Final de semana está chegando e com ele chegam as comemorações. Encontrar amigos é sempre bom e no verão, acompanhado com uma cerveja gelada melhora tudo.
Com a chegada da lei seca, cada vez mais forte, passou a ser mais frequente as recepções de amigos em casa, mas a comida de boteco as vezes faz falta.
Pensando nisso, trago para vocês uma receita que faz muito tempo que não cozinho por aqui e que fará sucesso nas suas reuniões.
Tiras de filet ao molho de gorgonzola
Ingredientes
400 g de filet mignon cortado em tiras
óleo de canola
sal
pimenta do reino
50 g de manteiga
70 g de farinha de trigo
400 ml de leite
250 g de gorgonzola
Modo de preparo
Enquanto você tempera a carne com o sal e a pimenta do reino, aqueça o óleo em uma panela. Com o óleo quente, adicione a carne e frite-a. Reserve.
Em outra panela maior, adicione a manteiga. Quando ela estiver derretida, adicione a farinha de trigo e frite-a mexendo até formar uma “bola”. Baixe o fogo e adicione o leite aos poucos, sempre mexendo até que a farinha esteja totalmente integrada ao leite. Adicione o restante do leite e a gorgonzola. Misture enquanto cozinha.
Caso o molho fique muito grosso, adicione mais leite e apenas o incorpore ao molho.
Adicione a carne ao molho e mantenha no fogo apenas o tempo necessário para aquece-la.
Se você ainda não ouviu a expressão Naked Cake, prepare-se pois ouvirá bastante nos próximos meses. Já começando a ficar bastante famoso em casamentos, os “Bolos Nus” estão chegando às reuniões e festas de aniversário.
Os Naked Cakes são bolos é uma invenção dos confeiteiros e Cake Designers para aumentar o apetite appeal de suas criações. Saem coberturas, pasta americana, fondant e entram os bolos em camadas e seus recheios..
O primeiro contato que tive com esses bolos, foi na edição de dezembro de 2011 da revista da Donna Hay no iPad. Era um bolo de chocolate escuro com recheio branco, criando um contraste impressionantemente bonito.
De lá para cá, já vi em diversos locais os mais diversos bolos, com decorações a base de frutas e flores.
Esses dias estava testando algumas massas para cupcake, aproveitei uma massa que “sobrou” e fiz um bolinho pequeno. A massa em questão era do Red Velvet Cake. Como o nome diz, o Bolo de Veludo Vermelho é um bolo bastante macio, com a massa vermelha, em um tom forte, originalmente obtido através da reação química do Vinagre com o Bicarbonato de sódio.
Logo tomei a decisão de preparar um Naked Cake e trazer para vocês.
Naked Red Velvet Cake
Ingredientes
170 ml de Iogurte Natural
5 ml de essência de baunilha
10 ml de corante vermelho em gel
300 g de farinha de trigo
240 g de açúcar
10 g de bicarbonato de sódio
10 g de fermento para bolo
5 g de sal
20 g de chocolate em pó (o certo é usar cacau)
3 ovos grandes
200 g de manteiga sem sal
10 ml de vinagre branco
Recheio
150 g de cream cheese (1 pacotinho)
50 g de manteiga
300 g de açúcar de confeiteiro
Modo de preparo
Retire a manteiga e os ovos da geladeira e pré aqueça o forno baixo (a menor temperatura do meu fogão é 180o , o ideal é 160o ).
Junte o Iogurte e o corante. Misture bem. Adicione a essência de baunilha. Reserve.
Em outro recipiente, adicione os ingredientes secos (Farinha, bicarbonato, fermento, sal e chocolate), misturando-os e posteriormente peneirando a mistura. Reserve
Quando a manteiga estiver no ponto de pomada (bastante amolecida), bata com o açúcar até que fique o creme branco e homogêneo. Adicione os 3 ovos, um de cada vez, sempre batendo a massa (uns 8 minutos).
Adicione o vinagre e bata mais um pouco.
Adicione a mistura seca e a mistura de iogurte em 4 lotes alternados, sempre batendo a massa.
Unte a forma com manteiga e farinha.
Coloque a massa na forma e leve ao forno por aproximadamente 40 minutos.
Recheio
Com todos os ingredientes em temperatura ambiente, bata o cream cheese e manteiga na batedeira. Novamente quando o creme estiver homogêneo, peneire o açúcar de confeiteiro a bata por 15 minutos.
Resfrie o recheio.
Montagem
Corte o bolo em 3 partes. Recheie as duas partes centrais, tomando bastante cuidado na hora de encaixar as partes.
Polvilhe açúcar de confeiteiro por cima do bolo (ok, eu pulei essa parte).
A Lanchonete da Cidade é uma das lanchonetes mais bem cotadas aqui de São Paulo. Com diversas unidades, ela tem um prato imperdível – as batatas rústicas. Uma batata frita que fica crocante por fora e macia por dentro, temperada com sal grosso e alecrim. Veja a receita abaixo.
Batata Rústica da Lanchonete da Cidade
Ingredientes
5 batatas grandes
3 ou 4 ramos de alecrim
5 dentes de alho
3 colheres de sopa de sal grosso
óleo de canola
Modo de preparo
Lave as batatas muito bem – para lavar as batatas, use água corrente e uma esponja exclusiva para isso, retirando todas as sujeiras da casca.
Cozinhe as batatas, em uma panela grande, com bastante água temperada com sal e alecrim (3 ramos com as folhinhas soltas), por 45 minutos.
Deixe as batatas em um escorredor até esfriarem e leve à geladeira por uma noite (se você tiver urgência, pode usar o freezer, mas o resultado não é igual).
Corte as batatas em rodelas de 0,5 cm de espessura – você deve manter a casca. Reserve.
Coloque o oleo na panela (em quantidade suficiente para submergir as rodelas de batata) e aqueça à 180o. Frite as batatas geladas por 5 minutos. – A batata precisa estar gelada, pois é essa inversão térmica que fará a batata ficar crocante por for a e macia por dentro.
Frite os dentes de alho no azeite (mesmo processo da batata, porém usando azeite de oliva).
Opção sem fritura
Sei que muita gente evita usar fritura em sua alimentação, dessa forma temos essa opção que não envolve a fritura submerse em oleo. Nessa opção assamos as rodelas de batata em forno.
Siga as orientações até cortar as rodelas das batatas e pré aqueça o forno a 200o
Disponha as batatas em uma assadeira (dê preferência às antiaderentes) e regue-as com 2 colheres de sopa de azeite. Coloque também os 5 dentes de alho.
Leve ao forno por 40 minutos.
OBS: A batata assada no forno não fica igualzinha à batata frita, mas fica bastante parecida.
Ingredientes
2 colheres de sopa de cebola ralada (você pode trocar por 1/2 cubo de caldo de legumes)
2 colheres de sopa de manteiga
2 colher de sopa de farinha de trigo
2 xícaras de leite
1 lata de milho verde escorrido (opcionalmente você pode bater no liqüidificador)
pimenta do reino
Modo de preparo
Numa panela, refogue a cebola na margarina e adicione a farinha de trigo, formando um bolo no centro. Acrescente aos poucos o leite, sempre mexendo e cozinhe até obter um molho consistente. Adicione a pimenta do reino moída na hora e mexa.
Adicione o milho mexendo até engrossar ao ponto desejado.
Uma bebida fermentada, a base de cereais e água. Talvez a mais antiga bebida alcólica já produzida pelo ser humano – os primeiros registros nos levam à 6000 a. c., essa é a cerveja.
O processo básico de fabricação envolve malte (amido), fermentação, lúpulo e água e a qualidade desses ingredientes é um dos fatores mais importantes no produto final.
No Brasil, até pouco tempo atrás tínhamos pouca variedade de cervejas, com baixa qualidade, o que criou a cultura de beber a cerveja “estupidamente gelada”.
Mas eu não vim aqui falar de história de cerveja e sim contar uma experiência que vivi no ano passado – Produzi minha própria cerveja, para depois consumi-la.
Como fazer sua própria cerveja?
Recebi um convite da Sinnatrah, uma cervejaria-escola, com 9 anos de vida, para participar do modulo básico de cerveja artesanal. A aula aconteceu em um sábado e foi totalmente prático. Dois dos sócios da escola – o Rodrigo e o Alexandre – intercalavam-se nos processos e nas explicações teóricas de cada etapa do processo – do cozimento dos grãos, ao resfriamento. Tudo isso, obviamente regado a cerveja de EXCELENTE qualidade produzida por eles (atualmente eles tem 6 cervejas artesanais).
Ao final do sábado, a cerveja American Pale Ale que produzimos foi para o tanque de fermentação aguardar 15 dias para o envase. Infelizmente não pude ir no dia do envase e acabei perdendo alguns conceitos.
Eu poderia descrever passo a passo o curso, mas estragaria a magia é que ver água e um monte de grãos se tornarem uma bebida impecavelmente deliciosa, realmente vale a pena e em breve farei a HnC01 com o pessoal da Sinnatrah.
Serviço
Ministrado aos sábados é destinado para quem quer entender como a cerveja é feita ou deseja produzir sua propria bebida como hobby. Inclui horas de teoria sobre história da cerveja e seus ingredientes, beer break e, claro, muita prática: ao final todos os alunos levam garrafas de uma American Pale Ale feita no dia para casa. O aluno sai do curso pronto para fazer suas próprias receitas em casa de acordo com o gosto pessoal, deixanddo mais escura, mais alcóolica ou amarga, por exemplo.
A escola ministra a versão básica e avançada do curso além de um módulo para quem quer aprender a degustar cervejas especiais:www.sinnatrah.com.br
Próximas turmas
19/1 Básico,
26/1 Básico,
9/2 Festa de Carnaval com 200 litros de chope – consulte o site para maiores informações
50 g de azeitonas pretas picadas (pese sem o caroço)
75 g de nozes descascadas
azeite extra virgem
sal
Modo de preparo
Bata o ovo com folhas lavadas de espinafre e então prepare a massa de macarrão. Enrole-a em filme plástico e reserve.
Solte a ricota usando um garfo e tempere-a com azeite, sal e pimenta do reino. Adicione então a azeitona e as nozes mexendo bem.
Abra a massa com ajuda de um cilindro ou o rolo de macarrão, com 1 mm de espessura, sempre polvilhando a superfície com farinha de trigo.
Disponha a massa em sobre a forma de ravioli, já polvilhada, e com a ajuda de uma colher, coloque o recheio no centro. Com ajuda de um pincel, ou dos próprios dedos, passe água nas bordas de cada pastelzinho e coloque outra massa aberta por cima. Utilize a segunda parte do molde para cortar os raviolis.
DICA – Não exagere no recheio, pois o ravioli irá romper-se.
Caso você não tenha a forma, utlize um cortador redondo e execute esse procedimento individualmente em cada ravioli.
Cozinhe em água fervente, até que os macarrões cheguem à superfície da água.
Uma das coisas que mais aproveitei nesse primeiro ano de faculdade, foi conhecer pessoas diferentes. Mesmo com 20 anos de experiência profissional, nunca tinha tido a oportunidade de lidar com tantos perfis diferentes de pessoas. A cada semestre na faculdade, precisamos desenvolver, em grupos, trabalhos e projetos distintos.
No final do ano passado, minha turma precisou montar um restaurante italiano e assim estudamos cada uma das regiões da Itália. Meu grupo ficou com o Piemonte (uma das minhas paixões gastronômicas) e aproveitei o braço italiano da minha família e executei com o meu grupo o Vitelo Tonatto.
Mas confesso que das 5 preparações que fizemos, a que mais me surpreendeu esse Gnocchi de Semolina que posto agora. Meus colegas Nilda, Jurandir, Chiquinho, Wal, Rodrigo e Edvaldo mandaram muito bem. Adaptei um pouquinho a receita deles.