Bata as gemas com o ovo durante 15min.até obter uma mistura fofa e firme. Distribua em 20 forminhas de aluminio de 5 cms.bem untadas com manteiga. Asse em forno moderado (180graus) preaquecido por 20 a 25min. Até crescer e dourar ligeiramente. Retire do forno, deixe esfriar um pouco e desenforme. Para a calda
4 x de suco de laranja
1 x de água
¼ x de licor de laranja
4 laranjas descascadas e cortadas em gomos
2 x de framboesas
2 x de morango cortado ao meio
½ x de amora fresca
Modo de preparo
Coloque numa panela o suco de laranja, a água e o açucar. Leve ao fogo e deixe ferver durante 5 min. Retire do fogo e acrescente o licor e as frutas.
Sirva o papo de anjo com a calda, se preferir, gelada.
Nota: Receita de família. Já comi diversas vezes, porém nunca a fiz.
4 tabletes de fermento
2 colheres de sopa de açúcar
4 colheres de sopa de Farinha de trigo
1/2 copo de leite morno
Modo de Preparo
Dissolver o fermento com o açúcar, adicionar o leite e a farinha, mexendo com uma colher.
Cobrir, reservar e esperar crescer.
2a. massa
7 colheres de sopa de açúcar
6 colheres de sopa de leite em pó
6 ovos inteiro
4 gemas
2 colheres de sopa de mel
300 g de margarina
1 colher de sopa de essencia de laranja ou de panettone
300 g de frutas cristalizadas
200 g de uvas passas (pode-se trocar as frutas por chocolate)
800 g de Farinha de trigo
Modo de Preparo
Misturar os ovos à 1a. massa. Posteriormente, adicionar os outros ingredientes, exceto as frutas.
Sovar a massa com a mão, até a massa ficar uniforme (ela se soltará da bacia).
Adicionar as frutas e preencher metade da forma de panettone.
Reservar até crescer.
Coxinha… Quem não gosta de coxinha não merece ter acesso às outras maravilhas da culinária. Uma massa macia e saborosa com um frango desfiado bem temperado, é uma iguaria que eu coloco no mesmo patamar que iguarias importantes no mundo, como a Bruschetta na Itália, ou o caviar na Russia e assim por diante.
Vamos colocar aqui algumas premissas:
Formato – ESSENCIAL que ela tenha o formato tradicional da coxa de galinha;
Recheio – Frango temperado e só. O salgado com catupiry ou qualquer outra inovação, não é coxinha;
Coloração – Ela precisa ter o tom amarelado escuro que só um óleo bem quente e recente é capaz de fazer;
E me perdoem os fiscais da saúde, viva a gordura trans da fritura :).
Porém outro dia estava discutindo com amigos “Qual a maneira certa de se comer uma coxinha?”
A região de Dijon na França é bastante conhecida por sua mostarda, que “habita” muitos de seus pratos. Fui presentado com um vidro da Maille, marca de mostarda Dijon produzida há mais de 260 anos.
Confesso que normalmente não sou muito fã de mostarda, mas Dijon não nada de parecido com a mostarda alemã que costumamos consumir no Hot-Dog, Dijon é uma experiência única. A Maille pensando em tudo, providenciou um site com diversas receitas com a famosa mostarda e você pode conferir alguma receita que te agrade.
Ingredientes:
2 xícaras (chá) de arroz arboreo
4 colheres (sopa) azeite de oliva
1 colher (sopa) manteiga
½ cebola, picada
1 xícara (chá) de vinho branco, seco
2 l de água
2 tabletes de caldo de legumes
8 mini alcachofras em conserva (ou 2 alcachofras grandes, sem as folhas duras, apenas o miolho e o coração)
queijo parmesão, a gosto Modo de preparo:
Preparar o caldo de legumes com dois tabletes de caldo instantâneo e 2 l de água filtrada. Deixe ferver e reserve sempre em fogo baixo. Uma outra opção, é cozinhar as duas alcachofras grandes (caso você deseje utilizá-las), filtrar e reservar 2 litros da água. (o trabalho é realmente muito maior)
Separe as folhas e o coração das 8 alcachofrinhas Reserve.
Coloque o azeite numa panela e leve ao fogo baixo. Acrescente a cebola e misture bem com uma colher de pau por aproximadamente 4 minutos (a cebola deve ficar transparente).
Acrescente o arroz, refogando-o por até 2 minutos em fogo alto, adicionando o vinho na sequência. Até o vinho evaporar é necessário mexer o arroz
Durante aproximadamente 15 minutos, acrescente uma concha do caldo e mexa sem parar; quando secar, junte outra concha.
Adicione a alcachofra e continue mexendo até ficar “al dente”. Caso o arroz ainda esteja um pouco cru, continue cozinhando por mais um minuto e, se for preciso, junte um pouco mais de caldo.
Desligue o fogo, junte a manteiga, não mexa e tampe a panela.
1 e 1/2 banana maduras
1 lata de leite condensado
1 colher de sopa de açúcar
1/2 colher de sopa de manteiga
canela a gosto
Modo de preparo
Pegue as bananas e amasse-as muito bem com a ajuda de um garfo. Em uma panela de boca larga, coloque a manteiga, e espere que a manteiga derreta e adicione o açúcar, misturando bem com a colher de pau.
Junte então a banana amassada e a canela. Recomendo que teste para encontrar o seu ideal de canela. Mexa por volta de 4 minutos em fogo baixo. A banana irá se desfazer, deixando a mistura uniforme.
Caso a mistura esteja grudando, adicione um pouco mais de manteiga.
Adicione então a lata de leite condensado e mexa constantemente em fogo baixo. O ponto do brigadeiro é quando se puxa com a colher e conseguimos ver o fundo da panela.
Tempero baiano, coentro, cominho (opcional) e sal a gosto
Modo de preparo:
Doure a cebola no azeite e acrescente os pimentões cortados em finas tiras. Deixe por cerca de 4 minutos ao fogo alto até começar a refogar. Acrescente o peito de frango e deixe por mais 5 minutos depois acrescente cerca de 100 ml de água e deixe em fogo alto por 10 minutos, acrescente os temperos.
Opcional:
Caso queira aproveitar a receita e fazer um pirão com o caldo do frango coloque 300 ml de água ao invés de 100ml. após o frango cozido, utilize um escorredor de arroz e um prato e coloque toda receita no escorredor deixando o caldo no prato.
Adicione farinha de mandioca ou milho ao caldo e misture até ficar pastoso, pronto seu pirão está pronto. Agora pegue o frango devolva ele à panela adicione 4 colheres de azeite e deixer ao fogo brando por mais 5 minutos.
Moro nessa casa já faz 5 anos. É uma rua com apenas um quarteirão, fechada em um dos lados e que tem uma amoreira bem no meio do quarteirão. Nesses 5 anos que moro aqui, nunca consegui colher mais do que duas amoras por estação, seja por falta de calor, seja por excesso de calor, seja por que os transeuntes e os passarinhos chegaram antes. Se algo de bom aconteceu nessa maré de calor e secura do inverno de 2010, foi a chegada da primavera antecipadamente. Ipês floridos, Manacás idem e a amoreira da minha rua repleta de frutos.
Eis que hoje, peguei minha filha de oito anos e fomos colher amoras na árvore, mas não colhemos as frutas para degustação no momento, fizemos uma operação de guerra: potes, latas de leite em pó, tripé de fotografia, até uma escada foi utilizada em nossa jornada. O resultado:
Depois de lavadas e secas, essas amoras “Roxas de Doer”, viraram uma deliciosa calda de sorvete, com a receita abaixo: