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Risoto de Bacalhau

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Ingredientes

1 kg de bacalhau sem sal cozido e desfiado

6 colheres de sopa de azeite

2 cebolas médias bem picadas

1 abacaxi picado em cubos

½ xícara de chá de vinho branco

3 xícaras de arroz lavado e escorrido

1 xícara de chá de creme de leite

salsinha a gosto

Modo de preparo

Numa panela grande, coloque o azeite e doure a cebola. Junte o bacalhau, o vinho e cozinhe por 10 min, mexendo de vez em quando. Acrescente o arroz e 4 x de chá de água fervente. Abaixe o fogo, tampe a panela e cozinhe até que o arroz esteja macio.

Se necessitar, junte mais água.

Torta Alemã

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Ingredientes
150g de bolachas maisena que serão molhadas na seguinte mistura:

soro do creme de leite
1colher de sobremesa de rum
2colheres de chá de essência de baunilha

Creme:

2 gemas(passar pela peneira para tirar a membrana, ela que causa o mau cheiro no ovo)
250g de açúcar de confeiteiro
250g de manteiga sem sal e na temperatura ambiente
1 colher de sobremesa de rum
2 colheres de sopa de essência de baunilha
2latas de creme de leite sem o soro


Modo de Preparo

Na batedeira coloque primeiramente o açúcar e a manteiga e bata até obter um creme esbranquiçado, por volta de 10 a 15 minutos. Depois acrescente as gemas e bata mais uns 5 minutos. Agora acrescente o restante dos ingredientes (não bata na batedeira,apenas acrescente e misture com uma colher).

Então, já comece a montar a torta.

Despeje um pouco do creme numa assadeira redonda desmontável, depois disponha um pouco de bolacha maisena (já umedecida), depois outra camada de creme, bolacha e creme. Leve à geladeira enquanto é feita a cobertura de chocolate.

Cobertura de chocolate

80g de manteiga sem sal
30g de chocolate em pó
120g de açúcar refinado
200g de chocolate meio amargo
1 xícara de chá de leite frio
1 colher de rum
1 colher de chá de essência de baunilha
Modo de preparo
Em uma panela coloque os chocolates, o açúcar, o leite, a manteiga e leve ao fogo até obter uma calda grossa ( mexa até levantar fervura, quando isso ocorrer abaixe o fogo e mexa uns 5 minutos). Desligue o fogo e quando esfriar acrescente os ingredientes restantes.

Depois do creme ter endurecido na geladeira (30 minutos), acrescente essa cobertura. Deixe gelar por 12 horas. Quando for servir, tire 30 minutos antes e enfeite a tortacom biscoitos calypso ou canudinhos de wafer.

Dinner in the Sky – jantando nas alturas

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Imagine-se recebendo um e-mail mais ou menos assim:

“Você foi convidado para jantar e esse jantar ocorrerá à 40 metros de altura”

Pois bem, eu e mais 9 blogueiros fomos recebemos da Brastemp esse convite uma semana atrás e hoje conforme você pode ver na foto acima, tivemos tal experiência.

A Brastemp trouxe para o Brasil o Dinner in the Sky, um evento que nasceu na Bélgica e chegou ao Brasil ano passado após passar por Dubai, Paris, Vegas, Londres….e que basicamente é uma plataforma com 22 lugares, onde chefs de cozinha apresentam sua arte nas alturas.

Bem, vamos à experiência.

Chegamos ao Jockey Clube de São Paulo e um container-lounge foi montado ao lado do guindaste que ergue a plataforma e lá foi feito o aquecimento da subida. Reencontrei depois de muito tempo “minha filha” Anita Cavagnoli e “meu genro” (tá, conheci ele hoje, mas adotei) Lito e os habitués de sempre: Fabi, Julia, Sam, Fugita, Claudia, Cintia, Chris, Leandro (faltou alguém??) e seus respectivos convidados. Papo vai, papo vem, a “grua” baixou bem nos nossos narizes:

E eis que fomos preparados para subir. Cintos de 4 pontas, tal qual no automobilismo, cadeiras com funcionalidade para deitar (que coisa mais sem sentindo a 40 metros de altura :p ) e um medo absurdo de altura, conforme puderam constatar as pessoas ao meu lado (minha esposa e a Anita). A subida é lenta e delicada, sem grandes solavancos e a aquela cidade que estamos acostumados a ver lá debaixo, passa a se transformar em uma grande miniatura que se movimenta, aquela marginal que vive parada no horário de rush, passa a ser um monte de miniatura de veículos que se movem rapidamente, mas confesso que o medo de olhar para baixo ainda era latente. As apresentações e regras de segurança tornaram a subida e ajuste da mesa um processo mais descontraído.

Ao menu

Mas vamos à parte que realmente interessa nesse post – A comida. O chef da noite era o chefe Fred Frank e veio com uma proposta prá lá de requintada.

Entrada

Bouquet de salmão defumado com folhas, creme azedo com dill, ovas e vinagrete de balsâmico e grissini folhado.

A combinação do peixe defumado com o azedinho do balsâmico foi o mais marcante para mim e as ovas… sem comentários 😀

Purê de couve-flor com maçã com camarão regado no azeite de presunto cru.

O azeite completou a combinação do adocicado da maçã e o camarão. O Fred comentou como faz o azeite. Vou tentar e explico se der certo no futuro.

Jus de vitela com mil folhas mandioquinha e perfume de trufas

Desculpe a foto – não deu para esperar. A maciez impressionate da vitela e seu sabor misturado ao da trufa são indiscritíveis (aqui faltou um bom pão francês para “raspar o prato”.

E para terminar a sobremesa…

Brownie com creme batido e calda de frutas vermelhas

Só Brownie?? é…SÓ BROWNIE e digo com a autoridade de viciado em brownie que é sem dúvida o melhor brownie do mundo (o Fred vende no seu ateliê)…

E com um apagar de luzes respentino, deixando a cidade ainda mais iluminada se encerrou o jantar menos óbvio que eu já tive a oportunidade de vivênciar.   Opa..mas não acabou aqui não. Com a proposta do Desobivialize, a Brastemp convidou-nos a preparar um jantar com entrada, prato principal e sobremesa em nossas casas. Contaremos a experiência em nossos blogs e os pratos serão avaliados pelos chefs participantes do Dinner in the Sky. O vencedor volta ao Dinner in the Sky,  terá seus pratos adaptados para a mesa/cozinha do céu e esses pratos serão servidos durante alguns dias a 40 metros de altura.

O medo? Ficou lá alto… 😀

Meus agradecimentos à Brastemp e a LiveAD (em especial ao Fernando e o Samir) pelo convite e principalmente pela oportunidade única.

Algumas fotos:

Macarrão frito ao molho branco

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Pra fazer o Molho Branco

Colocar numa panela
Farinha de Trigo
Leite
Um pacote inteiro de Queijo Ralado (100g)
Uma colher bem abastada de requeijão.
Um poquetim de sal

Ah, e as quantidades de farinha e leite?
Coloque primeiro o queijo ralado e o requeijão, coloque cerca de um copo de leite e vá colocando a farinha aos poucos, porque ela que dará o ponto. Você tem que ir mexendo SEMPRE porque a farinha parada empelota. Se quiser mais molho, é só colocar mais leite e mais farinha. O queijo ralado e o requeijão dão o “salgado” do molho.

Agora o Macarrão Frito

Ingredientes

1 Pacote de Fusilli (parafuso)
Farinha de trigo
ovos
Farinha de rosca
O Molho Branco que você acabou de fazer 😉
Modo de preparo

Cozinhe o pacote inteeeeeiro de macarrão com pouco sal e SEM ÓLEO NA ÁGUA. Relaxa, ele não vai grudar.
Cozinhadinho, escorra ele bem e jogue numa assadeira. Por cima dele, coloque o molho branco, de modo que fique tudo bem compacto: não pode colocar molho branco demais senão afoga o macarrão, tadinho… E não pode colocar molho branco de menos, senão ele se perde no caminho.
Feito isso, espere esfriar a forma e coloque na geladeira de um dia por outro (o que totaliza umas 5, 6 horas).
Aí fica fácil, é só cortar em cubinhos, passar (com cuidado pra não desmontar) na farinha de trigo, depois no ovo e depois na farinha de rosca e fritar (de preferência no óleo já quente).

Pra acompanhar, um bom molho ao sugo vai bem!

Quem tiver paciência de cortar cubinhos pequenininhos pode servir como aperitivo de fondue!

Nota do Cobra: Não alterei a receita da Kakah para o padrão do blog, pois perderia toda a graça da participação dela.

Beef and Guinness Stew – Ensopado de Bife com Guinness!

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Em dia de St Patrick’s Day, nada melhor que uma receita típicamente Irlandesa. A Irlanda é uma terra onde o que tem de literatura, nao tem de culinária! Por ser um povo de origem pobre e de fazendas, praticamente todo prato é feito a base de bife, batata, batata, batata e vegetais!

Mas resolvi trazer uma receita especial pra hoje. Uma receita que leva o nome e contém o principal ingrediente Irlandes: Guinness!

Esse ensopado é ideal para dias mais frios (comum aqui na Europa), mas dá pra aproveitar tranquilamente em dias nublados de Sao Paulo!

Bom, vamos lá!

Ingredientes


400g de carne Stewing” (pode ser bife regular) (Nota do Cobra – Use alcatra ou coxão mole)
3 colheres de sopa de farinha de trigo
2 cenouras
4 batatas
1 cebola branca
2 dentes de alho
2 ramos de tomilho
2 colher de purê de tomate
1 litro caldo de carne
500ml de Guinness \o/
Sal e pimenta do reino a gosto


Modo de preparo


Corte a carne em pedaços (cubinhos);
Aqueça uma panela grande e frite a carne (mais ou menos 5 minutos);
Retire a carne da panela e reserve em um prato para o momento;
Sem limpar a panela adicione a cebola picada, batatas e cenouras para a panela e deixe cozinhar por 5 minutos;
Adicione os ramos de tomilho e purê de tomate e cozinhe por mais 2 minutos;
Adicione o Guinness, volte a carne para a panela e diminua a temperatura mais baixa possível, deixando cozinhar por 2 horas ou até que a carne fique bem macia;


Tempere a gosto e sirva imediatamente.

(fonte da imagem: http://sweetteaintexas.wordpress.com )

Aproveite e passe no Coquetelando que temos um especial Saint Patrick’s Day por lá também.

Sorvetes, sorvetes, sorvetes e uma batedeira nova

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Um mundo mais cremoso é mais gostoso!!!  Foi assim que a Unilever e a Cubo. cc me convidaram para uma tarde de sábado no mínimo diferente.  O convite era para o Concurso Mundo Cremoso de Kibon.  Eu e mais quatro blogueiros (Fabi do Rainhas do Lar, Leandro do Cozinha Pequena, Chris da Casa da Chris e a Tati do Mixirica – que estava com conjuntivite e mandou uma representante) iríamos preparar sobremesas para com os sorvetes Kibon Cremosíssimo com 70% de leite para um júri muito especial – as crianças que foram convidadas conosco. Levei minha pirralha, é claro.

Confesso que o mistério criado pelas meninas da Cubo.cc em relação aos ingredientes me deixaram deveras apreensivo, pois os prêmios para o vencedor se enquadravam na categoria SONHO DE CONSUMO (ou melhor, objetos de desejo, para dar um link para a Anita) uma batedeira Stand Mixer KitchenAid e uma crepeira LeCreuset e eu PRECISAVA ter isso na minha modesta cozinha.

A Unilever tem uma cozinha experimental de primeiro mundo e foi na área de consumidores que nos foi preparada, enquanto as cinco crianças estavam sendo entretidas por uma monitora. A proposta era uma sobremesa com os ingredientes especialmente selecionados pela equipe de nutricionistas e pelas chef da Unilever, em 1 hora.

Minha receita

Quando vi os ingredientes e as opções de sorvete fiquei mais preocupado do que já estava, pois fazer coisas de bate pronto para que eu coma, é fácil, mas fazer algo que seja o mais bonito, o mais gostoso e ainda lidar com o tempo não era algo que eu esperava, então fui dar uma espiada na geladeira de sorvete que tinha uns 10 sabores diferentes. Peguei Morango e Chocolate e nesse momento eu descobri o que faria – um palhacinho. Se o sabor estava garantido com os sorvetes e os milhares de acompanhamentos, eu me focaria no visual.

Primeiro fiz uma base com sorvete de morango. Por se tratar de sorvete, a cada uma das fases do processo de montagem, eu retornava os cinco potinhos para o freezer e foi aí que eu consegui algo que não esperava. Inspirando-me nessa receita de Serragem e coloquei uma camada de chantili com uma camada de bolacha maisena ralada (sim, ralei a bolacha no ralador e depois passei na peneira) que entre idas e vindas do freezer, ficou levemente endurecida.

Para terminar, coloquei uma camada de sorvete de chocolate, uma leve camada de doce de leite e uma nova camada de sorvete de creme, para servir de base para o rosto do palhacinho.

Faltando 5 minutos para o término do preparo dos cinco potinhos, comecei a montagem:

2 confeitos de chocolate serviram de olhos;

1 morango serviu de nariz;

Chocolate ao leite derretido em banho Maria era o cabelo que escapa da peruca do palhaço;

Granulado colorido era a peruca;

E finalmente, calda de morango era a “boca de batom”.

O calor prejudicou a boca do coitado do palhacinho.

Eis que fomos apresentar as artes para as crianças e saber o resultado do concurso. Eis que esse que vos escreve tem agora em sua cozinha uma batedeira vermelha e um crepeira preta :D.

Fica aqui meu agradecimento à @todososenvolvidos, em especial às queridas Thais e Lou.

HAMBURGRAVATA

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Hambúrguer é um desses pratos ingratos, pois poucos dão valor quando anunciamos seu preparo. Como no caso de algumas massas, a grande maioria pressupõe algo já pronto, e não uma coisa elaborada. Mas não é bem assim, ou nem sempre é dessa forma. Conheçam, portanto, o HAMBURGRAVATA.

Criado dentro dos mais refinados princípios da gambiarra, e empregando conhecimentos alheios, chupinhando receitas aqui e alhures, a iguaria chegou à sua versão (talvez) definitiva e, como não tenho vocação para vovó caricata do interior da Louisiana, obviamente não pretendo guardar nada disso até a morte. Vamoquevamo!

Ingredientes:

– 3 quilos de fraldinha limpa e moída

– 2 ovos (você só usará 1 e ½)

– 1 pacote e ½ de sopa de cebola

Acompanhamentos:

– Pão com Gergelim

– Cream Cheese

– Tomates Frescos

– Molho Inglês

A Escolha da Carne

Uso a fraldinha porque é uma peça saborosa e ‘marmorizada’; ou seja, ela tem tanto a dose certa de gordura como também um ótimo sabor. Muitos usam o ‘patinho’, que não é nem bom na gordura, nem tem muito sabor. (nota do Cobra – Concordo com os comentários pró fraldinha, mas não com os comentários contra o patinho  – pensando em custo-benefício o Patinho é excelente)

Mas o pior negócio, a meu ver, é fazer hambúrguer de picanha. Sério, fujam dessa arapuca! Aliás, como já sabemos, picanha é o corte favorito de quem não entende nada de carne. (Nota do Cobra – CONCORDO)

Bom, voltemos à fraldinha… Como o raramente se encontra a peça limpa, você precisa pedir ao açougueiro que tire a gordura. Não caia na besteira de avisar que vai moer, nada disso! Se você avisa, ele limpa de qualquer jeito. Você fala que quer a fraldinha bem limpinha e pede pro camarada caprichar na extração da capa de gordura. Somente depois que estiver pronto o serviço, peça para moer (ele pode ficar bravo, mas paciência).

Importante: é para passar SOMENTE UMA VEZ na máquina, para não prejudicar a textura da carne.

Preparando o Hambúrguer

Esses três quilos de fraldinha limpa e moída serão amassados junto com um ovo e meio e um pacote e meio de sopa de cebola (favor não usar “creme”, muito menos aquela que vem com macarrãozinho, tá?). Por que sopa e não cebola picada? Simples: quando se usa a própria cebola, ela QUEIMA na hora de grelhar e estraga todo o sanduíche. E a sopinha, por sinal, acaba salgando e temperando o hambúrguer.

Amasse tudo com vontade, sem qualquer medo de ser feliz. Só pare depois que ficar bem homogêneo – e, se quiser, pode jogar um pouco de molho inglês nessa hora, só pra fazer uma graça.

Para modelar o hambúrguer, use uma forma de plástico, à venda nas melhores lojas de R$ 1,99. O legítimo “Hamburgravata” é bem grosso. Então, se quiser me imitar, trate de encher a forma até o talo.

Você aperta bem forte, depois vira o hambúrguer e aperta de novo. E pronto. Vá colocando os hambúrgueres num ‘tupperware’, dividindo os ‘andares’ usando fitas plásticas (o famoso magipack) – isso facilitará sua vida na hora de congelar e, sobretudo, descongelar.

Preparando os Acompanhamentos

O cream cheese, logicamente, já vem preparado. Trate apenas de usar uma marca boa (de preferência, o famoso Philadelphia). É melhor do que maionese, por ser mais gostoso e mais saudável.  (Nota do Cobra – não é jabá a indicação da Philadelphia, vai fundo que é o melhor.)

A coisa complica um pouco no preparo do tomate. Use o ‘italiano brasileiro’, ou seja, aquele que é daqui mesmo, mas ‘tipo italiano’ (meio pontudinho, sabe qual?). Depois de lavá-los e abri-los, retire todas as sementinhas e então os corte em quatro pedaços. Faça isso, sei lá, com uns dez tomates. Daí, o negócio é triturar tudo (use um bom processador). Depois de triturado, deixe sobre uma peneira, para escorrer bem a água.

Em vez das manjadas rodelas de tomate, o “Hamburgravata” tem tomates triturados. Bem melhor. Soube até de algumas lanchonetes que fazem isso (obviamente, começaram depois de mim… :D).

Preparando o Sanduíche

Em vez de fritar, trate de grelhar seu hambúrguer. Eu uso “George Foreman” (terceiro merchandising gratuito, estão anotando?), porque ele dá aquela prensada e mantém a ‘integridade física’ do negócio. (Nota do Cobra – Não é merchandising é indicação mesmo, eu mesmo já falei do Grill aqui)

Cada um come do jeito que quiser, mas eu prefiro quando dá aquela semi-tostadinha por fora, mas ficando meio rosa por dentro. Essa é uma das vantagens do “hambúrguer grosso”.

Num lado do pão, passe bastante cream cheese; no outro, pingue um pouquinho de molho inglês e depois coloque um punhado de tomate triturado. Aí sim, o hambúrguer está pronto para ser recepcionado da forma que lhe cabe e o sanduíche pode receber seu nome legítimo: HAMBURGRAVATA!

(claro que você vai batizá-lo com seu próprio nome, para impressionar os amigos ou a garota ou sei lá quem) (Nota do Cobra – as fotos vêm quando ele preparar o Hamburguer da próxima vez, cobrem-no nos comentários.)

Homem na Cozinha em entrevista a rádio CBN

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O último sábado dia 27 de fevereiro foi um dia de bastante trabalho para mim, ligado o Homem na Cozinha. Além de um concurso de sobremesas, provomido pela Kibon (e que terá um post em breve aqui), fui entrevistado ao vivo pelo âncora do programa Revista CBN Luis Motta.

Falei um pouco do meu trabalho aqui no blog e vocês podem ouvir a entrevista no player abaixo. Clique no leia mais.

Limoncello HnC

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Esse post começa com um presente que eu recebi uns meses atrás. Uma grande amiga, viaja bastante pelo mundo e sempre que pergunta “quer que eu traga algo” ouve a minha piadinha com fundo de verdade “livros e revista de culinária/gastronomia”. Porém, nessa viagem, ela me disse que trouxera um presente com segundas intenções e eu já concluí que era algo relacionado à gastronomia. O presente em questão, era um pano de prato com a receita original de uma tradicional bebida italiana – o Limoncello.

O limoncello é uma bebida versátil, feita à base de Álcool, Casca de limão siciliano, água e açúcar. Por ser servida gelada e em copos pequenos, esse “licor” é bastante refrescante, normalmente usada com a função de digestivo, porém com uma habilidade impar para inovação.

Sua origem é a região sul da Itália, na península de Sorrento e é muito bebida na costa Amalfitana e nas ilhas de Capri, Ischia e tornou-se popular também fora da Itália principalmente na Austrália e Nova Zelândia, onde tornou-se ingrediente para drinks.

Além dos drinks criados usando o Limoncello como base, ele é tomado em shots desde que muito gelado, recomendado-se guardá-lo no congelador.

O grande segredo do Limoncello é a utilização do verdadeiro limão, aqui no Brasil conhecido como Siciliano. De casca amarelada, seu aroma suave é ideal para a extração de essências, que é o principal sentido da bebida. Para nós brasileiros, os limões mais comuns são o Taiti e o galego, que são verdes e mais ácidos que o siciliano. Para produzir a bebida o cuidado na remoção da casca é essencial. A parte branca da casca é a responsável pelo sabor amargo das bebidas à base de limão. A receita do Limoncello pode ser obtida no Homem na Cozinha.

Minha primeira experiência na produção dessa bebida, foi na mesma semana do recebimento do presente, encontrei o álcool de cereais, os limões sicilianos e deixei a mistura em uma jarra de cristal por uma semana. A cada dia, a mudança na coloração do liquído me deixava na expectativa do que viria. De um litro de álcool, obtive um pouco mais de 2 litros da bebida, devidamente engarrafados e consumidos em reuniões com amigos em minha casa.

A aceitação da bebida foi tão grande, que resolvi empregar a marca Homem na Cozinha em uma produção artesanal dessa bebida e eis que no aniversário de 4 anos do blog Homem na Cozinha, é lançado o Limoncello Homem na Cozinha.

Ficou curioso?

A venda está sendo feita no esquema “soft opening”. Por ser produzido artesanalmente, a produção é pequena e constante. O investimento na garrafa de 500ml é de R$ 25,00. O primeiro lote está quase terminado, devido ao boca a boca prévio, mas use no formulário de contato para maiores informações.

Para vender, precisava ser algo chamativo e veio aí o convite para o grande ilustrador Guilherme Jotapê e botequeiro profissional ser o autor do rótulo que ilusta a garrafa Seduction, escolhida para envasar a bebida. Confesso que quase chorei quando vi o rótulo pronto, ficou perfeito, não???

A receita?? Em breve no Coquetelando, meu blog de drinks, porém já estão publicadas algumas receitas de drinks usando o Limoncello: Daikiri de Limoncello, WhiskyCello Sour, Limoncello Vodka

Chili Wiedemann

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Dizem que toda pessoa que cozinha tem uma receita sua. Algo que ele faz diferente – como adicionar uma pitada de noz moscada a um ovo mexido – e que deixa aquele determinado prato, por mais simples que seja, com um jeito especial, todo seu. Vale tudo, do Miojo ao ragú. O que importa é realmente ter seu “toque especial”.  Vejam o meu caso por exemplo… eu sou publicitário – atualmente trabalho com mídia social – e um chef frustrado. Herdei de minha mãe a paixão pela cozinha mas, infelizmente, não herdei a habilidade da velha. Ah, mas não sou um caso perdido, acredite. Com o pouco que aprendi me viro muito bem, sem falsa modéstia. Como todo ser humano NORMAL erro as receitas novas com freqüência mas, como sabem, a prática trás a perfeição e com ela nasceu o Chilli Wiedemann.

A carne com chilli, para os não iniciados, é um típico prato mexicano que vai bem com tudo. Para fazer tacos, para comer com doritos, para usar de molho de hot dog – o famoso chilli dog, para comer com inhame, cuscuz, arroz ou o que seja. É quase um Bombril, pode apostar. O segredo de sua versatilidade está no seu sabor marcante e agressivo, na textura singular e nos ingredientes. Se alguma coisa leva bacon, calabresa, carne, feijão e CERVEJA não pode ficar ruim. NUNCA. O prato é simples de fazer e mesmo quando dá errado ainda assim fica bom.

De tanto testar as mais diversas receitas eu terminei desenvolvendo a minha própria cujo preparo deixa qualquer cozinheiro experiente com os cabelos em pé afinal não respeita as técnicas da gastronomia tradicional. É a MINHA receita e eu vou compartilhar ela com vocês.

Primeiro os ingredientes:

1 colher de sopa de azeite
1 cebola ralada ou bem picada
4 dentes de alho amassados ou picadinhos
1 colher de chá de orégano
2 folhas de louro
300 g de carne moída (dianteiro)
150 g de calabresa moída
150 g de Bacon cortadinho em pedaços mínimos
1 lata de cerveja preta
2 xícaras de chá de purê de tomate
1 colher de café de cominho
2 xícaras de chá de feijão cozido (escorrer o caldo)
1 colher de sopa de salsa fresca picada
Molho de pimenta Chilli ou a própria pimenta cortadinha
4 colheres de sopa de queijo prato ralado grosso ou mesmo cheddar

Nada demais, não é mesmo? Agora vem o pulo do gato.

Modo de Preparo

Despeje o azeite na panela e espere esquentar. Sobre o azeite quente lance o bacon cortadinho. Mexa bem até que ele fique dourado. Observe que a gordura do bacon deve se soltar e subir. É hora de jogar a calabresa. Mistura um pouco, deixa pegar calor e lance o alho. Misture bem – com cuidado para o alho não queimar. Quando o cheiro do alho subir é hora da cebola.

Continue mexendo – com carinho, hein? Cozinhar com carinho não é coisa de biba, é coisa de quem quer as coisas bem feitas. Quando a cebola dourar junte a carne. É preciso certo cuidado pra que a carne não embole, quanto mais soltinha ficar melhor. Refogue a carne, quando ela pegar cor adicione o cominho e o louro. Se for preciso use um pouco mais de azeite.

Agora o segredo… a cerveja. Despeje a lata na panela, ela deve cobrir toda a carne. Com alguns minutos vai se formar um molho de cor ferrugem. Agora é experimentar de tempos em tempos até ter certeza de que já não sentimos mais o álcool no molho. Quando não conseguir mais senti-lo é o sinal para adicionar o purê de tomate e o feijão. Mexer bem, jogar o orégano e a salsa.

Tem gente que gosta de macerar o feijão, para deixar como uma pasta, eu particularmente prefiro deixar os grãos lá.

Nesse ponto ele cozinha cerca de 20 a 25 minutos. O segredo é não deixar reduzir demais porque caso reduza é preciso “molhar” com caldo de legumes.

Experimente e acerte o sal, a acidez – se sentir ácido demais por causa do tomate apenas coloque uma pitada de açúcar – e, claro, a pimenta. Essa deve ser a gosto, óbvio, mas chilli não apimentado não vale, né? A pimenta não pode DOER, ela deve ser sentida, deve ser saborosa e dar perfume mas nunca incomodar.

Agora é só comer do jeito que preferir, jogando o queijo ralado por cima. É batata. Com os hot dogs ele fica delicioso. É certo que da forma que você for consumir vale sempre acompanhar de mais cerveja!

Se testarem deixem nos comentários o que acharam… e bom apetite.

Próximas datas comemorativas