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Dia do Pudim

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Celebrado em 22 de maio, no Brasil

O Dia do Pudim celebra uma das sobremesas mais queridas da mesa brasileira. Clássico, afetivo e presente em almoços de família, padarias, restaurantes e festas, o pudim atravessa gerações como símbolo de simplicidade, conforto e sabor. Poucas receitas despertam tanta memória quanto o pudim bem liso, com calda brilhante e textura perfeita.

Origem e razão da comemoração

O pudim tem raízes na confeitaria europeia, especialmente nas receitas portuguesas à base de ovos e açúcar. No Brasil, ganhou identidade própria com a incorporação do leite condensado, tornando-se mais cremoso, doce e acessível. A data celebra essa adaptação que transformou o pudim em um verdadeiro patrimônio afetivo da culinária nacional.

Contexto cultural e social

O pudim ocupa lugar especial nas refeições brasileiras. É sobremesa de domingo, de datas comemorativas e de encontros familiares. Está associado ao cuidado, ao feito em casa, ao tempo dedicado à cozinha. Mesmo com variações modernas, o pudim tradicional segue como referência absoluta de sobremesa clássica.

Curiosidades sobre o pudim

  • O pudim brasileiro se diferencia por levar leite condensado

  • A textura lisa é resultado de técnica e controle de temperatura

  • A calda de caramelo é parte essencial da experiência

  • É uma das sobremesas mais pedidas em restaurantes populares

Destaques gastronômicos

Na gastronomia, o pudim vai do clássico ao autoral:

  • versões tradicionais de leite

  • pudins de coco, chocolate ou café

  • releituras com especiarias e frutas

  • apresentações individuais ou desconstruídas

Mesmo em versões contemporâneas, o respeito à textura e ao equilíbrio do doce é fundamental.

Sugestões de preparo e consumo

  • Controlar a temperatura do forno ou banho-maria

  • Evitar bater excessivamente para não criar bolhas

  • Usar ingredientes de qualidade

  • Respeitar o tempo de descanso antes de desenformar

O pudim pede paciência, cuidado e atenção aos detalhes.

Valorização da sobremesa

Celebrar o Dia do Pudim é valorizar a confeitaria caseira, as receitas passadas de geração em geração e o prazer do doce simples e bem-feito. É reconhecer que grandes clássicos não precisam de excessos para serem memoráveis.

Dia Internacional do Chá

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Celebrado em 21 de maio

O Dia Internacional do Chá celebra uma das bebidas mais antigas e simbólicas da história da humanidade. Presente em diferentes culturas, rituais e cotidianos, o chá vai muito além da xícara: ele representa pausa, cuidado, tradição e conexão entre pessoas. Ao redor do mundo, o chá assume significados sociais, espirituais e gastronômicos únicos.

Origem e razão da comemoração

O Dia Internacional do Chá foi instituído para reconhecer a importância cultural, econômica e social do chá, além de valorizar os milhões de pequenos produtores envolvidos em sua cadeia produtiva. A data também chama atenção para práticas sustentáveis, comércio justo e preservação dos saberes tradicionais ligados ao cultivo e preparo da bebida.

Contexto cultural e social

O chá está profundamente ligado à identidade de diversos povos. Em alguns países, ele simboliza hospitalidade; em outros, espiritualidade, cerimônia ou convivência. Seja no ritual formal da cerimônia do chá, no costume do chá da tarde ou no simples hábito diário, a bebida cria espaços de pausa e diálogo em meio à rotina.

No Brasil, o consumo de chás cresce tanto pelo vínculo cultural quanto pelo interesse em sabores, aromas e momentos de bem-estar.

Curiosidades sobre o chá

  • O chá tradicional é feito a partir da planta Camellia sinensis.

  • Chá verde, preto, branco e oolong vêm da mesma planta, variando apenas o processamento.

  • Infusões de ervas, flores e especiarias são popularmente chamadas de chá, embora tecnicamente sejam tisanas.

  • O chá é a segunda bebida mais consumida no mundo, atrás apenas da água.

Destaques gastronômicos

Na gastronomia, o chá é ingrediente e experiência:

  • bebidas quentes e geladas

  • bases para sobremesas, caldas e cremes

  • harmonizações com doces e pratos leves

  • elemento aromático em cozinhas contemporâneas

Cafés, casas de chá e restaurantes utilizam o chá como ferramenta sensorial, explorando aromas, temperaturas e texturas.

Sugestões de preparo e consumo

  • Respeitar temperatura e tempo de infusão

  • Utilizar água de boa qualidade

  • Experimentar chás de origem e blends artesanais

  • Explorar o chá como momento de pausa consciente

Valorização do chá

Celebrar o Dia Internacional do Chá é reconhecer o valor cultural dessa bebida milenar, o trabalho de quem a produz e a importância de manter vivas tradições que atravessam séculos. É também um convite a desacelerar e apreciar o simples gesto de preparar e compartilhar uma xícara de chá.

Dia Nacional do Coquetel

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Celebrado em 18 de maio, no Brasil

O Dia Nacional do Coquetel celebra a arte de misturar sabores, aromas e histórias em um único copo. Mais do que bebidas, os coquetéis representam criatividade, técnica e expressão cultural. Cada receita carrega referências históricas, regionais e sensoriais, transformando a coquetelaria em um braço legítimo da gastronomia.

Origem e razão da comemoração

A data homenageia o coquetel como manifestação cultural e profissional, reconhecendo a evolução da coquetelaria ao longo do tempo. De preparos simples a criações autorais complexas, o coquetel acompanha mudanças sociais, tendências gastronômicas e o refinamento das técnicas de bar.

Contexto cultural e histórico

Os coquetéis surgiram como forma de equilibrar bebidas alcoólicas, utilizando frutas, ervas, especiarias e açúcar. Com o passar dos anos, bares se tornaram espaços de convivência e identidade urbana, e o bartender passou a ser reconhecido como profissional criativo e técnico.

No Brasil, a coquetelaria dialoga fortemente com ingredientes locais, frutas tropicais e destilados nacionais, criando uma identidade própria e cada vez mais valorizada.

Curiosidades sobre os coquetéis

  • Muitos coquetéis clássicos surgiram no século XIX

  • O nome “coquetel” possui diversas teorias de origem

  • O equilíbrio entre doce, ácido, amargo e alcoólico é essencial

  • Gelo, copo e método de preparo influenciam diretamente o resultado

Destaques gastronômicos e sensoriais

Na gastronomia contemporânea, o coquetel:

  • harmoniza com menus completos

  • atua como entrada sensorial para refeições

  • utiliza técnicas da cozinha, como infusões e reduções

  • valoriza ingredientes frescos e sazonais

A coquetelaria moderna se aproxima cada vez mais da cozinha, compartilhando processos, estética e filosofia.

Sugestões de apreciação

  • Valorizar ingredientes de qualidade

  • Respeitar as proporções da receita

  • Escolher o copo adequado para cada preparo

  • Apreciar com atenção aos aromas e sabores

  • Priorizar o consumo consciente

O coquetel é experiência, não quantidade.

Valorização da coquetelaria

Celebrar o Dia Nacional do Coquetel é reconhecer o trabalho de bartenders, produtores, bares independentes e toda a cadeia envolvida na cultura do beber bem. É também valorizar a criatividade brasileira e a coquetelaria como expressão cultural e gastronômica.

Dia Mundial da Pastelaria

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Celebrado em 17 de maio

O Dia Mundial da Pastelaria celebra a arte de transformar ingredientes simples em preparações que encantam pelo sabor, pela técnica e pela estética. Muito além dos doces, a pastelaria representa tradição, precisão e sensibilidade, sendo um dos pilares mais importantes da gastronomia clássica e contemporânea.

Origem e razão da comemoração

A data foi criada para valorizar o ofício da pastelaria e dos profissionais que dedicam tempo, estudo e técnica à produção de doces e preparações salgadas de massa. A pastelaria carrega séculos de evolução culinária, especialmente na Europa, onde se consolidou como especialidade gastronômica e escola de rigor técnico.

Contexto cultural e gastronômico

A pastelaria ocupa um lugar especial na cultura alimentar. Está presente em padarias de bairro, confeitarias tradicionais, cafés históricos e restaurantes de alta gastronomia. Ela acompanha rituais cotidianos, como o café da manhã ou da tarde, e também momentos de celebração, como festas, datas comemorativas e encontros afetivos.

No Brasil, a pastelaria ganhou identidade própria ao dialogar com ingredientes locais, sabores regionais e adaptações criativas que aproximaram o doce do cotidiano.

Curiosidades sobre a pastelaria

  • A pastelaria exige precisão de medidas, tempo e temperatura

  • Muitas receitas clássicas são base para variações modernas

  • Massas, cremes e recheios formam a base da maioria das preparações

  • O visual é parte essencial da experiência, não apenas o sabor

Destaques gastronômicos

A pastelaria engloba uma ampla variedade de preparações:

  • tortas, bolos e sobremesas clássicas

  • folhados, massas laminadas e recheadas

  • doces de vitrine e sobremesas de restaurante

  • versões salgadas que unem técnica e criatividade

Na gastronomia contemporânea, a pastelaria também dialoga com novas texturas, menos açúcar e apresentações minimalistas, sem perder a essência técnica.

Sugestões de apreciação

  • Valorizar pastelarias artesanais e produção local

  • Observar textura, equilíbrio e acabamento

  • Respeitar a simplicidade das receitas clássicas

  • Encarar o doce como experiência sensorial completa

Valorização do ofício

Celebrar o Dia Mundial da Pastelaria é reconhecer o trabalho de confeiteiros, padeiros e profissionais que mantêm viva uma tradição que exige disciplina, paciência e sensibilidade. É também valorizar o doce bem-feito como parte fundamental da cultura gastronômica.

Dia Mundial do Coquetel

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Celebrado em 13 de maio

O Dia Mundial do Coquetel celebra a coquetelaria como expressão global de criatividade, técnica e cultura. Mais do que misturas de ingredientes, os coquetéis contam histórias, refletem épocas, hábitos sociais e identidades regionais. Cada copo carrega equilíbrio, estética e intenção, transformando o ato de beber em experiência sensorial e cultural.

Origem e razão da comemoração

A data faz referência à primeira definição oficial do termo “coquetel”, publicada em 13 de maio de 1806, nos Estados Unidos. A partir desse registro histórico, o coquetel passou a ser reconhecido como uma combinação estruturada de bebida alcoólica, açúcar, água e amargor — base que deu origem a inúmeros clássicos consumidos até hoje. O Dia Mundial do Coquetel surge para celebrar essa evolução histórica e a consolidação da coquetelaria como linguagem gastronômica.

Contexto cultural e histórico

Ao longo dos séculos, os coquetéis acompanharam transformações sociais, urbanas e culturais. Bares se tornaram pontos de encontro, trocas e identidade, enquanto bartenders assumiram o papel de criadores e intérpretes de sabores. Cada país e região incorporou ingredientes locais, criando estilos próprios e ampliando o repertório global da coquetelaria.

No cenário contemporâneo, o coquetel dialoga diretamente com a gastronomia, compartilhando técnicas, estética e filosofia de valorização do ingrediente.

Curiosidades sobre os coquetéis

  • Muitos coquetéis clássicos têm mais de 100 anos

  • O equilíbrio entre doce, ácido, amargo e alcoólico é essencial

  • Gelo é ingrediente fundamental, não detalhe

  • Copo e método de preparo influenciam aroma e sabor

  • A coquetelaria moderna valoriza ingredientes frescos e sazonais

Destaques gastronômicos e sensoriais

Na gastronomia, o coquetel:

  • atua como abertura de experiências gastronômicas

  • harmoniza com entradas, pratos e sobremesas

  • utiliza técnicas como infusão, defumação e redução

  • aproxima bar e cozinha em processos criativos

Coquetéis clássicos e autorais dividem espaço, sempre com foco em equilíbrio, identidade e narrativa sensorial.

Sugestões de apreciação

  • Valorizar receitas clássicas como base de aprendizado

  • Observar aroma, textura e temperatura

  • Escolher o copo adequado para cada preparo

  • Apreciar com atenção e moderação

  • Encarar o coquetel como experiência, não quantidade

Valorização da coquetelaria

Celebrar o Dia Mundial do Coquetel é reconhecer o trabalho de bartenders, produtores, bares e toda a cadeia envolvida na cultura do beber bem. É também valorizar o coquetel como patrimônio cultural contemporâneo, capaz de unir técnica, criatividade e convivência.

Dia Nacional do Chefe de Cozinha

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Celebrado em 13 de maio, no Brasil

O Dia Nacional do Chef de Cozinha celebra o profissional que transforma ingredientes em experiências, técnica em identidade e rotina em criação. Muito além do comando da cozinha, o chef representa liderança, conhecimento, sensibilidade cultural e dedicação a um ofício que une arte, disciplina e serviço.

Origem e razão da comemoração

A data foi estabelecida para reconhecer oficialmente o papel do chef de cozinha na gastronomia brasileira. Mais do que executar receitas, esse profissional é responsável por planejar cardápios, gerir equipes, desenvolver conceitos e preservar tradições culinárias, ao mesmo tempo em que dialoga com inovação e identidade contemporânea.

Contexto profissional e cultural

O chef de cozinha ocupa posição central na cadeia gastronômica. Atua como elo entre produtores, equipe, clientes e cultura alimentar. Seu trabalho reflete território, memória, técnica e escolhas conscientes. No Brasil, o papel do chef ganhou ainda mais relevância ao valorizar ingredientes nacionais, culinárias regionais e a diversidade cultural do país.

Além dos restaurantes, chefs atuam em educação, pesquisa, consultoria, mídia e projetos sociais, ampliando o impacto da gastronomia na sociedade.

Curiosidades sobre a profissão

  • A palavra “chef” vem do francês e significa “chefe”, líder

  • O chef coordena a brigada de cozinha e define padrões de qualidade

  • Técnica, gestão e criatividade caminham juntas no dia a dia

  • O reconhecimento do chef também valoriza toda a equipe da cozinha

Destaques gastronômicos

Na prática, o chef:

  • cria e executa conceitos gastronômicos

  • desenvolve receitas e técnicas

  • valoriza ingredientes e produtores

  • constrói experiências completas, do prato ao serviço

A cozinha profissional é espaço de disciplina, mas também de expressão cultural e pessoal.

Valorização do chef de cozinha

Celebrar o Dia Nacional do Chef de Cozinha é reconhecer o trabalho árduo, muitas vezes invisível, de quem dedica a vida à gastronomia. É valorizar o profissional que estuda, experimenta, erra, aprende e cria — sempre com respeito ao alimento, às pessoas e à cultura.

Mais do que status, ser chef é assumir responsabilidade, liderança e compromisso com o ato de alimentar.

Dia da cozinheira

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Celebrado em 10 de maio, no Brasil

O Dia da Cozinheira celebra a mulher que transforma ingredientes em alimento, cuidado e identidade cultural. Presente em cozinhas domésticas, profissionais, comunitárias e tradicionais, a cozinheira é guardiã de saberes, técnicas e sabores que atravessam gerações. Seu trabalho sustenta a cultura alimentar e mantém viva a memória da comida feita com propósito.

Origem e razão da comemoração

A data foi estabelecida para reconhecer o papel histórico e social da cozinheira na formação da gastronomia brasileira. Muito antes da profissionalização da cozinha, foram as mulheres que preservaram receitas, técnicas e rituais alimentares, transmitindo conhecimento de forma oral e prática, dentro e fora do ambiente doméstico.

Celebrar o Dia da Cozinheira é dar visibilidade a um trabalho essencial, muitas vezes invisibilizado, mas fundamental para a cultura e para a alimentação cotidiana.

Contexto cultural e social

No Brasil, a figura da cozinheira está profundamente ligada à identidade regional. São elas que mantêm vivas as comidas de terreiro, de festa, de família e de território. A cozinha da cozinheira carrega afeto, resistência, ancestralidade e adaptação.

Além do lar, cozinheiras atuam em restaurantes, escolas, hospitais, projetos sociais e cozinhas coletivas, alimentando corpos e histórias diariamente.

Curiosidades sobre o ofício

  • Muitas receitas tradicionais brasileiras nasceram em cozinhas femininas

  • A cozinha sempre foi espaço de trabalho, criação e resistência

  • Cozinheiras são referências culturais em suas comunidades

  • Técnica e intuição caminham juntas no dia a dia da cozinha

Destaques gastronômicos

A cozinha da cozinheira é marcada por:

  • respeito ao ingrediente

  • aproveitamento integral dos alimentos

  • sabores construídos no tempo

  • receitas que equilibram técnica e afeto

Na gastronomia contemporânea, o reconhecimento das cozinheiras amplia o olhar sobre autoria, território e valorização dos saberes populares.

Valorização da cozinheira

Celebrar o Dia da Cozinheira é reconhecer a importância de quem alimenta, ensina, preserva e cuida através da comida. É valorizar o trabalho feminino na base da gastronomia e reforçar o respeito por quem constrói a cultura alimentar todos os dias, muitas vezes sem palco, mas com enorme impacto social.

Dia Mundial do Atum

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Celebrado em 2 de maio

O Dia Mundial do Atum chama atenção para um dos peixes mais importantes do planeta, tanto do ponto de vista alimentar quanto ambiental. Presente em diversas culturas gastronômicas, o atum é símbolo de versatilidade na cozinha, mas também de alerta sobre sustentabilidade, preservação dos oceanos e consumo consciente.

Origem e razão da comemoração

A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas com o objetivo de conscientizar sobre a importância da conservação dos estoques de atum no mundo. A pesca excessiva colocou diversas espécies em risco, tornando essencial discutir manejo responsável, políticas de preservação e escolhas mais conscientes por parte de consumidores e da indústria alimentícia.

Contexto ambiental e social

O atum movimenta uma das maiores cadeias pesqueiras globais, sendo fonte de renda para milhares de comunidades costeiras. Ao mesmo tempo, sua popularidade exige atenção redobrada quanto à origem do pescado, métodos de pesca e impactos ambientais.

Celebrar o Dia Mundial do Atum é também reforçar a relação entre gastronomia e responsabilidade ambiental.

Curiosidades sobre o atum

  • Existem diversas espécies de atum, com características distintas

  • É um peixe altamente migratório

  • Possui alto valor nutricional

  • Está entre os pescados mais consumidos no mundo

  • Seu sabor e textura variam conforme a espécie e o preparo

Destaques gastronômicos

Na gastronomia, o atum é extremamente versátil:

  • consumido cru, em preparações clássicas

  • grelhado ou selado rapidamente

  • presente em receitas tradicionais e contemporâneas

  • utilizado tanto na alta gastronomia quanto na cozinha cotidiana

Seu sabor marcante permite combinações simples ou sofisticadas, sempre valorizando o ingrediente.

Sugestões de consumo consciente

  • Priorizar atum de origem certificada

  • Informar-se sobre métodos de pesca

  • Evitar desperdícios

  • Valorizar preparos que respeitem a textura e o sabor natural do peixe

Valorização do ingrediente

Celebrar o Dia Mundial do Atum é unir gastronomia, consciência ambiental e respeito ao alimento. É reconhecer que o prazer à mesa deve caminhar junto com escolhas responsáveis, garantindo que o atum continue fazendo parte da cultura alimentar mundial por muitas gerações.

Dia do Chimarrão

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No dia 24 de abril, celebramos o Dia do Chimarrão, bebida típica do Sul do Brasil e símbolo da hospitalidade, da tradição e da resistência cultural dos povos da região. Preparado com erva-mate, água quente e servido em uma cuia com bomba, o chimarrão é muito mais do que uma bebida: é um ritual que atravessa gerações e fronteiras.

A origem da data e da tradição

O chimarrão tem raízes indígenas — especialmente entre os guaranis, que já utilizavam a erva-mate em infusões há séculos. Com a chegada dos colonizadores espanhóis e portugueses, o consumo se expandiu, ganhou novos formatos e se consolidou como símbolo das regiões sul-americanas onde o mate é cultivado: Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e partes da Bolívia e Chile.

A data 24 de abril foi instituída no Brasil como Dia do Chimarrão para valorizar essa prática e manter viva a cultura gaúcha, especialmente em escolas e eventos culturais. Ela também reforça o orgulho e a identidade de quem vive e ama o Sul.

A forma tradicional de preparar o chimarrão

O preparo do chimarrão é quase um ritual de respeito, e há quem diga que “se faz com alma”. Veja os passos básicos:

  1. Escolha a cuia e a erva-mate (preferencialmente fresca e de boa procedência).

  2. Coloque a erva até aproximadamente 2/3 da cuia.

  3. Incline a cuia levemente, formando um espaço vazio de um lado.

  4. Adicione um pouco de água morna (não fervente) nesse espaço para umedecer a erva.

  5. Insira a bomba com cuidado, com o bico virado para baixo.

  6. Complete com água quente (cerca de 70–80ºC) e sirva.

Dica: não mexa a bomba depois de colocada, isso pode entupir ou desmanchar a estrutura da erva.

Curiosidades que todo mateador deveria saber

  • A erva-mate contém cafeína, teobromina e antioxidantes, sendo considerada uma bebida estimulante e funcional.

  • Em muitas culturas sul-americanas, o chimarrão é símbolo de igualdade e partilha: a cuia é passada de mão em mão, sem distinções.

  • No Rio Grande do Sul, é comum ver pessoas andando com garrafa térmica e cuia na mão, inclusive em locais públicos e praças.

  • Há um ditado famoso no Sul: “Chimarrão se toma calado e se serve com o coração”.

Como celebrar o Dia do Chimarrão?

  • Prepare seu chimarrão com calma, respeitando os passos e valorizando o momento.

  • Reúna amigos ou familiares para uma roda de chimarrão.

  • Experimente diferentes tipos de erva-mate, com blends de menta, camomila ou boldo.

  • Combine com uma roda de prosa, um bom livro ou música regionalista.

Dia internacional do milho

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No dia 24 de abril, o mundo celebra o Dia Internacional do Milho, uma data dedicada a homenagear um dos alimentos mais antigos, simbólicos e versáteis da história da humanidade. Originário das Américas e presente na cultura alimentar de inúmeros países, o milho é muito mais do que um ingrediente: ele é identidade, é resistência, é alimento físico e espiritual.

Milho: uma dádiva das civilizações antigas

A história do milho começa há pelo menos 9 mil anos, no atual território do México. Os primeiros registros arqueológicos apontam para o teocintle, uma planta silvestre que foi domesticada por povos indígenas até se transformar no milho como conhecemos hoje. Os maias, astecas, incas e povos andinos reverenciavam o milho como um alimento sagrado — tão essencial quanto a água ou o sol.

Para essas civilizações, o milho era mais do que um recurso nutritivo: ele representava a origem da humanidade. O “Popol Vuh”, livro sagrado dos maias, afirma que os homens foram moldados a partir da massa de milho pelos deuses criadores. A planta era usada em rituais religiosos, cerimônias de passagem e festas comunitárias.

Com a colonização europeia, o milho foi levado para a Europa, África e Ásia, tornando-se rapidamente uma das culturas agrícolas mais cultivadas do planeta — tanto para consumo humano quanto animal.

No Brasil, o milho tem sabor de festa

O milho chegou ao Brasil antes mesmo dos portugueses, trazido por rotas indígenas desde o México e cultivado por diversos povos originários, como os tupi-guaranis. Hoje, ele é a estrela de pratos típicos e festas regionais, especialmente durante as tradicionais festas juninas, que não seriam as mesmas sem:

  • Pamonha

  • Canjica

  • Curau

  • Bolo de milho

  • Milho cozido ou assado na brasa

  • Cuscuz nordestino

  • Mingaus e sopas caipiras

Além disso, o milho está presente em dezenas de variações culturais e culinárias, como o angu, o xarém, o polvilho (derivado do amido de milho) e preparações indígenas como o mbejú ou o chicha, bebida fermentada ancestral ainda consumida em comunidades tradicionais.

A importância econômica e nutricional do milho

Hoje, o milho é um dos cereais mais cultivados do mundo, ao lado do arroz e do trigo. No Brasil, ocupa posição de destaque tanto no agronegócio quanto na alimentação popular. É base para produtos industrializados como:

  • Fubá, canjica e amido de milho

  • Óleo de milho

  • Rações e etanol

  • Pipoca, snacks e massas

Do ponto de vista nutricional, o milho é fonte de carboidratos complexos, fibras, vitaminas do complexo B, antioxidantes como luteína e zeaxantina, além de ser naturalmente livre de glúten — uma vantagem para quem tem intolerâncias ou segue dietas específicas.

Curiosidades que merecem ser saboreadas

  • O milho pode crescer em quase todos os climas e altitudes, o que explica sua adaptação global.

  • Existem mais de 300 variedades de milho catalogadas no Brasil, muitas delas nativas e preservadas por comunidades tradicionais.

  • O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de milho, com destaque para estados como Mato Grosso, Goiás, Paraná e Minas Gerais.

  • No México, o milho é base para tortilhas, tamales, pozole e atole — e sua preservação é considerada patrimônio cultural imaterial.

  • O milho roxo, popular no Peru, é usado para fazer bebidas fermentadas e até sobremesas como a chicha morada.

Como celebrar o Dia Internacional do Milho?

  • Prepare pratos típicos com milho fresco, de forma tradicional: pamonha, canjica, cuscuz, curau ou pipoca artesanal.

  • Valorize produtores locais e compre milho de pequenos agricultores ou feiras regionais.

  • Se estiver em escolas, projetos sociais ou eventos, use a data para educação alimentar, contando a história do milho e seu valor cultural.

  • Apoie projetos de preservação de sementes crioulas e agricultura familiar, que mantêm a diversidade do milho viva e fora do controle de grandes corporações.

Próximas datas comemorativas