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Dia do Salmão

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O Dia do Salmão, celebrado em 22 de março, homenageia um dos peixes mais apreciados do mundo! Seja cru, grelhado, defumado ou assado, o salmão conquista paladares em diversos países e faz parte de inúmeras tradições gastronômicas. Mas você sabe a origem dessa data? Como diferenciar os tipos de salmão? E qual a diferença entre salmão selvagem do Alasca e truta salmonada? Vamos explorar tudo isso e compartilhar receitas para você celebrar essa data com muito sabor!

A Origem do Dia do Salmão e Sua Importância

O Dia do Salmão foi criado para conscientizar as pessoas sobre a importância desse peixe para o meio ambiente, a cultura e a gastronomia. O salmão é um peixe essencial para a cadeia alimentar dos rios e oceanos e também uma importante fonte de renda para pescadores e comunidades costeiras.

Além disso, o salmão é riquíssimo em ômega-3, proteínas e vitaminas, sendo um dos peixes mais saudáveis para consumo humano.

A data 22 de março também coincide com o Dia Mundial da Água, reforçando a importância da preservação dos rios e oceanos, habitats essenciais para a sobrevivência do salmão.

Salmão Selvagem do Alasca vs. Salmão de Cativeiro: Qual a Diferença?

Muita gente não sabe, mas existem várias espécies de salmão, e elas podem ser divididas em duas categorias principais:

🐟 1. Salmão Selvagem do Alasca (Wild Salmon)

  • Vive livremente nos oceanos e sobe os rios para desovar.
  • Alimenta-se de crustáceos e pequenos peixes, adquirindo um tom mais avermelhado natural.
  • Possui sabor mais intenso e textura mais firme.
  • Rico em nutrientes devido à alimentação natural e vida ativa.

Suas principais espécies são:

  • King Salmon (Chinook) – O mais nobre e saboroso.
  • Sockeye Salmon – Com carne mais vermelha e sabor marcante.
  • Coho Salmon – Mais suave e versátil na culinária.

🐟 2. Salmão de Cativeiro

  • Criado em fazendas marinhas, alimentado com ração.
  • Possui carne mais gordurosa e cor alaranjada (devido à suplementação na ração).
  • Tem sabor mais suave e é mais acessível no mercado.
  • É a variedade mais comum em supermercados e restaurantes.

Embora o salmão de cativeiro seja mais acessível, o salmão selvagem do Alasca é mais valorizado devido ao seu sabor autêntico, menor teor de gordura e impactos ambientais reduzidos.

O Que é Truta Salmonada?

Muitas vezes, nos supermercados, encontramos truta salmonada, que tem aparência semelhante ao salmão. Mas será que são a mesma coisa?

A truta salmonada é, na verdade, uma truta arco-íris (Oncorhynchus mykiss) criada em cativeiro e alimentada com ração rica em pigmentos naturais, o que deixa sua carne alaranjada, semelhante ao salmão.

Principais diferenças entre truta salmonada e salmão:
Tamanho – A truta é menor e mais magra do que o salmão.
Sabor – A truta tem um sabor mais suave e delicado.
Textura – A carne da truta é mais macia do que a do salmão selvagem.
Origem – A truta é criada em águas doces, enquanto o salmão vive parte da vida no oceano.

Embora a truta salmonada seja uma alternativa mais acessível, seu perfil nutricional e sabor não são idênticos ao do salmão selvagem.

Curiosidades Sobre o Salmão

1. O Salmão Nada Contra a Corrente! – O salmão tem um ciclo de vida incrível: ele nasce nos rios, migra para o oceano e depois retorna aos rios para desovar, nadando contra a correnteza.

2. Por Que o Salmão é Laranja? – A cor característica da carne do salmão vem dos carotenóides presentes em sua alimentação natural (crustáceos e algas).

3. O Sushi Popularizou o Salmão na Cozinha Ocidental! – O consumo de salmão cru no sushi só se tornou comum no Japão nos anos 1980, graças à influência da Noruega.

4. O Salmão Pode Ser Cozido de Diversas Formas – Ele pode ser grelhado, assado, defumado, cru em sashimis, ou até mesmo curado no famoso Gravlax.

5. Salmão e Sustentabilidade – O salmão selvagem do Alasca é uma das pescas mais bem reguladas do mundo, garantindo a preservação das espécies.

Celebre o Dia do Salmão!

Agora que você conhece a história, as curiosidades e tem receitas incríveis, que tal preparar um prato especial para celebrar o 22 de março? Seja um filé grelhado, sashimi ou Gravlax, o salmão é sempre uma escolha deliciosa e saudável!

Feliz Dia do Salmão

Dia de São Patrício – St. Patrick Day

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O Dia de São Patrício, celebrado em 17 de março, é uma das festividades mais icônicas do mundo! Com origem na Irlanda, essa data é marcada por desfiles, muita cerveja e, claro, pratos típicos da culinária irlandesa. Mas você sabe quem foi São Patrício? Como essa celebração se espalhou pelo mundo? E quais são os pratos e bebidas mais tradicionais para aproveitar esse dia? Vamos explorar tudo isso e compartilhar receitas clássicas para você celebrar em grande estilo!

Quem Foi São Patrício e Por Que Ele É Comemorado?

São Patrício é o santo padroeiro da Irlanda, conhecido por ter levado o Cristianismo ao país no século V. Segundo a lenda, ele usou um trevo de três folhas ☘️ para explicar o conceito da Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo). Por isso, o trevo se tornou um dos maiores símbolos da celebração.

1. Origem na Irlanda Medieval – São Patrício nasceu na Grã-Bretanha, mas foi levado como escravo para a Irlanda, onde mais tarde se tornou um missionário e espalhou o Cristianismo.

2. A lenda da expulsão das cobras – Dizem que São Patrício baniu todas as cobras da Irlanda, embora os cientistas afirmem que nunca houve cobras no país!

3. Da celebração religiosa ao festival global – Originalmente, o dia 17 de março era uma celebração religiosa, mas ao longo dos séculos se transformou em um grande festival de cultura e orgulho irlandês.

4. Popularidade nos Estados Unidos – A festa ganhou ainda mais força nos EUA devido à grande imigração irlandesa no século XIX. Hoje, cidades como Nova York, Chicago e Boston fazem os maiores desfiles de São Patrício do mundo!

Símbolos e Tradições do Dia de São Patrício

Trevo de três folhas – Representa a boa sorte e a história de São Patrício.
Tudo verde! – O verde simboliza a Irlanda, a natureza e a sorte.
Cerveja e whiskey irlandês – O consumo de cerveja Guinness e whiskey Jameson é tradição.
Desfiles e festas – As ruas de Dublin, Nova York e outras cidades ficam repletas de festividades.
Rio Verde em Chicago – Todos os anos, o rio de Chicago é tingido de verde para comemorar a data!

Gastronomia do Dia de São Patrício: O Que Comer e Beber?

A culinária irlandesa é rústica, reconfortante e cheia de sabores intensos. No St. Patrick’s Day, alguns pratos e bebidas são essenciais para entrar no clima da festa!

Bebidas Típicas do Dia de São Patrício

1. Guinness Stout – A cerveja irlandesa mais famosa, com sabor encorpado e notas de café e chocolate.

2. Irish Whiskey – Whiskeys como Jameson e Bushmills são muito consumidos nesse dia.

3. Irish Coffee – Um drink quente feito com café, whiskey irlandês, açúcar e creme de leite batido.

4. Cerveja Verde – Um clássico do St. Patrick’s Day nos EUA, feita adicionando corante verde à cerveja clara.

Curiosidades Sobre o Dia de São Patrício

1. O verde nem sempre foi a cor de São Patrício! – Originalmente, o azul era a cor associada ao santo. O verde se popularizou devido ao trevo e ao apelido da Irlanda: “Ilha Esmeralda”.

2. O primeiro desfile de São Patrício aconteceu nos EUA, não na Irlanda! – O primeiro registro de uma parada foi em Boston, em 1737.

3. Vários monumentos ao redor do mundo são iluminados de verde no dia 17 de março – Entre eles, o Cristo Redentor (Brasil), Torre Eiffel (França) e Opera House (Austrália).

4. Na Irlanda, os pubs eram fechados no Dia de São Patrício até 1970! – O feriado era estritamente religioso até virar um festival cultural e turístico.

Celebre o Dia de São Patrício!

 

Delícias Culinárias de Salvador: Seu Guia de 2024 para as Melhores Experiências Gastronômicas

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Foto de Volodymyr Hryshchenko na Unsplash

Salvador, a encantadora capital da Bahia, não é apenas conhecida por sua vibrante cultura afro-brasileira e deslumbrante arquitetura barroca; é um paraíso para os amantes da comida! 

Quando o sol se põe no horizonte, pintando o céu em tons de laranja ardente e rosa escuro, a noite desperta os sabores de Salvador. 

Prepare suas papilas gustativas para uma jornada indulgente pelas vielas de paralelepípedos e movimentados mercados de rua, onde cada garfada é uma história de tradição e inovação.E faça isso sem carregar suas malas para lá e para cá, conferindo os pontos de depósito de bagagem Bounce em Salvador para sentar na mesa e não ter que pensar em mais nada.

O Encanto do Acarajé: Uma Comida de Rua que Não Pode Faltar

Imagine caminhar pelas movimentadas ruas de Salvador, o som de óleo crepitante se misturando com conversas animadas. De repente, o ar é preenchido por um aroma irresistível que te guia até uma barraca adornada com o calor de um sorriso grande e brilhante. Foi aí que tive meu primeiro encontro com o lendário acarajé, um símbolo culinário da rica herança afro-brasileira de Salvador.

Acarajé é feito com feijão-fradinho, que é amassado em uma pasta, temperado com cebola e sal, e frito em óleo de dendê. O resultado é uma delícia crocante e dourada, aberta e recheada com vatapá vibrante (uma pasta apimentada feita de camarão, pão, castanha de caju e outros ingredientes), uma salada ácida de tomates e cebolas, e uma generosa colher de caruru (quiabo com camarão moído e castanhas). 

Dica para Viajantes: Procure pelas barracas com as filas mais longas — geralmente são as favoritas dos locais. E não se esqueça de pedir uma versão menos apimentada se preferir sabores mais suaves!

Acarajé é mais do que apenas uma comida de rua — é uma experiência cultural que te mergulha na herança culinária de Salvador, misturando sabores e tradições a cada mordida saborosa.

Embarque em uma Jornada de Moqueca: O Ensopado Tradicional de Salvador

Explorando mais o cenário culinário de Salvador, cada local que encontrei insistiu que não poderia sair sem saborear moqueca, um ensopado reconfortante que achei exemplificar a fusão de influências indígenas, africanas e portuguesas.

Entrando em um pequeno restaurante familiar ao longo da baía, o aroma de coco e óleo de dendê me guiou até minha mesa. Moqueca é uma mistura celestial de peixe suculento ou frutos do mar banhados em um molho rico feito de cebola, alho, tomates e coentro, cozido lentamente em uma panela de barro tradicional.

Sentado perto da janela aberta, a brisa do oceano contrastando com o aconchego do ensopado, cada colherada era uma revelação — terrosa e perfumada, com um delicado equilíbrio de doçura e especiarias. Um acompanhamento de arroz fofinho, farofa e molho apimentado de pimenta-malagueta completaram o banquete. 

Dica para Comensais: Sempre peça moqueca em restaurantes conhecidos por seus frutos do mar. A frescura é primordial, e estar perto do oceano garante que seu ensopado destaque o pescado do dia.

Moqueca é mais do que um prato; é um símbolo da diversa herança culinária de Salvador, misturando os sabores da terra e do mar em uma união harmoniosa que aquece tanto o corpo quanto a alma.

Foto de Tijana Drndarski na Unsplash

Doces e Lamentos: A História por Trás das Sobremesas de Salvador

As lições mais doces da história de Salvador me foram apresentadas na forma de confeitos, cada qual com uma história tão rica quanto seu sabor. Sobremesas como cocada, quindim (uma sobremesa brilhante e cremosa feita principalmente de gemas de ovos, açúcar e coco) e o menos conhecido, mas igualmente delicioso, romeu e julieta (goiabada acompanhada de queijo branco), são mais do que apenas sobremesas; são vestígios de um passado colonial entrelaçado com engenhosidade e perseverança.

Eu me vi cativado em uma loja de doces local, observando a preparação dessas iguarias. A delicada precisão ao fazer quindim, as animadas discussões sobre a textura exata de uma cocada perfeita e as combinações inovadoras de queijo e goiaba eram tão festivas para os olhos quanto para o estômago.

Visão do Viajante: Tente visitar confeitarias e padarias históricas onde a preparação de doces tradicionais foi passada através das gerações. Não é apenas sobre comer — é sobre testemunhar o amor e a tradição assados em cada mordida.

Degustar as sobremesas de Salvador é como retroceder no tempo, saboreando os sabores do passado enquanto se compreende a resiliência e a criatividade que moldaram a identidade culinária da cidade.

Feijoada e Família: Um Convite para uma Tradição Brasileira

Enquanto caminhava pelo histórico bairro do Pelourinho, uma gentil família local me convidou para me juntar a eles para uma feijoada de sábado. Não era apenas o cheiro pervasivo que era convidativo, mas a promessa da autêntica hospitalidade brasileira. A feijoada, um ensopado de feijão preto com vários cortes de carne, é tanto um encontro como uma refeição — uma ode à comunidade e ao compartilhar dos prazeres simples da vida. E em cada lugar ela tem um toque especial, não sendo igual no Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador ou Manaus.

Reunidos ao redor de uma mesa simples, servimos o ensopado espesso e reconfortante sobre o arroz, polvilhado com pedaços frescos de laranja e uma pitada de farofa e couve refogada. 

Cada garfada era uma tapeçaria de texturas e sabores, uma verdadeira homenagem ao caldeirão cultural de Salvador. 

Dica para Abraçar: Não seja tímido. Interagir com os locais pode resultar em um convite para um festim em família. Feijoada é melhor apreciada na companhia, autenticando sua experiência como viajante e apreciador da culinária.

Feijoada é mais do que uma refeição; é uma celebração da comunidade e união, um lembrete das alegrias compartilhadas ao partir o pão junto a estranhos que rapidamente se tornam amigos.

Epifanias de Aulas de Culinária: Portas de Entrada para a Alma de Salvador

Nenhuma viagem culinária a Salvador estaria completa sem tentar recriar alguns de seus pratos icônicos você mesmo. Me inscrevi em uma aula de culinária, determinado a mergulhar as mãos nos segredos da culinária baiana. 

Em uma cozinha animada com vista para o oceano, sob a orientação de um chef carismático, aprendi o ritmo do corte, a arte de equilibrar sabores, e a paciência necessária para camadas a base desses pratos ricos e complexos. Permitir que eu levasse essas receitas para casa foi como me deixar responsável por um pedaço da alma de Salvador.

Foto de René Porter na Unsplash

Experiência para Compartilhar: Inscreva-se em uma aula de culinária para realmente se imergir na cultura. Não são apenas as receitas que você aprenderá, mas histórias e técnicas que remontam por gerações.

Cada prato que você encontrar em Salvador é uma narrativa, um pedaço comestível de um mosaico cultural. De esquinas de rua a lares familiares, as delícias gastronômicas de Salvador incorporam resiliência, diversidade e um fervor pela vida. 

Prepare o seu apetite e mergulhe; as maravilhas culinárias de Salvador te esperam em 2024.

Fitzgerald

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Pisco Sour

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receita elaborada pelo Michel Felicio, chefe de bar do Bottega 21, em São Paulo

Dia do Pisco Sour

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O Dia do Pisco Sour, celebrado no primeiro sábado de fevereiro, é uma homenagem ao coquetel mais icônico do Peru. Mais do que uma simples bebida, o Pisco Sour representa a riqueza cultural e histórica do país andino, sendo um símbolo de identidade nacional e orgulho gastronômico.

Origem e História do Pisco Sour

O Pisco Sour tem sua origem no início do século XX, em Lima, Peru. O drink foi criado pelo barman americano Victor Vaughen Morris, que chegou ao país por volta de 1903 e abriu o “Morris Bar” em 1916. Ele adaptou o tradicional whisky sour, substituindo o whisky pelo Pisco, um destilado de uvas típico da região. A receita original levava apenas suco de limão, açúcar e pisco, mas mais tarde foi aprimorada com clara de ovo e bitters de angostura, criando a versão que conhecemos hoje.

O Pisco é um destilado de uvas que possui uma denominação de origem protegida e é produzido tanto no Peru quanto no Chile. No entanto, no Peru, o Pisco Sour tem status de patrimônio cultural e é preparado com uma receita específica, diferenciando-se da versão chilena.

Por que o Dia do Pisco Sour é Comemorado no Primeiro Sábado de Fevereiro?

A oficialização da data foi feita pelo governo peruano em 2004, reconhecendo a importância do coquetel para a cultura e o turismo do país. A escolha do primeiro sábado de fevereiro visa incentivar o consumo da bebida durante o verão, período de alta temperatura e grande movimentação turística no Peru. Durante esse dia, bares e restaurantes promovem degustações e eventos especiais, fortalecendo a tradição do drink.

Dicas para o Melhor Pisco Sour

Se você deseja preparar um Pisco Sour autêntico, siga essas dicas essenciais:

  1. Escolha um bom Pisco – Prefira um Pisco Quebranta ou Acholado, que traz mais equilíbrio e suavidade ao drink.
  2. Use limão fresco – O suco de limão-taiti ou limão peruano é essencial para o sabor característico do coquetel.
  3. Bata bem a clara de ovo – Isso ajuda a criar a espuma leve e cremosa na superfície do drink.
  4. Use gelo de qualidade – Evite gelo picado, que dilui rapidamente a bebida e altera seu sabor.
  5. Finalize com bitters – Algumas gotas de Angostura bitters criam um contraste aromático perfeito.

Receita Clássica do Pisco Sour

🍹 Ingredientes:

  • 60 ml de Pisco Peruano
  • 30 ml de suco de limão fresco
  • 20 ml de xarope de açúcar
  • 1 clara de ovo
  • 4 a 5 cubos de gelo
  • 2 a 3 gotas de Angostura bitters (para decorar)

🥄 Modo de Preparo:

  1. Em uma coqueteleira, adicione o Pisco, suco de limão, xarope de açúcar e clara de ovo.
  2. Agite vigorosamente sem gelo por 10 segundos (dry shake) para emulsificar a clara.
  3. Acrescente o gelo e agite novamente por mais 15 segundos.
  4. Coe duplamente e sirva em uma taça gelada.
  5. Finalize com gotas de Angostura bitters sobre a espuma.

Curiosidades sobre o Pisco Sour

1. O Pisco tem denominação de origem – No Peru, a produção do destilado deve seguir normas rígidas, incluindo a destilação de uvas específicas e a proibição da adição de água após a destilação.

2. Existe um museu do Pisco em Lima – O “Museo del Pisco” celebra a história e a cultura do destilado, oferecendo degustações e experiências imersivas.

3. O Peru considera o Pisco Sour um patrimônio nacional – Em diversos eventos oficiais, é comum ver a bebida sendo servida para diplomatas e visitantes ilustres.

4. O Pisco Sour tem variações deliciosas – Além da versão clássica, há variações como o Chilcano (com ginger ale), Pisco Sour de maracujá e Pisco Sour de frutas vermelhas.

O Pisco Sour é mais do que um drink: é uma celebração da cultura peruana! No próximo primeiro sábado de fevereiro, aproveite para preparar essa icônica bebida e brindar ao sabor e à tradição que ela carrega. ¡Salud!

Você pode ver a receita desse clássico aqui.

Tudo que você gostaria de saber sobre Risoto

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O que é Risoto?

Risoto – “arrozinho” na tradução literal da palavra  é uma técnica de cocção de arroz, originária do norte da Itália o preparo do risoto é consiste em fritar-se levemente as cebolas e o arroz em manteiga (atualmente usa-se azeite de oliva), e se vai gradualmente deitando fundo de carne ou legumes e outros ingredientes, até o arroz estar cozido e não poder absorver mais líquido.

O risoto data do século XI quando o sul da Itália era dominado pelos Sarracenos e esses trouxeram o grão usado para a preparação do risoto.

História do Risoto

Desde o século XI o “primo piatto” – Risoto é apreciado, mas em 1574 na região hoje conhecida como Lombardia surgiu o mais conhecido de todos eles – o Risoto alla Milanese.

Durante a construção da catedral de Milão, Valério de  Fiandra era o artista responsável pela execução dos vitrais da catedral e a partir de agora surgem as lendas e versões que envolvem a grande maiorias das histórias da gastronomia:

  1. Como toda lenda, essa começa com um acidente. A filha de Valério de Fiandra iria se casar e por um acidente, o artesão teria derrubado um vidro de açafrão na panela de risoto (algumas versões da história afirmam que foi intencional, por ciúmes do casamento de sua menininha). A grande questão é que apesar da surpresa, os convidados experimentaram e gostaram.
  2. Fiandra tinha um aprendiz com uma notável habilidade em criar cores diferentes e vivas. Seu  “segredo” era adicionar açafrão no final do processo. Fiandra sabia do truque e incomodava seu aprendiz dizendo que qualquer dia colocaria açafrão no risoto.

Eis que o casamento da  filha do artesão volta à história e o aprendiz convenceu o cozinheiro a adicionar o açafrão na receita, deixando o arroz com o tom amarelado do famoso Risoto alla milanese. Após o espanto inicial, alguns mais corajosos resolveram experimentar e constataram o delicioso sabor obtido. 

Independente de qual seja a história, temos um grande nome, um evento festivo, um erro e uma lenda envolvendo o prato – um dos mais tradicionais da culinária italiana.

Técnica

A técnica risoto consiste no cozimento do arroz (de origem italiana), sem pré – lavagem, com a adição de Fundo durante o processo de cocção, para uma liberação gradual dos amidos contidos nos grãos de arroz, ao poucos  e dessa forma,  fundindo assim os grãos.

Para aromatizar o risoto, utiliza-se tradicionalmente  cebola e manteiga, porém  o grande trunfo, como prato da alta gastronomia é a possibilidade de agregar ao preparo, qualquer ingrediente comestível.

Para obtermos um bom risoto, são necessários:

  • um bom Fundo
  • bons ingredientes primários
  • Arroz italiano de boa qualidade
  • Fogo alto
  • Atenção
  • Paciência

Ou como costumam difundir cozinheiros e chefs ao redor do mundo:

10 mandamentos do Risoto

01) Use o arroz italiano, tipo carnaroli ou arbóreo

02) Nunca lave o arroz

03) Faça um bom Fundo

04) Cozinhe o arroz em fogo alto

05) Acrescente o Fundo do cozimento aos poucos

06) Mexa seguidamente

07) Não deixe o arroz grudar

08) O risoto deve ficar úmido

09) O risoto deve ficar “al dente” (um pouco duro)

10) Sirva sempre quente

Tipos de Arroz

“Arroz arbóreo” é um tipo de arroz, entre vários outros existentes e que estão ficando mais conhecidos nos últimos anos. Um tradicional arroz italiano, de grão médio (entre 5 e 6 mm), que tem uma enorme capacidade de absorção. Para você ter uma ideia, ele pode absorver uma quantidade de líquido de até 3 vezes o seu volume. 

O arroz arbóreo não é só o mais indicado para o preparo de risotos, mas também para outras receitas que levam arroz e que ficariam perfeitas se os grãos pudessem “chupar” bastante do líquido gostoso em que são cozidos, para ficar bem saborosos.

Sua origem é japonesa. O Arroz Baldo é classificado na Itália como arroz superfino, os grãos são brancos, cristalino, grossos e longos, é um grande grão e é útil tanto para risotos (como o Arborio, o Carnaroli ou Vialone nano) e salada arroz, arroz cozido, sopas  É rico em amido e tempo de cozimento recomendado é de 15-16 minutos, mantendo a sua forma e interior com dentro de um ponto ‘al dente’.

De origem italiana, o Arroz Carnaroli é considerado, o melhor arroz para preparação de risotos, pois possui grãos grandes e levemente perolados que, durante o cozimento, absorvem muito bem a água e liberam amido, o que resulta numa cremosidade única e que se enquadra muito bem em qualquer receita de risoto.

outros tipos

Maratelli: É um arroz de grãos grossos e arredondados com aspecto perolado. Foi resselecionado há alguns anos e, atualmente, apresenta excepcionais características de resistência ao cozimento. Sua excelente qualidade e extraordinária versatilidade na cozinha, tornam-no ideal para todas as receitas: dos risotos às sopas, das saladas às guarnições, até os doces. 

Padano: Uma variedade de arroz médios a redondos de comprimento, seu tempo de cozimento varia de 13 a 15 minutos.

Caracterizada por uma massa particularmente macia e um alto teor de amido, é indicada principalmente para a preparação de sopas, minestrones, sopas aromáticas , bolos de arroz cozido e recheado, mas também aprecia ou molho branco.

Roma: Arroz de origem italiana, cuidadosamente selecionado de forma artesanal. Ideal para confecção de Risotos. Tempo de cozimento: 18 minutos.

Vialone Nano: Tem grãos mais curtos e arredondados que proporcionam cozimento mais homogêneo. É oriundo do cruzamento de Valone X Nano, o seu grão é médio. De todas as variedades de arroz italiano é o que apresenta o menor grão. Possui alto teor de amido o ajuda na cremosidade da preparação. O teu tempo de cozimento é mais rápido que os demais, por isso requer atenção especial no seu preparo.

os 10 mandamentos do Risoto

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Bolo de limão siciliano

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Esse bolo de limão siciliano é mais uma receita da série – o que tem na geladeira e vai estragar. Eu tinha comprado muito limão siciliano para fazer limoncello e obviamente não usei todos e logo o limão virou um ingrediente frequente aqui em casa.

Depois de 3 receitas, essa foi a que ficou mais macia e saborosa.

 Bolo de Limão Siciliano

bolo

Ingredientes

300 grs de Farinha de trigo
250 grs de manteiga sem sal
120 ml de leite
Raspas de 1 limão siciliano
1 e 1/2 xícara de açúcar
4 ovos
2 colheres de fermento em pó (bem cheias)

Modo de preparo

Bata os ovos com as raspas de limão siciliano e o açúcar (passado na peneira fina).
Quando essa mistura estiver homogênea, adicione a manteiga em temperatura ambiente (aos poucos), sempre mantendo a batedeira na menor velocidade possível.
Adicione 1/4 da farinha de trigo, intercalando com 1/4 do leite até que a massa fique totalmente homogênea.
Desligue a batedeira e coloque o fermento, misturando-o delicadamente com a massa com a espátula de silicone.
Em uma forma untada com manteiga e polvilhada com farinha de trigo, coloque a massa e leve ao forno pré aquecido por 45 minutos (temperatura moderada – 200 graus).

Faça o teste do palito antes de tirar o bolo do forno.

Calda

Ingredientes

160g de Açúcar de confeiteiro
suco de 1 limão siciliano
100 ml de água

Modo de preparo

Em uma panela pequena, coloque todos os ingredientes e engrosse a calda em ponto de caramelo.

Fure o bolo com um palito de churrasco e jogue a calda, ainda bem quente, por cima.

 

Sirva com um chá (o da foto é de baunilha).

 

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Originalmente postado em 17 de maio de 2011

Dia Mundial do Cookie

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No dia 4 de dezembro, o mundo celebra uma das guloseimas mais irresistíveis da confeitaria: o cookie! Crocante por fora, macio por dentro, com gotas de chocolate derretendo ou com recheio de doce de leite, o cookie é um convite ao prazer simples — e, muitas vezes, nostálgico.

Um pouco de história
Os primeiros cookies surgiram na Pérsia, no século VII, mas a versão moderna (com gotas de chocolate) foi criada nos Estados Unidos em 1938 por Ruth Wakefield, dona da Toll House Inn, que “acidentalmente” criou o famoso chocolate chip cookie.

Por que o cookie é tão popular?

  • Fácil de fazer e transportar

  • Altamente personalizável (sabores, tamanhos, recheios)

  • Agrada crianças e adultos

  • Pode ser crocante, macio ou gooey

  • Vai bem puro, com leite, café ou sorvete

No Brasil, ele ganhou o coração do público!
Nas últimas décadas, o cookie passou de um doce importado para um queridinho das cafeterias, food trucks, confeitarias e docerias artesanais. Versões com brigadeiro, paçoca, goiabada, doce de leite e até tapioca mostram como o Brasil deu seu toque à receita.

Curiosidades para adoçar o conteúdo:

  • O maior cookie do mundo pesava mais de 18 toneladas e foi feito nos EUA em 2003.

  • O Dia Mundial do Cookie gera milhões de buscas e hashtags todos os anos (#NationalCookieDay, #Cookielovers).

  • Há quem diga que a textura perfeita do cookie depende do tipo de açúcar usado: mascavo dá maciez; refinado, crocância.

Tipos e variações para você se inspirar:

  • Chocolate chip cookie (o clássico americano)

  • Cookie recheado (Nutella, doce de leite, creme de avelã, etc.)

  • Cookies veganos e funcionais com aveia, banana, pasta de amendoim

  • Cookies gigantes de frigideira (skillet cookie), servido com sorvete

  • Cookies artesanais com flor de sal, castanhas, matchá, frutas secas e muito mais!

Seja do time “crocante” ou “puxa”, hoje é dia de celebrar esse clássico da confeitaria com uma boa fornada!

Próximas datas comemorativas