Acompanha com um belo Arroz Branco feito na hora e uma farofa de dendê
outras receitas com camarão:
originalmente postado dia 16 de julho de 2007.
Acompanha com um belo Arroz Branco feito na hora e uma farofa de dendê
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originalmente postado dia 16 de julho de 2007.
Dia Internacional da Tequila: Uma Celebração Global de um Símbolo Mexicano
No dia 24 de julho, amantes de tequila ao redor do mundo se reúnem para celebrar o Dia Internacional da Tequila. Esta data não é apenas uma oportunidade para desfrutar dessa icônica bebida mexicana, mas também para conhecer sua rica história e importância cultural. Neste post, exploraremos por que esse dia é comemorado, suas origens e algumas curiosidades fascinantes sobre a tequila.
A escolha do dia 24 de julho para celebrar a tequila não é aleatória. A data foi oficializada em 2006 pelo Conselho Regulador da Tequila (CRT), uma organização mexicana responsável por regulamentar a produção e a qualidade da tequila. O objetivo era promover a bebida e aumentar sua visibilidade global. Desde então, o Dia Internacional da Tequila tem ganhado popularidade, com eventos e festividades realizados em diversos países.
A tequila tem suas raízes profundamente fincadas na cultura e na história do México. A bebida é destilada a partir da planta de agave azul (Agave tequilana Weber), nativa das regiões de Jalisco, Nayarit, Guanajuato, Michoacán e Tamaulipas. A produção de bebidas fermentadas de agave remonta aos tempos pré-hispânicos, quando os povos indígenas, como os Nahuas e os Otomis, produziam uma bebida chamada “pulque” a partir da seiva da planta.
No entanto, a tequila como a conhecemos hoje começou a ser desenvolvida após a chegada dos espanhóis ao México. No século XVI, os colonizadores introduziram técnicas de destilação que, combinadas com o pulque indígena, deram origem à tequila. A primeira destilaria de tequila foi estabelecida em 1600 por Don Pedro Sánchez de Tagle, marcando o início de uma longa tradição que continua até hoje.

A tequila é uma bebida envolta em mitos e tradições. Aqui estão algumas curiosidades interessantes sobre essa bebida única:
Celebrar o Dia Internacional da Tequila pode ser uma experiência divertida e educativa. Aqui estão algumas maneiras de comemorar essa data especial:
O Dia Internacional da Tequila é uma celebração global de uma bebida que é muito mais do que apenas um destilado. É um símbolo de tradição, cultura e história mexicana. Ao comemorar essa data, não apenas apreciamos o sabor único da tequila, mas também homenageamos as gerações de produtores que dedicaram suas vidas a manter viva essa herança. Então, no dia 24 de julho, levante um copo e celebre a tequila com respeito e alegria. Salud!
Acredita-se que o Bacalhau á Brás tenha sido criado em Lisboa, no bairro da Mouraria, por um taberneiro chamado Brás, ou Braz, daí o nome do prato. O taberneiro teria inventado a receita como uma maneira de aproveitar as sobras de bacalhau e batatas fritas, misturando-as com ovos e cebola para criar um prato saboroso e substancial.
O Bacalhau à Brás se tornou rapidamente popular não só em Lisboa, mas em todo o país, e hoje é uma das receitas de bacalhau mais apreciadas e reconhecidas em Portugal. A simplicidade e a combinação de sabores fazem desse prato um verdadeiro clássico da culinária portuguesa, presente tanto em restaurantes tradicionais quanto em lares portugueses.
Essa origem ajuda a entender porque o Bacalhau à Brás é um prato tão querido e difundido, mantendo-se fiel às suas raízes simples e saborosas.
vamos ver a receita:

Todo mundo sabe que o arroz e o feijão formam o par perfeito do Brasil, uma dupla imbatível na preferência dos brasileiros. E no Ceará aconteceu o casamento feliz, uma união mais que perfeita: o Baião de Dois.
Todo o sucesso dessa união vem do seu valor nutritivo. A união do arroz e feijão produz uma química que extrapola apenas o sabor para formarem uma perfeita e saudável combinação protéica.
O arroz com o feijão se completam, o que falta em um, o outro fornece. Os grãos de arroz contêm metionina, um aminoácido deficiente no feijão, e os de feijão contém lisina, aminoácido deficiente no arroz.
Voltando à nossa dupla famosa, ela é a comida básica dos brasileiros, e ainda traz um sentido unificador, representando a união do branco com o preto.
O termo “baião”, que deu origem ao nome do prato, designa uma dança típica do nordeste, por sua vez derivada de uma forma de lundu, chamada “baiano”. A origem do termo ganhou popularidade com a música Baião de Dois, parceria do compositor cearense Humberto Teixeira com o “Rei do Baião”, o pernambucano Luís Gonzaga, na metade do século XX.
A história do baião de dois é do tempo das dificuldades das pessoas do sertão no período da seca, em que não podiam estragar nada; assim, uniram o arroz, o feijão, o queijo de coalho, a carne de sol, a manteiga de garrafa e criaram um prato só.
E assim estava pronto o Baião de Dois, que sempre foi fundamental para dar sustento aos vaqueiros.
Por ser um prato saborosíssimo, em função da composição de seus ingredientes, ganhou projeção nacional e hoje pode ser saboreado em vários estados brasileiros, principalmente do nordeste do país.

A receita de hoje é a mais próxima possível da original, uma vez que houve muitas adaptações regionais.
Seus ingredientes podem ser encontrados em alguns supermercados de todo o Brasil, bem como nas famosas “Casa do Norte”, espalhadas por várias cidades.
confira a nossa receita de bolinho de baião de dois
Celebrado em 5 de junho, o Dia do Ketchup homenageia um dos molhos mais populares e reconhecíveis do mundo. Presente em diferentes culturas e gerações, o ketchup é símbolo de praticidade, sabor e da capacidade da gastronomia de se adaptar aos hábitos contemporâneos.
Apesar de hoje ser associado ao tomate, o ketchup tem origem asiática. Versões primitivas surgiram na China como molhos fermentados à base de peixe. Somente séculos depois, já no Ocidente, o tomate passou a ser o ingrediente principal, dando origem ao ketchup como conhecemos. A data celebra essa trajetória curiosa e global.
O ketchup já foi vendido como medicamento no século XIX, antes de se firmar como condimento. Sua popularização acompanha o crescimento da comida rápida e da indústria alimentícia, tornando-se presença constante em lanchonetes, cozinhas domésticas e restaurantes ao redor do mundo.
Do hambúrguer à batata frita, do cachorro-quente a molhos e marinadas, o ketchup vai muito além do acompanhamento. Hoje, versões artesanais exploram tomates frescos, especiarias naturais e menos açúcar, mostrando que o clássico também pode evoluir.
O ketchup reflete hábitos urbanos, praticidade e memória afetiva. Para muitos, ele remete à infância, aos lanches rápidos e aos encontros informais. Ao mesmo tempo, ganha novas leituras na gastronomia contemporânea, com usos criativos e releituras gourmet.
Celebrar o Dia do Ketchup é reconhecer um molho simples, mas culturalmente poderoso. Ele mostra como a gastronomia dialoga com o tempo, os costumes e o comportamento social, transformando ingredientes cotidianos em ícones globais.
No dia 17 de abril, amantes de vinho ao redor do mundo levantam suas taças para brindar o Malbec, a uva tinta que se tornou sinônimo da vitivinicultura argentina. O Dia Mundial do Malbec (Malbec World Day) foi criado para celebrar a história, a versatilidade e o sucesso internacional dessa variedade, que hoje é uma das mais consumidas no Brasil e no mundo.
Embora o Malbec esteja intimamente ligado à Argentina, sua história começa na França, mais especificamente na região de Cahors, onde é conhecida como Côt. A uva era cultivada desde a Idade Média, mas por muitos anos foi considerada de difícil cultivo, com problemas de resistência a doenças e clima.
Foi somente em 17 de abril de 1853 que o então presidente argentino Domingo Faustino Sarmiento propôs um projeto de modernização da vitivinicultura no país. Ele contratou o agrônomo francês Michel Aimé Pouget, que levou várias variedades para a Argentina — entre elas, o Malbec. Essa data marca oficialmente o nascimento da vitivinicultura moderna argentina e, por isso, foi escolhida como símbolo da uva que lá encontrou seu lar ideal.
Na Argentina, principalmente na região de Mendoza, o Malbec encontrou solo, clima e altitude perfeitos para se desenvolver com riqueza de sabor e cor. Hoje, é a uva mais plantada do país e representa sua identidade no cenário do vinho mundial.
Mas o Malbec também tem ganhado espaço em outros terroirs da América do Sul, inclusive no Brasil, especialmente na Serra Gaúcha, Campos de Cima da Serra e Planalto Catarinense, onde já existem rótulos premiados feitos com a variedade.
O Malbec argentino é conhecido por seus aromas de ameixa preta, violeta, cereja e notas de especiarias, além de taninos suaves e corpo médio a encorpado.
Rótulos de altitude (acima de 1000m) tendem a ter maior acidez e elegância, perfeitos para harmonizações refinadas.
O Malbec francês, da região de Cahors, é mais rústico, com notas terrosas e maior estrutura — quase um vinho completamente diferente!
Em alguns países, o Malbec é chamado de “uva da paixão” pela intensidade de seu sabor e cor rubi profunda.
A versatilidade do Malbec permite muitas experiências gastronômicas. Algumas sugestões:
Carnes grelhadas: clássico argentino com parrilla e assados.
Empanadas salteñas com carne ou queijo.
Risotos de cogumelos ou queijos curados.
Queijos como provolone defumado, gorgonzola e grana padano.
E se quiser ousar, experimente com chocolate amargo ou sobremesas com frutas vermelhas — o contraste pode surpreender!
Celebrado em 19 de outubro, o Dia Internacional do Gin Tônica homenageia um dos coquetéis mais clássicos e atemporais da coquetelaria mundial. Elegante em sua simplicidade, refrescante e extremamente versátil, o gin tônica conquistou espaço tanto em bares sofisticados quanto em encontros descontraídos, tornando-se um símbolo de equilíbrio e estilo.
O gin tônica tem origem ligada ao contexto histórico do Império Britânico. A água tônica, rica em quinino, era utilizada como forma de prevenção contra a malária em regiões tropicais. Para suavizar o sabor amargo da bebida, adicionava-se gin, criando uma combinação inicialmente funcional, mas que acabou se transformando em um clássico.
Com o passar do tempo, o coquetel deixou sua função medicinal e ganhou protagonismo nos bares, evoluindo em técnica, apresentação e escolha de ingredientes, sem perder sua essência.
Apesar de composto por poucos elementos, o gin tônica permite inúmeras variações. O tipo de gin, a escolha da água tônica, o gelo e os botânicos utilizados influenciam diretamente aroma, sabor e experiência sensorial.
Zimbro, cítricos, especiarias e ervas aromáticas podem transformar completamente o perfil do drink. O cuidado com a proporção e a temperatura é um dos segredos para manter o frescor e a leveza até o último gole.
Na gastronomia, o gin tônica é um coquetel extremamente versátil. Ele harmoniza bem com entradas leves, frutos do mar, pratos de perfil cítrico, queijos frescos e preparações herbais. Sua leve amargura ajuda a limpar o paladar e equilibrar sabores, tornando-o ideal para diferentes momentos e estilos de refeição.
Além disso, o gin tônica dialoga bem com propostas contemporâneas, onde bebida e comida se complementam como parte da experiência gastronômica.
Celebrar o Dia Internacional do Gin Tônica é reconhecer o valor de um clássico que atravessa o tempo sem perder relevância. É celebrar a técnica, a qualidade dos ingredientes e a experiência de beber com atenção, equilíbrio e prazer.
Mais do que uma tendência, o gin tônica permanece como um símbolo de sofisticação descomplicada.
No dia 6 de abril, o mundo celebra o Carbonara Day, uma homenagem a uma das receitas mais emblemáticas da culinária italiana: o Spaghetti alla Carbonara. Cremosa, intensa e com poucos ingredientes, essa massa conquistou corações (e estômagos!) nos quatro cantos do planeta.
Origem do prato
A história do carbonara é envolta em mistérios e mitos. A versão mais aceita diz que surgiu em Roma, após a Segunda Guerra Mundial, quando soldados americanos levaram ovos e bacon para a região. Os cozinheiros locais teriam usado esses ingredientes com massa e queijo para criar algo saboroso e rápido — e nasceu o carbonara!
O nome pode ter vindo de “carbone” (carvão, em italiano), em homenagem aos carvoeiros dos Apeninos, que supostamente preparavam esse prato nas montanhas.
A receita original? Apenas 5 ingredientes:
Pasta (espaguete ou rigatoni)
Guanciale (bochecha de porco curada — pode ser substituído por pancetta)
Gemas de ovo
Pecorino Romano
Pimenta-do-reino moída na hora
Curiosidades que valem o post:
Não leva creme de leite! A cremosidade vem da emulsão entre gema, queijo e água do cozimento da massa.
O carbonara é tão protegido na Itália que existem campanhas contra as versões “à moda do chef” com ingredientes como frango, ervilhas ou cogumelos.
Nas redes sociais, o Carbonara Day movimenta milhões de postagens com a hashtag #CarbonaraDay, unindo chefs, apaixonados por pasta e defensores da receita raiz.

Variações brasileiras (que fazem sucesso, mesmo sendo “heresia” na Itália – e que esse editor só executa a segunda):
Com creme de leite
Com bacon no lugar de guanciale
Com alho refogado
Ou até com a famosa “misturinha” de ovos inteiros e queijo parmesão
Seja raiz ou Nutella, no dia 6 de abril o importante é saborear e celebrar essa verdadeira joia da gastronomia italiana!