Brownie ou brownies no plural, são uns “bolinhos” da culinária dos Estados Unidos da América, presentes em todas as festas. Basicamente, são quadradinhos de bolo de chocolate muito escuros, bastante compactos e pouco doces. Por essa razão, muitas pessoas os consomem juntamente com cerveja ou outra bebida não doce.
São muitas vezes servidos cobertos de creme de chocolate, por vezes com nozes dentro e outras vezes, servidos quentes, acompanhados de creme chantilly.
A tradição diz que este doce apareceu acidentalmente, quando um cozinheiro se esqueceu de misturar fermento na sua massa de bolo de chocolate.
originalmente postado em 14 de fevereiro de 2006
Este artigo foi selecionado para inclusão na campanha de Natal da editora de recursos educativos Twinkl.
Estive na casa para conhecer as novidades e o lançamento da Sugestão do Chef, um cardápio especialmente criado pela Chef Sabrina Vincenzo, quecomanda desde 2017 o tradicional restaurante Don Curro na versão Don Curro a La Sabrina. O cardápio especial – Sugestão do Chef – é servido no horário do almoço, de terça a sexta-feira e inclui prato principal, entrada e sobremesa.
O Couvert do Don Curro conta com a opção de azeitonas, manjubinhas e pães.
Com a Sugestão do Chef, o prato principal às terças-feiras é arroz com frutos do mar, atum selado na grelha com legumes e batatas souteou filet mignon e legumes grelhados. Às quartas-feiras arroz negro, peixe do dia com arroz açafrão e legumes grelhados, filet de frango, arroz com brócolis e batata soute. Quinta-feira é dia de folhas, arroz com polvo e aspargos frescos, bacalhau grelhado com arroz branco e brócolis ou filet mignon ao molho madeira champignon e arroz branco. Na sexta-feira arroz com lascas de bacalhau, peixe do dia com purê de batatas, molho de tomate e gambitasou filet de frango à milanesa com purê de batatas e brócolis cozido. A casa ainda oferece todos os dias a versão infantil, arroz batata frita ou purê com filet mignon ou filé de frango. Outra opção é o spaguettiao sugo e também na manteiga.
A Sugestão do Chef sai por R$ 79,00.
Mas e a famosa Paella?
A Paella, preparada na hora com ingredientes frescos, especiarias importadas da Espanha e osavoir-faireda chef Sabrina, neta do fundadores Francisco Dominguez Rios, o Don Curro e da Dª Carmen Escalona Garcia.
Sabrina que acredita que investir na experiência do cliente com a marca é fundamental para mantê-la sempre presente.
“O atendimento e a hospitalidade que os meus avós ofereciam e que fizeram do restaurante o que é hoje, nós levamos para dentro da casa dele. E o mais importante é que tradição ganha um toque contemporâneo, mas mantém sua essência e o amor pela arte de cozinhar.”
A Renovação
Deliciosos camarões com molho de alho e pimenta.
O processo de mudança começou com a nova de identidade da marca buscando uma conversa melhor com um público mais jovem, porém sem perder o vínculo com os clientes que acompanham a casa ao longo destes 60 anos.
“O horário do almoço pede um menu que atenda a rotina de quem trabalha ou mora do bairro do Jardins, em São Paulo, mas que não abre mão de apreciar uma boa gastronomia. Muitas vezes este é um dos poucos momentos do dia que temos para repor as energias e se isto for feito com um bom atendimento, em um lugar lindo e com o sabor do Don Curro a la Sabrina, pode ficar muito melhor”
explica Sabrina.
Já a Paella Valenciana e a Marinera continuam como a atração principal do espanhol e são servidos todos os dias juntamente com Plancha del Marinero, o Arroz Negro, o Arroz de la família Dª Carmen, o Robalo en Salsa Verde, o Pulpo a la Sabrina, as Ostras, entre outras opções de tapas, ensaladas e sobremesas.
A famosa torta da Dn. Carmen, mantida no cardápio pela Chef Sabrina.
Em nossa visita, tivemos a oportunidade de conhecer o prato do dia do menu Sugestão do Chef, além de conhecer as entradas e a famosa torta espanhola da dona Carmen, tudo regado a uma tradicionalíssima Sangria.
O que seria de um almoço espanhol, sem uma Sangria?
Serviço
Cardápio “Sugestão do chef”:R$79 – Servido de terça a sexta-feira, das 12h às 16h. Prato principal, entrada e sobremesa (frutas da época ou sorvete)
Endereço:Rua Oscar Freire, 439 – Jardins – São Paulo
Informações e Reservas:11 3060-8533| whatsapp 96171-9099 –
Estacionamento: vallet no local
Acesso para cadeirantes, área para fumantes, wi-fi, cardápio a la carte
O Bier Lab da Edelbrau surgiu da necessidade e principalmente desejo de testar novos sabores. Com esse núcleo de inovação, a Edelbrau cria novas receitas de cervejas experimentais, utilizando ingredientes inusitados.
Foto: Roberta Bratz
Desse projeto, nasceu a Altbier. Já durante a fase experimental a Altbier já ganhou medalha de ouro no último concurso promovido pela Copa da Cerveja Poa, em 2018, na categoria German Ales e está sendo envasada e vendida em linha pela Cervejaria Edelbrau, de Nova Petrópolis, a partir deste mês.
A origem
A “cerveja velha”, significado do nome Altbier, é uma cerveja típica de Düsseldorf e é produzida com a levedura do tipo Ale, porém com uma temperatura de fermentação típica de uma Lager, o que a deixa mais suave do que Ales tradicionais.
“Tivemos a premiação no concurso, o que qualifica a cerveja diante de jurados de renome internacional, e também tivemos um retorno muito positivo do público que visita Nova Petrópolis, que experimenta nossas cervejas no Gastropub Edelbrau e que compra na nossa loja”
relatou Fernando Maldaner, um dos sócios da Cervejaria Edelbrau.
A partir desse retorno do público que a Edelbrau, decidiu levar a produção, de início limitada a 400 garrafas, para a linha da cervejaria.
“A partir desta primeira quinzena de fevereiro já teremos garrafas recém produzidas na loja.”
comenta Samuel Zang, também sócio da Edelbrau.
Pelo projeto Bier Lab a Edelbrau lançará outras quatro cervejas em 2019, chegando ao sétimo rótulo experimental.
As Batatas Dauphines são um verdadeiro coringa. Podem ser um acompanhamento, mas podem ser um petisco. Venha aprender conosco como fazer essa delícia.
OBS: Estas batatas servem de acompanhamento. Podem também ser servidas como aperitivo, se você adicionar à massa ¼ xícara de chá de queijo ralado ou em cada colherada um pedacinho de anchova ou de linguiça defumada.
Algum tempo atrás eu estava em uma roda de jornalistas e blogueiros do mundo do vinho em um bate papo com o Galvão Bueno, que além de locutor e jornalista é proprietário da Bueno Wines. Nessa conversa, ele nos disse que certa vez, quando estava entrando no mundo dos vinhos em uma reunião com Michel Rolland – enólogo francês especialista em vinho Bordeaux – e lhe perguntou qual seria o grande defeito do vinho brasileiro. Eis que ele ouviu:
“Galvão o problema do vinho brasileiro não é a qualidade, é o preconceito.”
Usando essa frase do Michel Rolland, eu permito uma breve adaptação do assunto e digo, depois de 3000 km a bordo de um JAC T40 eu posso dizer que o “problema dos carros chineses, é o preconceito”.
Nosso chinês recebendo uma brisa do mar gaúcho.
Porque levar um JAC para o Rio Grande do Sul?
Quando comentei com meu amigo Richard do Rmax que viria novamente para o sul de carro, ele me disse: “vou te apresentar à equipe da JAC para você e quem sabe você vai para lá com um carro deles”. Dito e feito, trouxe um SUV chinês para passear no litoral do Rio Grande do Sul, em mais uma Road trip com a família.
A JAC Motors me ofereceu através desse contato do Richard um T40 CVT. O Crossover chinês seria um desafio para 4 pessoas e um Scottish Terrier, mas missão dada é missão cumprida. Refiz alguns dos planos de bagagem e segui à risca as minhas dicas de montagem de porta malas . Tivemos de deixar algumas coisas, mas faz parte do processo de testar um carro urbano na estrada. E como meu spoiller do início do texto já dá entender, não me arrependi do teste.
O JAC T40 CVT
Eu poderia fazer uma análise técnica do carro, falando de cada um dos itens de série do carro, porém prefiro deixar isso para a ficha técnica no final do texto. Aqui eu prefiro falar do carro que dirigi de São Paulo à Tramandaí e pelo litoral gaúcho, do conforto interno à segurança
Componentes de Série do JAC T40
Saímos de São Paulo às 5 e meia da manhã de um sábado chuvoso e já de cara a primeira supresa com o limpador de para-brisa com regulagem automática de velocidade.
E a chuva persistiu de São Paulo até quase Curitiba, com trechos de intensidade maior, menor e pude sentir a influencia dos controles de Estabilidade (ESC) e o de Tração (TCS), além do ABS e do assistente de frenagem de emergência (BAS) que me salvou em uma situação complicadíssima na Serra do Cafezal – um caminhão vazio, passou ultrapassando diversos carros pela direita – SIM, PELA DIREITA – e mais à frente, quase torceu em uma curva.
Mesmo em um JAC T40, a tensão de uma estrada chuvosa na minha cara.
O conforto em dirigir foi ajudado pela suspensão dianteira independente e a suspensão traseira semi-indepentente, além dos freios à disco nas quatro rodas.
No quesito de dirigibilidade, o carro te coloca em uma posição mais alta, com um SUV, dando uma visibilidade excelente do que se tem à frente. Os bancos de couro de série são bastante anatômicos que juntamente com os comandos no volante (revestido de couro) e o piloto automático transformaram a viagem de 15 horas, algo bastante confortável .
Visão Interna do JAC T40
Entre Curitiba e Florianópolis a viagem seguiu com um clima bastante típico de áreas semitropicais alternando em sol e chuvas esparsas e isso permitiu a este motorista curitr um pouco mais os quatro alto falantes e dois tweeters ligados à central multimídia de 8” e minha playlist no Deezer.
Tela Multimídia do JAC T40 exibindo a temperatura do ar condicionado digital
Já as passageiras mais importantes do mundo que me acompanhavam (minha filha e minha enteada) estavam ligadas em seus dispositivos eletrônicos à porta USB traseira no console, revezando o cabo de energia durante a viagem. Ao centro, nossa pequena Bela usando seu cinto de segurança canino.
Bella posa presa em segurança no cinto de segurança para a cães
Nas paradas que fizemos, eu me lembrei da paixão que nutro por câmera de ré e por sensor de estacionamento. Tudo fica mais fácil com esses itens de série.
Porta malas
O porta malas do JAC T40 CVT em um primeiro momento parece menor do que o necessário, mas ao levantar a tampa que esconde o estepe encontramos porta objetos no porta malas que facilitam no demais no dia a dia e se transformaram em verdadeiros coringas na viagem. Todos os itens pequenos da bagagem foram delicadamente acomodados, liberando espaço para as malas .
Lembrando que o JAC T40 é um crossover, não podemos esperar um porta malas de um SUV.
Uso urbano
Passamos por Porto Alegre algumas vezes durante a viagem e pude testar alguns itens que sempre considerei desnecessários em carros – e revi diversos conceitos.
Parada para comer um Brownie no Charlie Brownie lá em Porto Alegre
Porto Alegre tem diversas ladeiras e o JAC T40 tem o Assistente de saída em rampas(HSA) e facilita muito no dia a dia.
No trânsito, o Sistema Start/Stop me deu alguns sustos, mas ajudou bastante no consumo do carro.
Consumo esse, aliás, que foi de 15km/l na estrada e 12,5 km/l no uso misto, sempre com o carro carregado.
Por fim, a viagem terminou e sentirei saudade do chinês que me guiou tão deliciosamente.
Veja a avaliação do carro em vídeo
Ficha técnica JAC T40 CVT
Preços: A partir de R$ 69.990 Motor: gasolina, dianteiro, transversal, 4 cilindros, 16V, aspirado, 1.590 cm3; 138 cv a 6.000, 17,1 mkgf a 4.000 rpm Câmbio:automático CVT, 6 marchas, tração dianteira Suspensão:McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.) Freios:disco, vent. (diant.) disco sólido (tras.) Direção:elétrica Rodas e pneus:liga leve, 205/55 R16 Dimensões:comp., 413,5 cm; altura, 156,8 cm; largura, 175,0 cm; entre-eixos, 249 cm; peso, 1.220 kg;
Vista da Barra do Imbé, local que o JAC T40 CVT nos guiou.
O coquetel Rabo de Galo completa seu 64o. aniversário e, assim como a Caipirinha, é um patrimônio cultural do Brasil. Sua fama começou nos anos de 1950, para atender os imigrantes italianos, que buscavam sabores mais próximos aos de seu país de origem, com a implantação de uma fábrica de bebidas alcoolicas em São Paulo. No entanto, estes consumidores encantados pela Cachaça não bebiam mais o Vermute, mas apreciavam muito o “ouro líquido brasileiro”.
O Rabo de Galo
Eis que surgiu o rabo de galo, misturando a nossa Cachaça com o vermute italiano. Esse coquetel ganhou um copo exclusivo, que continha marcação das doses. Segundo relatos, o fundo do copo era mais grosso para aguentar a batida no balcão, na volta do gole. Seu nome, inclusive remete à palavra cocktail, mas a idéia foi rapidamente descartada e substituída pela tradução da palavra em inglês Cocktail, que, em português, significa Rabo de Galo.
O Rabo de Galo, que inicialmente tinha em sua proporção original 2/3 de Cachaça para 1/3 de Vermute, nos dias de hoje não tem uma receita exata e nem há uma técnica fixa de preparo: as bebidas podem ser misturadas num mixingglass com gelo ou no próprio copo de servir.
Para enaltecer o famoso Rabo de Galo, duas referências mundiais do segmento se juntaram para promover o II Concurso Nacional do Rabo de Galo. O primeiro é Derivan Ferreira de Souza, conhecido como Mestre Derivan, e o segundo o bartender Daniel Júlio.
Um concurso para todos
Em 2018, o Concurso Rabo de Galo, que está em sua segunda edição, acontecerá em 3 de dezembro, das 13h às 20h, no Leques Brasil Hotel Escola, na Liberdade.
Este evento reunirábartenders e mixologistas de todo país que prepararão receitas inéditas da bebida e o público poderá degustar gratuitamente as Cachaças expostas no encontro.
Em 2017, o evento atraiu centenas de pessoas interessadas em conhecer mais sobre a origem do drink e seus variados sabores, sendo um verdadeiro sucesso.
“Temos o propósito de promover a Cachaça e criar uma grande possibilidade de diversificação de seu uso em cocktails. Para isso, vamos reunir um grande número de bartenders para uma festa de criações diversas e receitas exclusivas do Rabo de Galo, despertando o interesse dos mais jovens profissionais, em relação ao sabor da bebida e sua história”, comenta o Mestre Derivan, um dos idealizadores do evento.
Este movimento visa ainda levar o Rabo de Galo a alçar vôos mais altos. O objetivo é que este drink seja o segundo coquetel brasileiro à base de Cachaça a ser inserido na lista da IBA – International Bartenders Association, uma relação que atualmente conta com quase 100 coqueteis considerados como clássicos no mundo.
Serviço:
II Concurso Nacional do Rabo de Galo
Data: 3 de Dezembro de 2018
Horário: das 13h às 20h
Local: Leques Brasil Hotel Escola – R. São Joaquim, 216 – Liberdade
Entrada gratuita (proibido para menores de 18 anos)
Essa receita de coquetel de camarão é a que minha avó usava para fazer essa maravilha. Bastante elegante é uma excelente entrada/salada para quaisquer refeições à mesa.
Para quem viveu nos anos de 1980, se lembrará que toda festa “chique”, tinha essa entrada, nas taças de martini, sempre enfeitadas com um camarão mais robusto na borda. Apresentação à parte, o coquetel de camarão (ou salada de camarão ao molho rose) pode ser uma grande lembrança de memória gustativa.
Estivemos no Restaurante All Seasons para conhecer o festival de camarões, alcachofras e ostras criado pelo chef Christophe Besse, em comemoração aos 19 anos da casa.
Até o dia 01 de dezembro, os clientes poderão degustar os pratos especialmente criados para a ocasião.
O restaurante All Seasons está completando 19 anos e, para comemorar, vai promover um festival que traz camarão, ostras e alcachofras como protagonistas das criações do chef Christophe Besse. O cardápio especial estará disponível até 01 de dezembro, sempre no jantar.
Buffet de saladas do All Seasons no festival de camarões
O restaurante oferece um buffet de entradas (R$ 49 ou incluso nos principais) que dispõe de camarões Calypso com molho rosé e pimenta dedo de moça, gaspacho de camarão com guacamole, terrine de alcachofra com champignons, coullis de tomate e pimenta biquinho, alcachofra barigoule entre outros.
Buffet de saladas do All Seasons no festival de camarões
As ostras frescas abertas na hora podem vir à mesa in natura ou com espuma de limão siciliano papaia e bacon (R$ 7 – unidade ou R$ 39 – 6 unidades) ou como creme com gorgonzola.
Pratos principais
Para esse festival, foram preparados diversos pratos em que o camarão é o protagonista e por vezes faz parceria com a Alcachofra e/ou o Porcini. Com valores que variam entre R$ 49 e e R$ 76, o menu apresenta o: Ravióli de camarão, salteado de alcachofra, molho champagne com ovos “Mujol” e manga, Risoto de camarão, alcachofra e porcini, Risoto de alcachofra e porcini, camarão provençal, purê de batata com champignons, variação de Suchi de camarão e alcachofra, camarão “Pôélé” ao molho Iemanjá (leite de coco, água de coco, óleo de palma e molho de pimenta) e uma Massas orgânicas com ovo caipira.
Festival de camarões do Restaurante All SeasonsFestival de camarões do Restaurante All Seasons
Sobremesa
O Grand Panaché (R$ 38), com uma seleção das principais sobremesas da casa para serem compartilhadas, foi escolhido para finalizar a experiência gastronômica. Nele, são combinadas versões mini da torta escândalo de chocolate, sablé de polenta (creme limão siciliano, azeitonas pretas cristalizadas), macaron doce de leite brigadeiro, eclair crocante de chocolate com bacuri e o tradicional mil folhas.
Serviço:
Festival de Camarão, Ostras e Alcachofra – Aniversário All Seasons Data: de 30/10 a 01/12/2018
Horário: sempre no jantar, a partir das 19h
All Seasons Restaurant
Alameda Santos, 85 – Jardins – São Paulo – SP Informações e reservas pelo (11) 2627-1336
www.restauranteallseasons.com.br