo.
Quando eu fiz reeducação alimentar pela primeira vez e depois de 49kg em 11 meses e chegar aos 90kg (nossa, eu sei fazer conta e ele tinha 140kg :O ) , eu comecei a reeducação alimentar por causa de um “acordo”com o meu cardiologista (ACORDA TROUXA, você não fez acordo com o médico, você fez um acordo com a sua saúde) de chegar em 120 kg. Acontece que eu cheguei em 120 kg em perto de 3 meses e meio e tinha sido fácil. Me coloquei uma nova meta e queria 110 kg. Pásmém, só mais 2 meses. Pô.. chegar nos 92 indicados para a minha altura vai ser mole. E você lutando contra o monstro do x-burger, o fantasma do chocolate, o Whisky sem cabeça e vem um desavisado e solta a pérola: “Pára com esse regime, você está magro demais, parece doente.”.
Não faça isso, cada um sabe o que quer e quais as lutas que precisou travar para encarar a batalha.
É comum para os amantes de vinho deixar de tomar “apenas uma taça” da bebida por “ser apenas uma taça”. Para solucionar esse problema , a startup 10-Vins criou a D-Vine que pode ser considerada como a Nespresso do Vinho.
Lançada na CES (Consumer Eletronics Show) em Las Vegas, a D-Vine recebe as as cápsulas de 100ml da bebida e realiza um processo de decantação que equivale a 3 horas de aeração e já entrega a bebida na taça do consumidor na temperatura correta para o consumo, tudo isso em apenas 1 minuto.
A empresa sediada em Nantes disponibilizou 30 variedades de vinhos no lançamento da máquina que tem um preço estimado de 499 Euros com entrega prometida (na França) para antes do dia 31 de janeiro.
Conheça a D-Vine
Os Vinhos
Entre vinhos de Bordeaux e da Borgonha, você pode conferir a lista de Grand Cru na boutique da D-Vine
Se você estiver em Paris, o showroom está localizado no endereço
Passage Piéton
3 rue Barbette
75003 Paris
Caso seu destino seja Nantes, a Concept Store está localizada em:
10-Vins
7 rue la Tour D’Auvergne
44200 Nantes
Tél. 02 52 86 06 25
Um tempo atrás, eu perguntei qual era o jeito certo de se comer hot dog. Obviamente não chegamos a nenhuma conclusão. Eis que o pessoal do Food Republic fez esse infográfico mostrando como se come hotdog pelo mundo.
Nota do Ricardo: Convidei a Ingrid para escrever esse texto, depois de uma meia hora conversando no chat do Facebook sobre histórias de natal muito divertida. Leiam 🙂
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A primeira vez que vi um porco foi na ceia de Natal. Aos 7 anos, aquele leitão a pururuca parecia maior do que realmente era. Cabia numa travessa mediana, sem muito luxo. Pele crocante e escura. E como brilhava por causa da capa de gordura. Tinha um aroma difícil de descrever. Para uma criança em fase de alfabetização, o cheiro talvez fosse de caramelo temperado com cravo e laranja.
Mas não era o cheiro, não era a cor, não era o tamanho que impressionavam. Eu simplesmente não podia tirar os olhos daquele bicho na travessa. O leitão tinha cara de leitão, orelha de leitão, rabo de leitão… E na boca, vejam só, uma singela e mirrada maçã. Pobre maçã. Toque final de vó caprichosa, daquelas que passam a véspera de Natal bem perfumadas, só para constrastar com o cheiro de torresmo impregnado pela casa.
A minha mãe, nascida e criada em fazenda, logo rejeitou. A lembrança do porco de estimação, criado dentro de casa com mimos de cachorro, era mais forte do que o aspecto suculento da carne. Menino, esse era o nome do suíno cor-de-rosa, que viveu bons anos de regalias ao lado da filha do fazendeiro, no casarão. Quando Menino passou dos cem quilos, emperrou na porta. Virou linguiça. A lembrança da morte ainda causa arrepios e revolta na dona dele, que passou duas décadas sem provar carne de porco.
A ceia de Natal de 1.985 tinha tudo para ser um desastre. Era arroz com uva passa e o leitão tinha cara de leitão. Jeitão de leitão. E gosto de leitão. Delicioso. Menino, nunca mais provei igual.
Boi, cordeiro, mar, aves…. apesar de falar de tudo isso, o livro ALL Fire de André Lima de Luca, fala de fogo. Um Pit, uma boca de fogão, churrasqueira, forno a lenha, fogueira… todas essas fontes de emissão do calor são usadas pelo ex-chef e sócio do BOS BBQ na confecção de cada uma das receitas apresentadas no livro.
O livro ALL Fire (ALL baseado nas iniciais do autor), será lançado em São Paulo nesse dia 17 de dezembro, na Livraria da Vila na rua Fradique Coutinho e contará com uma sessão de autógrafos do chef.
Estarei lá prestigiando meu amigo André.
Serviço
ALL Fire
Editora Tapioca
208 páginas
ISBN 978-85-67362-13-7
Preço – R$ 115,00
Lançamento – 17 de dezembro de 2015
18:30 as 21:30
Livraria da Vila
R. Fradique Coutinho, 893 – São Paulo – SP