Se tem uma coisa que eu sempre passava reto em todo churrasco, essa coisa era frango. Piadas de que frango não era churrasco, que frango era comida de comer em casa – na mesa…. Tudo que você pode imaginar. Eis que chega minha filha e é doida por churrasco de tulipas de frango. Já viu, né? O churrasqueiro foi pego pelo instinto paterno e se rendeu às asinhas de frango (ou drumet em vários lugares do Brasil).
Depois de algumas tentativas que ficavam melhor ou pior que a anterior, cheguei a uma receita que agrada inclusive à mim.
Aquele que esteve na Argentina e não se confundiu com os cortes não tradicionais, que atire a primeira pedra :). Os nomes diferentes nos cortes de churrasco entre os países acaba confundindo àqueles que não são especialistas no assunto e resolvemos ajudar a vocês.
Diferença nos cortes de churrasco Brasil X Argentina
A primeira coisa que precisamos entender é que não existe a tradução entre os nomes dos cortes, o que existe é um relacionamento entre as partes do gado. Um contra filet, por exemplo pode oferecer para nós bifes, Bistecas com osso, o chamado filet de costela. Para os argentinos, um ancho, um chorizo, etc.
O que fizemos aqui, foi uma comparação do que podem ser considerados cortes similares.
Aproveitamos que o compartivo iria sair e já fizemos também uma comparação com os cortes americanos – E em breve iremos aumentar esse comparativo com os cortes do American BBQ.
De onde um cozinheiro tira a idéia de fazer um pudim de cerveja? De um desafio!
A idéia era preparar uma sobremesa usando cerveja e que agradasse a todos os públicos, isso tudo em um jantar em que todos os pratos continham cerveja como ingrediente. Os olhos do anfitrião brilharam quando ele ouviu a sugestão do “pudim de cerveja” e o desafio estava aceito.
Ragu – vem do francês ragoût, (despertar o gosto ou o apetite), é um molho a base de carne cozida e tradicional nas cozinhas francesa e italiana, nesse ragu de ossobuco, juntamos o sabor do molho com um dos cortes mais saborosos.
Muito presente no nosso dia a dia, principalmente nos molhos de macarrão, como o bolonhesa (antes da utilização da carne moída, a carne desse molho era desfiada).
Ainda levando o meu processo de reeducação alimentar. A cada refeição preciso comer obrigatóriamente uma porção (ou equivalente) de cada um dos grupos alimentares. Isso tem sido uma grande prova de agilidade, pois nem sempre tenho todos os ingredientes, ou até mesmo o tempo necessário para preparar a refeição completa.
Por esse motivo, tenho criado alguns sanduiches práticos para ter uma refeição completa e principlamente ter a agilidade na preparação.
3 batatas grandes cozidas com casca
100 grs. de manteiga com sal
1/2 xícara de chá de leite
30 grs de fermento biológico
sal a gosto
2 ovos
900 grs. de farinha de trigo
queijo prato
Modo de preparo
Cozinhe as batatas com casca em água com sal. Enquanto as batatas cozinham, deixe o restante dos ingredientes fora da geladeira para que fiquem em temperatura ambiente.
Quando as batatas estiverem cozidas, com elas ainda quente, amasse-as e retire a casca. Adicione os ingredientes, exceto a farinha e misture com um garfo.
Aos poucos, vá adicionando a farinha de trigo até que a massa desgrude da mão. Deixe crescer por aproximadamente meia hora.
Faça as bolinhas, já recheando-as com um pedaço de queijo prato em cada uma delas. Deixe crescer por mais uns 15/20 minutos. Pincele as gemas de ovos nos pães.
Asse em forno pré aquecido à 180º, até que a gema esteja dourada e os pães assados.
Veja outras Receitas de Pães aqui no Homem na Cozinha
Praticamente desde que eu nasci eu vou para o Guarujá, pois minha avó (a do melhor strogonoff do mundo) tinha casa lá. Fora a praia, minhas lembranças mais remotas do Guarujá (ligadas à comida) são o copo de vidro marrom da Duralex e o pão de cará.
Minha história com o pão de cará sempre foi estranha, por que o pão era meio doce, meio salgado… mas era o pão que eu ia comprar com a minha avó, todo final de semana que estávamos no Guarujá. Íamos andando, as vezes na padaria pertinho da casa dela, às vezes em uma padaria lá para os lados do Tortuga.
Recentemente, voltei depois de uns 9 anos para o Guarujá e fui atrás do pão de cará e não encontrei. Passei a caçar receitas de pães, mas nenhuma chegava perto da receita original, até que esse final de semana misturei um monte de conceitos e receitas e fiz, finalmente, um pão com o gosto muito parecido com o pão da minha infância. Esse, ficou mais pesado que o da padaria, mas isso eu vou melhorando com o tempo.
Pão de Cará
Ingredientes
1/2 Kg de Cará
1/2 kg de farinha de trigo
2 colheres de sopa de manteiga
3 ovos
1 copo americano de leite morno
15grs. de fermento biológico (1 tablete ou 1 saquinho do em pó – Não testei)
1 colher de sopa de açúcar
Modo de preparo
Após descascar, cozinhe o cará em pedaços e tão logo estejam cozidos (macios), esprema. Reserve.
Dissolva o fermento no açúcar e junte os ingredientes “molhados”. Adicione a farinha de trigo aos poucos, até que a massa esteja lisa.
Faça os pães em forma de bisnaga e pincele-os com a mistura de 2 gemas batidas.
Deixe o pão descansar 1 hora e meia antes de assá-lo em forno moderado.
Veja outras Receitas de Pães aqui no Homem na Cozinha
Um dos grandes desafios que encaramos quando resolvemos fazer uma reeducação alimentar é a necessidade de criarmos refeições encaixando todos os grupos alimentares nas quantidades indicadas e o principal que nos incentivem a comer. Criei esse rosti de batata doce em um dia assim.
A batata rosti é um prato bastante versátil mas quando utilizamos a batata comum (inglesa), diminui bastante a quantidade de carboidratos que podemos ingerir, então optei pela batata doce, que permite uma quantidade um pouco maior, melhorando a satisfação.
Essa receita é relativamente simples de preparar e pode ser uma ótima opção de um preparo de um prato apenas.